<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359</id><updated>2012-03-06T07:18:19.842-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Desportiva</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-150504273613454483</id><published>2012-03-06T07:18:00.001-08:00</published><updated>2012-03-06T07:18:19.852-08:00</updated><title type='text'>Alternância de imersões em água fria e quente para recuperação de atletas</title><content type='html'>&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;p&gt;Uma séria de mecanismos são  discutidos para justificar os méritos e direcionar futuras pesquisas  reportadas. A alternancia do tratamento com água quente e fria tem sido  usada na aplicação clinica para ajudar nas lesões agudas do esporte e  nos propósitos reabilitativos. Porém, evidencias subjugadas anedóticas  para a inclusão no método de recuperação pos exercícios. Muitos  técnicos, treinadores e atletas estão usando o tratamento por  alternância em água quente e fria como meio para recuperação pos  exercício.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Métodos:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A procura literária foi executada usando SportDiscus, medline e sites  de ciência usando como palavra chave recovery, muscle fatigue,  cryotrerapy, thermotherapy, hydrotherapy, contrast water immersion and  training.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Resultados:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os efeitos fisiológicos do banho de contraste em água quente e fria  para tratamento das lesões tem sido bem documentados, mas a razão  fisiológica para alcançar a recuperação que é menos conhecida. Muitas  evidencias experimentais sugestionam que a imersão em água quente e fria  ajuda a reduzir os danos na fase aguda da lesão, pela vasodilatação e  vasoconstrição assim estimulando o fluxo sanguíneo isto reduz o inchaço.  Esta ação desvia a causa sanguínea pela vasocontrição e pela  vasodilatação podendo ser um dos mecanismos para remover metabolitos,  reparando os músculos exercitados e diminuindo a velocidade do processo  metabólico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conclusão:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até hoje existem poucos estudos que tem enfoque na efetividade do  tratamento da imersão na água quente e fria pos exercícios. Mais  pesquisas são necessárias antes das conclusões sejam tomadas se a  alternância da imersão em água quente e fria melhora a recuperação e a  influencia das mudanças fisiológicas que caracterizam a recuperação pos  exercícios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: Darryl J. Cochrane, 22/1/2004&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-150504273613454483?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/150504273613454483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/150504273613454483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/03/alternancia-de-imersoes-em-agua-fria-e.html' title='Alternância de imersões em água fria e quente para recuperação de atletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7173911309772956249</id><published>2012-02-29T15:51:00.001-08:00</published><updated>2012-02-29T15:51:29.423-08:00</updated><title type='text'>Lesões Ortopédicas na Escalada Esportiva e Montanhismo</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;A escalada é um esporte que está tornando-se cada vez mais popular.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Esta tendência de crescimento faz com  que haja um aumento no número de praticantes e conseqüente aparecimento  de lesões correlacionadas a estas atividades. Esse esporte apresenta  diversas modalidades, por exemplo, escalada em alta montanha, escalada  no gelo, escalada esportiva e o bouldering.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Na escalada esportiva as paredes tem em  média 50 metros de altura variando com o grau de dificuldade, sendo que o  atleta está protegido por equipamentos de segurança, se concentrando  apenas na realização dos movimentos. Na escalada em rocha o risco da  queda determina lesões traumáticas nos membros inferiores.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;As lesões mais prevalentes nesse esporte  acometem principalmente membro superior. A postura e os movimentos  específicos da escalada exigem posições dos membros superiores no limite  das articulações, com cargas muitas vezes elevadas, podendo explicar as  lesões encontradas nesses atletas. As bases de tratamento não estão bem  determinadas, podendo levar a freqüentes recidivas e insucesso no  tratamento, com conseqüente perda de rendimento e eventual abandono do  esporte. O objetivo desse trabalho será avaliar o perfil do atleta de  escalada esportiva e suas lesões avaliados no período de 10 anos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Material e métodos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Foram avaliados 192 atletas praticantes  de escalada esportiva que realizavam regularmente algum tipo de  treinamento e que não sofreram&lt;/p&gt; &lt;table style="width:308px;height:216px" summary="Tipo de agarra que mais causam lesões nas polias. Hiperextensão da interfalangeana distal e flexão da interfalangeana proximal ." align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt;  &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt; &lt;div&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-56" src="http://www.cete.med.br/site/wp-content/uploads/2011/10/lesao_01-300x190.jpg" style="margin: 5px;" title="" width="300" height="190"&gt;&lt;span style="font-size:12px"&gt;&lt;em&gt;Tipo de agarra que mais causam lesões nas polias. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12px"&gt;&lt;em&gt;Hiperextensão da interfalangeana distal e flexão da interfalangeana proximal.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;traumas secundários a outros esportes,  em um período entre janeiro de 2001 até março de 2011. Somando 247  atendimentos por lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Como instrumento de avaliação utilizamos um questionário, para obtenção dos seguintes dados;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Dados pessoais (idade e gênero),  presença ou não de técnico ou preparador físico, forma de treino  (alongamento, aquecimento, atividade aeróbia, freqüência e duração) e  grau de dificuldade praticado pelo atleta.