É mais comum do que a gente imagina: o esportista seja amador ou profissional costuma se empolgar com os resultados e, muitas vezes, i...

Principais lesões provocadas por treinamento de corrida



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É mais comum do que a gente imagina: o esportista seja amador ou profissional costuma se empolgar com os resultados e, muitas vezes, ignora os sinais de exaustão que o corpo dá. Aí, pode acontecer o que chamados de super treinamento, o treino exagerado.

Esse treino pode resultar em lesões nos atletas. Pode ser resultado de exercícios de curta duração e alta intensidade ou por exercícios de longa duração e baixa intensidade. A prevenção para essas lesões é evitar grandes aumentos no volume (número de dias por semana) ou na intensidade do treinamento (por exemplo, levantar peso, aumentar a distância da corrida). Pode-se aplicar a regra dos 10%, que sugere que não se aumente mais do que 10% na intensidade ou na duração do treinamento.
Por exemplo, um corredor que corre 20 quilômetros por semana pode aumentar a sua distância na semana seguinte para 22 quilômetros.

Alguns hábitos podem favorecer o aparecimento das lesões. O uso de calçados inadequados: com a tecnologia atual pode-se contar com calçados específicos para cada modalidade esportiva. Os pés são o ponto de apoio que permitem ao indivíduo adotar as posturas adequadas às várias atividades físicas. Portanto, se o alicerce não for bom, a construção pode desmoronar e é isto que pode acontecer com o corpo humano, além das dores nos pés, tornozelos, joelhos e na coluna.

Superfície de treinamento: evitar correr em superfícies muito duras, como asfalto e concreto, tanto em aclives como em declives.

Principais lesões em esportes que lidam com corrida:

Tendinite do tendão tibial posterior 
A lesão ou degeneração causa dor na parte interna do pé, que pode irradiar ao longo da linha do tendão. Essa lesão é mais comum do que se imagina e é frequente em pessoas com mais de 40 anos, principalmente mulheres.

Fratura por estresse do calcâneo
O calcâneo é o osso que forma o calcanhar e o maior e mais volumoso do pé. Em atletas de corrida, a lesão mais comum no calcâneo é a fratura por estresse. Ela é diagnosticada, geralmente, em praticantes mais pesados e que não utilizam um tênis com amortecimento ou que não tenham uma boa biomecânica da corrida.
 
Tendinopatia dos tendões do pé e tornozelo
A tendinopatia é uma lesão de sobrecarga ou por esforço repetitivo, que afeta um ou mais tendões, gerando muita dor, inflamação e até deformidades ósseas quando crônicas. Os tendões são estruturas anatômicas que unem os músculos aos ossos, dando movimento aos mesmos. Portanto, em todo corpo, onde há tendão, pode haver tendinite.

Fascite plantar
Para quem pratica corrida de rua, os pés podem ser focos de lesões devido à natureza da atividade física. E um dos problemas mais comuns nessa parte do corpo é a fascite plantar. Também conhecida como fasceíte, ela é sentida através de uma fisgada na planta do pé, que aparece porque a área tem uma curvatura natural e precisa se acomodar ao solo (que em geral é reto), tensionando e sobrecarregando suas estruturas.

Cãibra muscular
Se existe um quadro que pode ser considerado um verdadeiro fantasma para o corredor, sem dúvida é um episódio de cãibra. Trata-se de um espasmo (contração involuntária) de um ou mais músculos que, por manterem-se nesse estado de contração vigorosa, provocam um quadro de dor geralmente muito intensa.

Tendinite patelar
Nos treinos, você começa a sentir uma dorzinha chata no joelho, e de repente ela piora para uma dor crônica, principalmente ao subir escadas e cruzar as pernas. Pode ser tendinite patelar, síndrome gerada pelo excesso de exercícios e falta de alongamento.

