As lesões musculares na panturrilha são lesões muito frequentes em jogadores de tênis de quadra. Ocorrem em geral durante uma corrida com de...

Como evitar lesões musculares na panturrilha no tênis


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As lesões musculares na panturrilha são lesões muito frequentes em jogadores de tênis de quadra. Ocorrem em geral durante uma corrida com desaceleração brusta  ( correr para pegar uma bola difícil). A lesão ocorre mais frequentemente na massa muscular porém em alguns casos a lesão é mais baixa e compromete a transição musculo tendinosa ou em alguns casos no tendão de aquiles, esses casos em geral o paciente relata uma história de dor crônica prévia no local. Essa lesão ocorre em geral em tendões de Aquiles previamente doentes e muitos casos são encaminhados para tratamento cirúrgico.

Como evitar lesões musculares na panturrilha?
1- Alongue antes e depois do jogo.
2- Faço reforço muscular nas panturrilhas.
3- Procure um médico se surgir dor
4- Na dúvida não force;
5- Se estiver jogando em quadra de cimento considere a possibilidade de trocar para quadra de saibro

As lesões mais comuns que ocorrem durante a prática do Judô são luxação acrômio-clavicular, lesão muscular e entorse de dedos da mão. O ...

Saiba mais sobre 3 lesões comuns no Judô


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As lesões mais comuns que ocorrem durante a prática do Judô são luxação acrômio-clavicular, lesão muscular e entorse de dedos da mão.

O tratamento no momento da lesão é semelhante em todos os casos: aplicação de gelo local, imobilização da área afetada, seguida da procura de em serviço médico, onde possa ser realizada uma avaliação mais minuciosa do quadro em que o paciente se encontra, podendo assim traçar condutas para cada caso.

A utilização do gelo é recomendável na presença de dor ou edema, independente do grau da lesão ou da fase de reabilitação em que o paciente se encontra.

Luxação Acrômio-clavicular

A luxação acrômio-clavicular apresenta diferentes tipos de tratamento dependendo de sua gravidade. O Raio X é o exame mais indicado para o conhecimento anatômico da articulação, após a lesão. O uso de tipóia é recomendável a fim de manter o membro lesado em repouso.

Lesões menos graves onde ocorrem entorse dos ligamentos acrômio-claviculares (A-C) ou lesão de cápsula e dos ligamentos A-C com sub-luxação da articulação menor que 50% (tipo I e II), o tratamento é conservador utilizando o repouso por 1 a 2 semana no tipo I e 4 a 6 semanas no tipo II. A manutenção da força muscular adjacente a lesão é importante a fim de agilizar o processo de retorno ao esporte.

Lesões em que ocorram perda total do contato entre clavícula e acrômio (tipo III), no tratamento conservador é feito repouso e órtese por 4 semana e retorno ao esporte após 3 meses. Em alguns casos o tratamento cirúrgico é o mais recomendável.

Lesões mais graves em que ocorram luxação posterior com lesão dos ligamentos A-C e córaco-claviculares (C-C), luxação com elevação de 100% a 300% da clavícula com destacamento completo do deltóide e trapézio da clavícula ou luxação inferior (tipos IV, V e VI), a indicação é de tratamento cirúrgico (Cohen, 2003).

A fisioterapia tem como principal objetivo nesse tipo de lesão a diminuição da queixa de dor, utilizando gelo ou eletroanalgesia, além de acelerar o processo de cicatrização com o auxílio de aparelhos de calor superficial e profundo. A manutenção da força muscular em regiões adjacentes á lesão também deve ser realizada.

Lesão Muscular

O tratamento das lesões musculares depende da gravidade, da extensão da lesão e da sua localização.

Quanto ao tipo de lesão, podemos classificá-las em:

Grau I - o estiramento muscular apresenta dor localizada em um ponto específico, edema pode ou não estar presente e pequena hemorragia. Corresponde a danos estruturais mínimos.

Grau II – maior intensidade dos achados no grau I. Existe uma maior quantidade de fibras lesionadas.

Grau III – ruptura completa do músculo levando a sua perda de função, apresenta um defeito (gap) palpável e a hemorragia e edema são intensos.

As lesões musculares são freqüentes no Judô por se tratar de um esporte de contato em que é necessário o uso de grande força por parte de seus praticantes, levando a sobrecarga muscular ou por trauma direto. Regiões constantemente afetadas por traumas diretos são quadríceps da coxa e intercostais, e regiões normalmente lesionadas por trauma indireto são posterior de coxa e paravertebrais.

O tratamento é predominantemente clínico. Em uma fase inicial (1ª semana) devemos realizar o controle de sintomas como dor e edema com meios físicos como gelo e TENS. O uso do Ultra-som é recomendável no modo pulsado.

Na 2ª e 3ª semanas podemos utilizar US continuo a fim de auxiliar no processo de cicatrização. O ganho de flexibilidade deve ser realizado conforma a tolerância do paciente quanto a dor. O ganho de força muscular deve ser crescente, iniciando com exercícios isométricos, também levando em consideração a dor do paciente.

A 4ª e 5ª semanas devem ser utilizadas para aumento do ganho de força e flexibilidade, além dos treinos sensoriomotores a fim de realizar o retorno gradativo do paciente ao esporte.

Entorse de dedos

A mão deve ser considerada como um instrumento de trabalho para os praticantes do Judô, por isso, todos os cuidados devem ser realizados em casos de lesão nessa estrutura.

Com a ocorrência de lesão, deve-se realizar a imobilização da região afetada e realizar a procura de um serviço médico especializado a fim de realizar testes e exames específicos para definir a gravidade e localizar as estruturas lesadas.

Algumas lesões ligamentares podem ter indicação cirúrgica dependendo da queixa referida pelo paciente podendo ser instabilidade, dor ou perda de força.

Quando definido o tratamento conservador podemos utilizar o gelo em imersão, US em imersão de água e mobilizações com movimentos passivos e acessórios visando a manutenção da ADM. O tempo médio de cicatrização de lesões ligamentares é de 3 a 4 semanas.

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