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O grau de dificuldade é classificado por um sistema alfa numérico e em diferentes regiões do mundo possuem diferentes escalas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Por último avaliamos eventuais lesões;  dor na pratica esportiva, sua localização, intensidade, tratamento e se  já tinha deixado de praticar o esporte por causa de dor. Consideramos  com lesão qualquer evento traumático ou não relacionado ao esporte que  afastou o atleta dos treinos por pelo menos um dia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Avaliação estatística foi realizada através do estudo do teste t de Students assumindo-se o valor de 0,005 para p.&lt;/p&gt; &lt;table style="width:308px" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt; &lt;div&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-57" src="http://www.cete.med.br/site/wp-content/uploads/2011/10/lesao_02-300x208.jpg" style="margin: 5px;" title="" width="300" height="208"&gt;&lt;br&gt; 					&lt;em&gt;Lesão ligamentar da interfalangeana proximal em escalador de rocha.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Cada analise testou uma das variáveis;  idade, alongamento, frequência semanal de treinos, duração dos treinos,  modalidade e grau de dificuldade.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Essas variáveis foram testadas quantos aos efeitos delas sobre a frequência de lesões.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Resultados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Dos avaliados, 178(73,5%) referiram algum tipo de lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Os atletas foram divididos em três faixas etárias não havendo efeito da idade sobre a freqüência de lesão (p=0,789).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Não encontramos efeito do gênero sobre a  freqüência de lesão, sendo 137 homens com frequência de 74,4% e 37  mulheres com frequência de 70,2%. (p=0,611). O mesmo foi encontrado  quanto à realização ou não de alongamento, (p=0,649).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Em relação à freqüência de treinos  observamos que está foi maior em indivíduos que treinavam de duas a três  vezes por semana. (p=0,0001)&lt;/p&gt; &lt;table style="width:308px" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-medium wp-image-58" src="http://www.cete.med.br/site/wp-content/uploads/2011/10/lesao_03-300x224.jpg" style="margin: 5px;" title="" width="300" height="224"&gt;&lt;em&gt;Lesões no pé do escalador: &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Lesões dermatologicas pelo uso da sapatilhas, extremamente apertadas para conferir aderência na rocha.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A duração dos treinamentos em horas apresenta relação direta com a ocorrência de lesões (p=0,0001)&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;De acordo com o tipo de modalidade  praticada, observamos que 47 atletas escalavam esportiva em rocha com  uma freqüência de lesão de 54,5%, os 69 atletas que escalavam esportiva  indoor, apresentara freqüência de 71,0%, os 49 atletas que escalavam  bouldering, tinham uma freqüência de lesão de 93,8% e os nove atletas  que escalavam outras modalidades apresentaram uma freqüência de 55,6%.  Sendo a modalidade Bouldering a que apresenta maior número de lesões.  (p=0,001)&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Encontramos uma relação direta com o  grau de dificuldade da escalada, onde os 17 atletas que escalavam em um  nível fácil (5A ou menos) tinham frequência de lesão 29,4%, os 37atletas  que escalavam em um nível moderado (5B a 6C) tinham uma frequência de  lesão de 59,4%, os 76 atletas que escalavam um nível difícil (7A a 8C) e  os 42 que escalavam em um nível muito difícil (9A ou mais),  apresentaram uma frequência de lesão de 80,2% e 95,2% respectivamente.  Sendo que quanto maior o nível escalado maior a ocorrência de lesões.  (p=0,001).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.cete.med.br/site/wp-content/uploads/2011/10/lesao_04.jpg" rel="lightbox[37]"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-medium wp-image-59" src="http://www.cete.med.br/site/wp-content/uploads/2011/10/lesao_04-300x228.jpg" title="" width="300" height="228"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Discussão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A escalada é um esporte que apresenta um alto índice de lesões.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O estudo de GERDES, E. M., HAFNER, J.W.,  ALDOG, J.C., 2006, realizaram entrevistas em diversos sites de escalada  durante dois meses e encontraram 2472 lesões relatadas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;No presente estudo, os 348 entrevistados  foram divididos em três faixas etárias e observou-se que as maiorias  desses praticantes tinham idade entre 21 a 29 anos, no entanto a  frequência de lesão foi maior no grupo etário entre 13 a 20 anos. A  literatura não mostra evidências de que a idade seja uma variável  significativa para a frequência de lesão, porém ela aponta que a cada  vez mais jovens estão praticando esse esporte, pois de acordo com a  associação outdoor cerca de seis milhões de pessoas, com 16 anos ou  mais, sejam praticantes desse esporte (GERDER, HAFNER, ALDAG-2006).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Em relação às outras variáveis como  gênero, que apresentou p=0,611 e a realização ou não alongamento que  apresentou p=0,649, não evidenciaram diferenças estatisticamente  significativas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A literatura não mostra evidências de que a realização ou não de alongamento pode interferir na frequência de lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;No entanto, os atletas que treinavam  três vezes por semana eram em maior número, por isso também não se pode  afirmar que os atletas que treinam mais de três vezes por semana terão  menor frequência de lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Quanto a essa variável, a literatura não  aponta dados específicos, pois GERDES, E. M., HAFNER, J.W., ALDOG,  J.C., 2006, e WRIGHT, D. m., ROYALE, T. J., MARSHALL, t., 2001,  mostraram que as lesões mais comuns em escaladores eram por sobrecarga,  no entanto a freqüência de treinamentos não era determinada e sim o  tempo de experiência do atleta nesse esporte.