Joanete
Aquele osso saltado na lateral do pé que incomoda e sempre dói quando se está com um sapato fechado durante um tempo. Sabe do que se trata? Se você pensou em joanete, está certo. Muitos reclamam desse "dedo a mais", principalmente os atletas.

Dor no quadril
Você está no meio da corrida e sente uma fisgada dolorosa no glúteo. Antes de entrar em pânico, é importante checar a dor, que pode ir de um desconforto - devido a um treino mais pesado - a um indicativo de lesão no quadril. Correr sobrecarrega as articulações do quadril, do joelho e do tornozelo.
 
Inflamação na canela
Você está fazendo aquele longão ou participando de uma prova que sonhou há tempos, quando sente a sua canela doer, como se não pudesse pisar no chão. Popularmente conhecida como canelite, a síndrome da tensão tibial medial (STTM) é comum nas pessoas que praticam corrida, principalmente nos iniciantes que ainda não se adaptaram às atividades, ou que exageram no ritmo e na intensidade dos treinamentos.

Publicada em 18/4/13 e revisada em 28/8/19

Você está treinando muito e sentindo um incômodo na parte traseira da perna, perto do pé? Pode ser tendinite do tendão tibial posterior....

Tendinite do tendão tibial posterior causa dores na parte interna do pé




Você está treinando muito e sentindo um incômodo na parte traseira da perna, perto do pé? Pode ser tendinite do tendão tibial posterior. A lesão ou degeneração causa dor na parte interna do pé, que pode irradiar ao longo da linha do tendão. Essa lesão é mais comum do que se imagina e é frequente em pessoas com mais de 40 anos, principalmente mulheres.

A tendinite do tendão tibial posterior é uma lesão causada pelo esforço (overtraining e overuse) e degeneração do tendão por conta de uma inflamação aguda. Se não for tratada em seus primeiros sintomas de dor, pode ocorrer uma avulsão parcial (onde o tendão se afasta do osso) do anexo ao osso navicular (um dos ossos do tarso). O músculo tibial posterior passa pela parte de trás da perna e sob o maléolo medial (proeminência óssea do lado de dentro do tornozelo). Ele é usado para flexão plantar (como em subir em seus dedos) e inverter o pé (dos pés para dentro).

CAUSAS

* Alongamento prolongado do pé e tornozelo em eversão (pé para fora);
* Desgaste do tendão;
* Excesso de esforço;
* Pés em pronação excessiva.

COMO EVITAR

- Alongar, principalmente, os músculos posteriores (panturrilha);
- Usar tênis firme e estável;
- Usar palmilha para melhorar a biomecânica do pé.

TRATAMENTO

- Aplicar terapia fria para reduzir a dor (Crioterapia – gelo);
- Alongar os músculos na parte de trás da perna (panturrilha);
- Consultar um profissional especialista em esportes, principalmente seu professor;
- Aplicar eletroterapia como ultrassom para ajudar com a dor;
- Aplicar técnicas de massagem desportiva no tendão e músculo;
- Aconselhar sobre exercício tibial posterior para fortalecer o músculo e tendão;
- Prescrever palmilha, se necessário, para corrigir a biomecânica do pé;
- Se o tendão é rompido, então ele deve ser reparado cirurgicamente.

FALANDO SOBRE A MASSAGEM ESPORTIVA

Essa é indicada para pessoas que praticam algum tipo de esporte. O foco dela são os grupos musculares mais solicitados na realização da atividade física em questão, para que não surja futuros problemas musculares.

Massagem Desportiva sendo aplicada na perna esquerda de um atleta

Seus benefícios incluem o relaxamento da musculatura e melhora da circulação do sangue e oxigenação das células. Como consequência o atleta é capaz de recuperar seus grupos musculares mais rápido.