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A duração dos treinos também foi uma  variável que apresentou diferença estatisticamente significante,  p=0,0001, porém esse dado não esta estruturada e deve-se ter cuidado ao  interpretá-lo, pois os atletas que praticam treinos de 3 horas tiveram  maior frequência de lesão quando comparados com os atletas que treinam,  por exemplo, 5 horas&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;ou mais, também não podendo afirmar que os atletas que treinam mais de 3 horas tenham uma frequência menos de lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Portanto, pode-se concluir que a  escalada é um esporte com alta frequência de lesão, e que indivíduos  jovens em atividades físicas mais intensas (Bouldering) tem maior chance  de lesão.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7173911309772956249?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7173911309772956249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7173911309772956249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/02/lesoes-ortopedicas-na-escalada.html' title='Lesões Ortopédicas na Escalada Esportiva e Montanhismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5587420318577288511</id><published>2012-02-16T06:20:00.001-08:00</published><updated>2012-02-16T06:20:27.203-08:00</updated><title type='text'>Protocolo de Fisioterapia para reabilitação pós artroscopia de menisco em triatletas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong&gt;Introdução:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Este  trabalho mostra a abordagem da lesão do corno posterior do menisco  lateral do joelho direito em um triatleta de elite. O protocolo de  reabilitação proposto tem por base três pilares em Fisioterapia  Desportiva: Hidrocinesioterapia, Terapia Manual e o estudo do movimento e  do desenvolvimento dos movimentos desportivos. Todos estes pilares  seguem a ideia de estudo e de respeito pela evolução natural da lesão e  como adaptar essas técnicas para conseguir uma recuperação completa,  acelerando a reparação conjunta e mecanismos de regeneração articular de  forma natural e segura.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Palavras-chave: Terapia Manual Hidrocinestiterapia, Kinestiotaping.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Descrição das lesões&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;O  Triatlo é uma disciplina que inclui um desgaste avançado da cartilagem  do joelho, de modo que as estruturas intra-articulares estão sob enorme  tensão devido à alta demanda afeta ao desporto.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;A  lesão do corno posterior do menisco lateral aparece neste caso, sem  qualquer trauma e se desenvolve devido ao excesso de treinos combinados,  natação, ciclismo e corrida e da alta carga de trabalho prolongado para  que o atleta desenvolve durante o treino.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;É  na corrida, onde encontramos um aumento do risco de desgaste do menisco  e, especialmente, do corno posterior do menisco lateral.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Um  aspecto importante deste caso, a dor do paciente agrave-se com a  execução exercício, , de modo que o início da dor é gradual, até que  finalmente se torna incapacitante. Isso acontece porque, no Triatlo, o  atleta se adapta as suas sessões de treino de acordo com cada  disciplina, por isso não reconhece o prejuízo imediato, pois ele pode  continuar nadando ou a pedalar na bicicleta sem problemas. Assume  especial importância o estudo da biomecânica e como os meniscos ficam  sujeitos a pressão variável em cada etapa de treino.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Descrição do procedimento cirúrgico.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;O  paciente chegou á nossa clinica em 2010/06/12 com dor aguda no joelho  direito. Na anamnese, o paciente não consegue determinar a causa ou  origem da dor, mas nos informa que 10 minutos de treino são suficientes  para lhe causar uma dor intensa na face póstero-lateral do joelho  direito que o impede de continuar correndo. Esta dor não aparece durante  seu treinamento na água ou na bicicleta.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Após  a exploração da articulação, vamos definir os testes necessários para  identificar as estruturas afetadas no interior da articulação.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; - Teste Apley&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; - Teste Mackintosh&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; - Teste de Steinman&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt; - Teste Bragard&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:normal"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Depois de identificar a estrutura lesada, o paciente consultou o ortopédista para confirmação diagnóstica.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;- RM: 2010/06/16&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;-  Primeira consulta com o cirurgião ortopédico 2010/07/05. O diagnóstico  da Fisioterapia é confirmado e estabeleceu-se a realização de  artroscopia do joelho para restabelecer a estabilidade.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;- Cirurgia: 2010/07/15. Após a cirurgia, o paciente é liberado para casa.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;- Trauma revisão: 19/07/2010.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Primeira fase &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Inicio do protocolo de reabilitação: 2010/07/21&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;As seguintes variáveis foram obtidas com o método tradicional de goniômetro manual.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;EVA (escala de dor analógica 0-10): 8&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;balança comum:&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Flexão: 30 °&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Extensão: 0 °&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;O  paciente foi internado após a cirurgia com dor aguda referida em todas  as articulações e perturbações do sono, posição antálgica e com a ajuda  de duas muletas. Mostra a articulação com inflamação significativa no  aspecto anterior do joelho operado sem derrame e sensação da pele  engurgitada.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Nesta  primeira consulta, decidiu-se a aplicação de Kinesio Taping  (Kinesiotaping) para abordar a redução da inflamação e redução da dor,  bem como fornecer a base para a manutenção de uma boa educação postural &lt;span style&gt; &lt;/span&gt;do paciente no uso de muletas e dos exercícios em casa.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;1ª Aplicação Kinesiotaping &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Os  primeiros exercícios domiciliares prescritos são importantes na obtenção  de apoio bipodal sem muletas de forma progressiva, fazendo a transição  de cargas de uma perna para outra, sem forçar a flexão do pé do joelho.  Assim, o objectivo de trabalho é proteger o abuso de outras áreas  articulares durante o uso de muletas, por exemplo, a falsa aparência de  uma dismetria dos membros inferiores devido à sobrecarga da articulação  sacro-ilíaca contralateral.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Transferência de carga na marcha e &lt;span style&gt; &lt;/span&gt;exercícios para casa.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Após esta primeira fase .-&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Nossa  principal preocupação é focada em reduzir o processo inflamatório em  primeira instância, refira-se à cirurgia em si, mas depois de quatro  dias, notamos que, apesar da redução da dor na escala analógica (VAS  10/02), o saldo comum não tem melhorado. Durante estes dias, o paciente  conseguiu fazer em casa exercícios de transferência da carga, sem  quaisquer problemas e começou a caminhar com o auxílio de uma muleta. De  Noite tem dor ou o desconforto permanece e não o deixa atingir um sono  reparador.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Na  sequência de uma acção conjunta de observação e palpação, decidimos  encaminhar o paciente para uma segunda consulta com o ortopedista para a  possível absorção de líquido sinovial em excesso.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Em  28/07/2010, procede-se à remoção do sangue coagulado no joelho do  paciente, atraves de punção venosa, que foi produzido durante o curso da  cirurgia /artroscopia. Este efeito secundário da cirurgia parece ser a  principal causa da demora no ganho de articulação devido à  impossibilidade de circulação devido ao esforço de flexão excessiva  exercida na parte da frente do joelho.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Quando  o paciente retorna à consulta naquele dia, decidimos fazer uma nova  aplicação de Kinesio Taping para ajudar a absorção de inflamação  residual.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;2 º Aplicação Kinesio Taping malha (CrossTaping)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Biomecânica do menisco do joelho e sua relevância na corrida de longa distância .&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Quando  você passa do movimento de extensão para flexão, ocorre uma progressiva  rotação interna da tíbia realizada automaticamente, provocando um  movimento de aparafusar do joelho no seu comprimento. Este movimento de  rotação é causada pela incompatibilidade dos côndilos femorais na sua  zona posterior. Para nós, este aspecto deveria ter um significado  especial porque este é o lugar onde o menisco, e particularmente o corno  posterior começará a sofrer maior stresse. Por causa dos movimentos  técnicos da corrida de longa distância do Triatlo, o progresso do atleta  encurtado para proporcionar uma maior freqüência na etapa, conseguindo  assim uma poupança de energia e melhor desempenho na prova. Um exemplo  para mostrar este tipo de técnica de corrida seria a diferença na  passagem entre um corredor de 100 metros e um atleta de maratona (muito  comum nos atletas do Quênia), que aumentam a freqüência de amplitude de  passada a perda de base, que superfícies articulares são preservados e o  impacto é menor.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;A  Mobilidade no plano frontal do menisco deve ser reduzida, com valores  relativos entre 10 º e 15 º, nem sempre a dobra é voluntária, para  facilitar a adaptação do pé ás irregularidades do solo durante a  execução.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Além  disso, destaca-se como o menisco fez um movimento anterior do joelho  durante a extensão, auxiliado por aletas menisco-patelar. Em flexão,  encontramos o tendão do semimembranoso em interação com o corno  posterior do menisco medial e o tendão do poplíteo arqueado ação oblíqua  para o corno posterior do menisco lateral, o menisco esta em  deslocamento posterior.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Segunda fase do trabalho. &lt;span style&gt; &lt;/span&gt;2010/07/30 a 2010/08/08&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Uma  vez que o inchaço do joelho é controlado, nós começámos com a adição de  exercício ativo para recuperar os valores dos movimentos articulares e o  aumento gradual das cargas. Nesta fase, encontramos a evolução natural  da lesão e a cartilagem começa a se regenerar. Aqui, consideramos a  regeneração e a remodelação dos componentes do menisco em si, portanto a  nossa intenção é induzir, através de exercícios, para melhorar a  vascularização da articulação e começar a melhorar a propriocepção  articular.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Da  mesma forma, incluímos outra variável na aplicação de Kinesio Taping,  desta vez para ajudar a contração muscular, afetando o vasto interno /  exterior do músculo quadríceps.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;3 ª Aplicação para o início da contração muscular, bandagem Neuromuscular.