Benefícios da massagem desportiva:

  • Prepara a musculatura para o exercício
  • Aumenta a circulação sanguínea
  • Elimina as toxinas da musculatura
  • Previne lesões da musculatura e tendões
  • Tonifica o tecido muscular
  • Estimula a produção de adrenalina
  • Alivia as dores pós-treino
  • Melhora o transporte de oxigênio e nutrientes para os músculos
  • Ajuda a soltar músculos contraídos
  • Melhora a mobilidade das articulações
  • Reduz os espasmos musculares
  • Reduz edemas e processos inflamatórios
  • Traz maior conhecimento corporal
  • Tem um efeito relaxante ou estimulante no sistema nervoso central
  • Diminui o tempo de recuperação entre os treinos
  • Ajuda a eliminar as toxinas e resíduos metabólicos
  • Ajuda a prevenir lesões
  • Reduz a ansiedade
  • Combate a depressão
  • Promove a sensação de bem-estar
  • Combater o estresse
  • Estimula a circulação sanguínea e linfática
  • Reduz a tensão e a dor muscular
  • Elimina toxinas e resíduos metabólicos
  • Aumenta a sensação de bem-estar e concentração
  • Melhora o padrão de sono
  • Identifica áreas de tensão ou inflamação a serem tratadas antes de ocorrer uma lesão
  • Fornece feedback cenestésico
  • Ajuda a criar um estado mental positivo
  • Aumenta a sensação de facilidade na realização dos movimento
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Ebook Cinesioterapia Funcional - Reabilitação e Treinamento Funcional




Apresentar um modelo de trabalho onde o fisioterapeuta atue ativamente em conjunto com o profissional de educação física, através do ensino de técnicas de avaliação e correção de padrões de movimento comprometidos, exercícios corretivos e as suas progressões, bem como técnicas de terapia manual para a construção de um trabalho íntegro, da reabilitação à performance esportiva.

Como promover a integração entre estas duas áreas de atuação de forma que contribua para a continuidade e integridade do trabalho desenvolvido com o aluno/paciente antes, durante e/ou depois de uma lesão?

Com o intuito de responder esta pergunta, foi desenvolvido a Formação em Cinesioterapia Funcional, que se propõe a apresentar meios de unir e complementar o trabalho desenvolvido por profissionais de educação física e fisioterapeutas, utilizando o treinamento funcional como base para a condução de um programa de reabilitação e treinamento.

Conteúdo do E-Book

  • Apresentação, Aspectos Gerais e Metodologia
  • Papel do Fisioterapeuta e Educador Físico e Trabalho Multidisciplinar
  • Anatomia Funcional, Funções e Sistema de Movimento (articular e muscular, Isolado e Integrado)
  • Neurofisiologia da Dor
  • Aprendizagem Motora e Desenvolvimento Motor
  • Biomecânica dos Movimentos
  • Capacidades Funcionais
  • Avaliação Cinesioterapia Funcional e Testes Especiais
  • Desenvolvimento do Método
  • Lesões Musculoarticulares
  • Respiração e Padrões Respiratórios
  • Recovery
  • Liberação e Treinamento da Fáscia Muscular
  • Utilização De Correntes Elétricas
  • Bandagem Funcional
  • Preparação de Movimento
  • Exercícios e Objetivos
  • Movimento Natural Funcional (MNF)
  • Treinamento com Kettlebell
  • Cinesioterapia Funcional Esportiva e Performance
  • Estudo de Casos Clínicos
  • Apêndice 01 - Modelo Avaliação Física
  • Apêndice 02 - Artigo Cientifico

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Sobre o Autor:

RAMIRO INCHAUSPE

Fisioterapeuta e Professor de Educação Física, Mestre em Ciências Médicas e Treinamento Físico e Nutrição, Doutorando em Ciências Médicas, Coordenador de Ciência e Aptidão Física da Federação Internacional de Basketball (FIBA), Treinador e Fisioterapeuta da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Professor Universitário e Pôs Graduação Fisiowork/Redentor, PUC/RS, Uniritter, Treinador CORE360°, Árbitro Internacional de Basketball, Pioneiro do Método Cinesioterapia Funcional.

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