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Os  exercícios descritos nesta fase incluem o trabalho na piscina e ginásio,  começando com exercicio ativo na sala de musculação para terminar na  piscina . Essa ordem é dada pelo efeito sedativo da ação da água no SNA e  receptores articulares e permitindo uma melhoria no equilíbrio entre  trabalho conjunto e liberalizados com efeito global massajando todo o pé  e melhorando a circulação sanguínea . Além disso, desta forma, procuram  incorporar o trabalho cardio-pulmonar necessário neste tipo de atletas  que encontram no repouso em casa, um passo trás em seus esforços para  melhorar rapidamente seu desempenho.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;No  ambiente aquático, a propriocepção tem um interesse maior, devido ao  efeito contínuo de desequilíbrio que dá a água durante a operação,  obrigando todos os mecanismos de estabilização do joelho para trabalhar  de forma coordenada.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Descrição dos Exercício:&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Trabalhando com Theraband resistência média-baixa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Flexão do joelho e anca com barra de apoio por trás do pescoço.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Marcha na mesa de apoio. 3 séries de 6-7 rep.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;4 piscinas de 25 metros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;cwrall Kick suporte em madeira&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol"&gt;&lt;span style&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Pontapé de volta na mesa plana&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Os resultados parciais 2010/08/08&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;EVA (escala de dor analógica 0-10): 1&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;balança comum:&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Flexão: 90 graus&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Extensão: 0 °&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Nota: no início desta fase o paciente e conseguiu andar sem apoio na muleta.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Terceira fase do trabalho: a partir de 17/08/2010 para 2010/09/08&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;O  paciente revelou uma marcha normal, sem muletas e uma melhoria  assinalável na redução dos seus desconforto durante o sono, nesta fase  do protocolo de reabilitação é definida como principais objetivos o  ganho máximo de amplitude da articulação do joelho, afetando também o  fortalecimento muscular e desenvolvimento de movimentos técnicos.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;A  remodelação da cartilagem do menisco chega ao fim, de modo que o aumento  da carga é tolerada sem produzir uma inflamação secundária. Além disso,  a força de tração exercida pelo tendão infra-patelar, no momento da  extensão a 0 º é tolerada e, começando a reduzir a atrofia muscular nos  primeiros dias deste processo ocorreu.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Os  Exercicios em casa continuam a progredir, desta vez usando plataformas  de desestabilização para maior ativação dos fusos neuromusculares e  OTGolgi através do sistema nervoso que transmitem o sinal necessário  para ativar os reflexos do tendão.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Exemplo de exercícios em casa.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Outros  campos de atividade, a piscina e sala de fitness irão auxiliar no  progresso de ajustamento do esforço ajudando na evolução natural da  lesão, de modo que, por exemplo, iniciou-se exerciciios com movimento do  quadríceps no banco entre 15 -25 º na primeira vez e progradiu-se para  um esforço final entre 20 º -45 º. Este ganho em graus de movimento  aparece depois de uma fase de aquecimento antes do exercício de  bicicleta, calibragem das diferentes alturas do assento para forçar o  movimento de flexão. Nesta fase, o paciente pode fazer 10min de  passadeira entre 4,5 a 8,5 km / h.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Destacamos, ainda, como o fortalecimento do quadríceps permite o uso de mais resistência no trabalho da piscina&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;e melhora o apoio para fortalecer a propriocepção unipodal e educação postural do paciente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;A  biomecânica da articulação do joelho é completada com exercícios de  alongamento para os músculos da perna inteira, com ênfase especial no  reto femoral e em decúbito lateral o PsoalIlíaco. Esse trecho também  pode ajustar o limiar de dor e deixar que o triatlo começa a ter  sensações óptimas para a recuperação a nível físico e psicológico, pois  não devemos esquecer que a pratica desta disciplina requer uma grande  capacidade de sacrificio .&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Após essa fase, o paciente apresenta os seguintes resultados:&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Dor Escala Analógica (VAS): 10/01&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;balança comum:&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Extensão total de 0 º&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;120 º de flexão do joelho&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;strong style&gt;Discussão e conclusões&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Parece  claro que a artroscopia do menisco não é considerada uma operação  cirúrgica delicada, mas como muitos outros, pode causar efeitos  secundários fora do protocolo de reabilitação. Portanto, a continuação  da exploração do joelho do atleta a cada dia é necessário verificar que  não há problema de aderência da pele ou irrigação após a cirurgia,  especialmente nos primeiros quatro dias.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Um  tópico de discussão que este caso levanta é saber se os parâmetros para a  real remodelação reestruturação de regeneração da cartilagem são  consistentes com a evolução da progressiva da carga e se os joelhos a  podem suportar, pois há uma extensa literatura sobre mais ou menos  protocolos conservadores. Acreditamos que esse aspecto precisa de mais  estudos para unificar carga, intensidade e tempo de exercícios  padronizados.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Parece  óbvio que o paciente se recuperou todos os seus parâmetros normais  sobre a biomecânica da articulação e da potência de seus músculos,  embora a atrofia residual no músculo quadríceps (0,5-1 cm.) Ainda não  foi resolvido, por isso esperar que nas próximas semanas, o protocolo de  reabilitação é estendida para conseguir a simetria entre as pernas.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;O  esporte de triatlo é uma disciplina exigente, com a combinação de três  fases de desenvolvimento que exigem a consideração pelo fisioterapeuta  para adaptar o programa de reabilitação para cada disciplina, esta será  uma estratégia terapêutica.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong style&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Os ensaios clínicos para doenças ósseas, musculares e nas articulações.&amp;quot; Ed.Masson. Autor: Klaus Backup&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Maitland Manipulação Ve&lt;/span&gt;rtebral&amp;quot; 7edición. Ed Elsevier. Autor: Geoffrey Maitland D.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Aquatherapy. Guia de Reabilitação e Fisioterapia na piscina. &amp;quot; Ed.Bellaterra. Autor: J. Kouri&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;A cirurgia do quadril.&amp;quot; Ed. Universidade de Valladolid. Autor: Maria Sanchez Miguel Martin.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;F&lt;/span&gt;isioterapia  aquática para o quadril e osteoartrite do joelho:. Resultados de uma  amostra aleatória simples-cego&amp;quot; Phys Ther. 2007 Jan; 87 (1) :32-43. Epub  2006 01 de dezembro.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Treinamento aquático e destreinamento sobre a aptidão e qualidade de vida na f&lt;/span&gt;ibromialgia.&amp;quot;  Tomas P-Carus, Hakkinen Um N, Gusi, Leal A K Hakkinen, Ortega Alonso  A.Med Sci Sports Exerc. Jul 2007: 39 (7) :1044-50.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;A reabilitação aquática da coluna vertebral.&amp;quot; AJ Cole, Eagleson RE, M Moschetti, Sinnett E.Rehab Manag. Abril-maio de 1&lt;/span&gt;996: 9 (3) :55-60, 62. Review.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Valor da fisioterapia em traumatologia esportiva. Há Umsch julho 1998: 45 (7) :448-57.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Regeneração de Tecidos Moles&amp;quot;. &lt;a href="http://www.cerede.es"&gt;www.cerede.es&lt;/a&gt;. Autor: Manuel José Sanchez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Novas tendências em força e condicionamento físico.&amp;quot; Ba&lt;/span&gt;rcelona 1999. Autor: Julio Tous.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Hidroterapia: Princípios e practicse&amp;quot;. &lt;/span&gt;&lt;span style lang="EN-US"&gt;Autor: Margaret Reid. Elsevier 1997 Ed.&lt;/span&gt;&lt;span style lang="EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Aceleração  da Reabilitação na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA),  utilizando o trabalho de sobrecarga progressiva excêntrica&lt;/span&gt;.&amp;quot; José Manuel Sachs. &lt;a href="http://www.cerede.es"&gt;www.cerede.es&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;A  fisioterapia após a reconstrução do ligamento cruzado anterior do  joelho.&amp;quot; Lorza Blasco Gonzalo. FUB, Fundació Universitaria del Bages  Manresa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;&amp;quot;Associação de Quadríceps e Isquiotibiais Cocontraction com padrões J&lt;/span&gt;oelho Carregando. &lt;span style lang="EN-US"&gt;Riann Palmieri M-Smith, PhD, ATC, McLean Scott G, PhD, James A Ashton-Miller, PhD, e Edward Wojtys M., MD. &lt;/span&gt;J Train Athl. 2009 Maio-Jun; 44 (3): 256-263.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;Efeitos do exercício excêntrico progressiva início na estrutura muscular após recon&lt;/span&gt;strução  do ligamento cruzado anterior. Gerber JP , Marcus RL , Dibble LE ,  Greis PE , Burks RT ,LaStayo PC . J Bone Joint Surg Am 2007 Mar; 89 (3)  :559-70.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt; &lt;/span&gt;reabilitação aquática de base e de formação para o atleta de elite. &lt;/span&gt;&lt;span style lang="EN-US"&gt;Thein JM, LT Brody.Esportes Or&lt;/span&gt;&lt;span style lang="EN-US"&gt;thop J Phys Ther 1998 Jan; 27 (1): 32-41.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:115%"&gt;Autor:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Rodrigo Betemps Cuartero&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;span style lang="EN-US"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5587420318577288511?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5587420318577288511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5587420318577288511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/02/protocolo-de-fisioterapia-para.html' title='Protocolo de Fisioterapia para reabilitação pós artroscopia de menisco em triatletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2164503389524283625</id><published>2012-02-13T04:14:00.001-08:00</published><updated>2012-02-13T04:14:36.345-08:00</updated><title type='text'>Taping: fazendo moda com saúde</title><content type='html'>&lt;span class="item"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="imagem-materia"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/imagens/interacao/original/4/taping-fazendo-moda-com-saude-4-196.jpg" alt="Taping fazendo moda com saúde" title="Taping fazendo moda com saúde" class="foto" border="0"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="legenda"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;Quem  acompanhou os últimos torneios de tênis, viu mais do que belas tacadas,  desfile de músculos e atletas que mais parecem modelos de revista.&lt;div class="island-publicidade"&gt;&lt;div class="island"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; O que virou &amp;quot;moda&amp;quot; entre as tenistas é o &amp;quot;taping&amp;quot;,  uma espécie de fita de esparadrapo feita por fisioterapeutas para  estabilizar a articulação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O médico fisiatra Gilbert Bang,  mestre em ortopedia e traumatologia, de São Paulo, explica que essa  bandagem pode ser usada tanto na fase de prevenção de lesões quanto no  tratamento. &amp;quot;Na prevenção, ela dá sustentação às áreas que normalmente  são submetidas a estresse (esforços repetitivos), reduzindo a frequência  ou gravidade das lesões, pois promove aumento da estabilidade  articular&amp;quot;, diz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo ele, essa fita moderninha - que na  verdade foi usada pela primeira vez em 1986, na Austrália, pelo  fisioterapeuta Jenny McConnell - proporcionam estabilidade, agindo no  controle muscular. &amp;quot;Ela trabalha sobre os tecidos moles (músculos,  tendões, ligamentos) que agem durante o movimento. No caso do joelho,  permite o realinhamento da patela resultando no movimento anatômico&amp;quot;,  explica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando o assunto é tratamento, essa bandagem auxilia na  proteção da área lesionada, proporciona compressão, ajudando no controle  do edema e diminuindo o estresse. Apesar de auxiliar na prevenção de  lesões e suas reincidências, diminuir a gravidade de uma lesão e ainda  agir na estabilidade, controlando o processo inflamatório, a bandagem  não é um tratamento completo. &amp;quot;Ela faz parte de um programa de  reabilitação mais global&amp;quot;, afirma o médico, que é membro da Society for  Tennis Medicine and Science.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A diferença delas para as joelheiras  é que agem de maneira mais individualizada, aplicada de acordo com o  desequilíbrio encontrado, com possibilidade de variação de tensões em  uma mesma articulação em diversas direções e sentidos. &amp;quot;A joelheira  mantém uma tensão generalizada na articulação, servindo apenas como  mecanismo proprioceptivo, ou seja, lembrando o cérebro de que aquela  região do corpo existe e assim, ocorrem mecanismos reflexos de controle  da articulação (ação indireta)&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outra vantagem da bandagem é que  até a dor fica diminuída. Isso porque, segundo Bang, há aumento na  velocidade de transmissão de impulsos nervosos das fibras  neuromusculares, que acabam percebidas mais cedo que os impulsos  responsáveis pela dor. Isso significa que a sensação continua existindo,  mas chega ao cérebro depois. &amp;quot;A bandagem funciona como desvio,  diminuindo o vetor de força resultante sobre a área com lesão&amp;quot;, detalha.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse &amp;quot;taping&amp;quot; pode ser usado em lesões de ligamento e  articulares (rearranjando a biomecânica dos ossos), lesões de partes  moles (como fasciíte plantar), tendinites, distensões musculares (coxa e  virilha), prevenção de lesões musculares e controle de movimento  articular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas é importantíssimo ressaltar que a fita deve ser  preparada por um profissional habilitado e treinado. Para que as tensões  da bandagem possam atuar de maneira eficaz, é preciso ser posicionada  de maneira correta. &amp;quot;A aplicação errada não gerará tensão suficiente  para atingir seus objetivos ou, se aplicada com força excessiva, pode  dificultar a circulação, limitar movimentos e criar dor&amp;quot;, alerta Bang. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes  de recorrer às bandagens, é importante lembrar de que é contra-indicado  o uso para retorno precoce à atividade física. &amp;quot;Usar para poder  praticar esportes é aumentar o risco de reincidência da lesão&amp;quot;, diz  Bang. Da mesma forma, não se deve usar para controlar uma lesão grave a  fim de permitir a participação do atleta em competição. Ele não indica  ainda o uso após gelo - tanto pela baixa aderência quanto pelo efeito  anestésico do gelo em mascarar sintomas - em crianças e à noite. 					 						&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por: 						&lt;strong&gt;Sabrina Passos&lt;/strong&gt; 						 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2164503389524283625?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2164503389524283625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2164503389524283625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/02/taping-fazendo-moda-com-saude.html' title='Taping: fazendo moda com saúde'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5916749273359345889</id><published>2012-02-07T10:39:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T10:39:25.981-08:00</updated><title type='text'>As redes sociais e sua influência nas lesões esportivas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="not_bloco_conteudo"&gt; 						Vejo diariamente nas redes sócias, como Facebook e Twitter, muitas  dúvidas, dicas, truques, macetes e mandingas sobre treinamentos. Como  aumentar o rendimento, como recuperar uma lesão causada pela corrida,  dicas de tratamentos, são alguns dos tópicos discutidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Por mais que a Internet seja uma ótima fonte de consulta, muitas pessoas  a utilizam de forma incorreta. Claro que existem várias opções de  assuntos, inclusive sobre tudo o que foi descrito acima. Mas cabe a  vocês atletas saberem o que pode lhes ajudar ou não.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Vamos a alguns exemplos:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Caso 1. Atleta diz&lt;/b&gt;: preciso procurar um médico, minha canela  dói durante a corrida e não consigo terminar meu treino, tenho que parar  na metade ou às vezes assim que começo a correr. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Resposta de um amigo&lt;/b&gt;: deve ser coisa passageira, espera mais um pouco que vai passar, ou para de correr alguns dias que a dor diminuirá.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Minha dica&lt;/b&gt;: sim, concordo com a resposta do amigo, o atleta  parando de correr com certeza a dor irá passar, mas afirmo com total  certeza que em seu primeiro dia de treinamento esta dor irá voltar,  aliás, voltará mais forte. O tratamento desta lesão inclui uma visita ao  seu ortopedista de confiança, conversar com seu treinador (lembrando  que ainda muitos praticantes de corrida de rua treinam sem orientação) e  realizar a famosa "fisioterapia".&lt;br&gt; &lt;br&gt; Todo este tempo que você ficou parado (a) devido a este incomodo, a sua  lesão se tornou crônica e seu tratamento irá demorar um pouco mais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Caso 2, atleta diz&lt;/b&gt;: sinto uma dor no joelho, bem  abaixo da rótula (patela). Dói quando estico a perna, ou quando fico por  muito tempo com as pernas dobradas. Fui ao médico e ele disse que estou  com uma tendinite patelar devido a um overtrainning. Ele pediu que eu  ficasse um mês sem correr e iniciasse tratamento. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Resposta do amigo&lt;/b&gt;: nossa, e agora, como você vai ficar sem  treinar? Sabe o que você faz, eu tive isso aí uma vez. Sai para pedalar,  faz natação que logo isso passará.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Vamos ao contexto&lt;/b&gt;: se o problema causador da tal tendinite  patelar foi diagnosticado como sendo overtrainning (excesso de treino) o  atleta terá que parar com toda e qualquer atividade relacionada com a  região afetada, neste caso o joelho. Com certeza ele poderá e deverá  fazer um treino, mas de membros superiores ou até mesmo de abdômen, para  não perder completamente o condicionamento físico.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Fica a dica para todos vocês leitores que a qualquer sinal de dor,  converse com seu treinador, procure orientação especializada com um  médico, de preferência do esporte e inicie um tratamento. Com certeza  seus dias sem a corrida serão os menores possíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Todas as histórias acima são reais e acontecem diariamente nas famosas redes sociais.			&lt;br&gt;&lt;br&gt; 			 		&lt;/li&gt;&lt;/div&gt; 			 	 	 			 						&lt;div class="autor_foto"&gt;&lt;/div&gt; 						 			&lt;h3&gt;Por David Homsi&lt;/h3&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5916749273359345889?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5916749273359345889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5916749273359345889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/02/as-redes-sociais-e-sua-influencia-nas.html' title='As redes sociais e sua influência nas lesões esportivas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8928354693294358924</id><published>2012-02-07T02:51:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T02:51:00.843-08:00</updated><title type='text'>Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a rel="attachment wp-att-17076" href="http://www.oqueeutenho.com.br/17075/esportistas-precisam-proteger-suas-estruturas-osseas.html/legs-of-a-young-man-running"&gt;&lt;img class="alignright size-medium wp-image-17076" title="Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas (foto: Cienpies Design/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/06/1239807_31385576-300x200.jpg" alt="1239807 31385576 300x200 Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas" height="272" width="409"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Qualquer esporte impacta seriamente a estrutura óssea dos indivíduos que fazem algum tipo de atividade física. Para evitar que isso acarrete problemas no futuro, os esportistas – constantes ou eventuais – precisam ficar atentos aos equipamentos de segurança e procurar ter um acompanhamento constante de profissionais de saúde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mesmo esportes como a natação e o ciclismo (que à primeira vista parecem ser menos impactantes) podem comprometer a estrutura óssea dos praticantes. Movimentos repetitivos podem levar a um problema nas articulações ou nas membranas e cartilagens que as envolvem.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"As principais dicas para evitar esse e outros tipos de problemas é usar equipamentos de segurança adequados e de qualidade e ter uma boa noção do terreno em que se pratica o esporte. Tomando esses cuidados, boa parte dos problemas com os ossos e articulações estará menos sujeita a acontecer", aponta Roberto Guarniero, médico do esporte e especialista em problemas de joelhos, do Serviço de Medicina Esportiva do Hospital Santa Catarina (HSC), em São Paulo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Bom posicionamento e musculatura adaptada para esforços maiores&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além disso, aponta Rômulo Brasil Filho, ortopedista e também membro do mesmo serviço no HSC, é preciso estar preparado para fazer os exercícios em um bom posicionamento de trabalho no esporte. "Bom posicionamento de trabalho é tão somente fazer o exercícios nas posições corretas. Toda atividade tem posicionamentos ideais que diminuem os riscos para o sistema musculoesquelético. Até mesmo esportes aparentemente 'sem segredos', como o golfe, têm posições ideais e executar os movimentos de forma errada pode comprometer seriamente a coluna ou os músculos de quem pratica", explica o ortopedista. Por isso a importância do acompanhamento de profissionais de saúde física em qualquer atividade esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ambos os especialistas também apontam outro fator determinante para a proteção das estruturas ósseas: um bom trabalho envolvendo o fortalecimento muscular, que é a melhor maneira de proteger os ossos de sobrecarga. "Fortalecer progressivamente – ou seja, sem sobressaltos na capacidade muscular – é a melhor maneira de evitar dores nas costas, problemas nas articulações ou outro tipo de problemas ósseos", aponta Brasil Filho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Joelho sofre em qualquer esporte&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das articulações mais exigidas do corpo, o joelho sofre o impacto em todo tipo de atividade física. No caso dos corredores, o impacto que não foi absorvido pelo tênis, pé e musculatura da perna é sentido, na sequência, pelo joelho. Além disso, as repetições de movimentos nessa área do corpo também são constantes. Não existe esporte em que o joelho não tenha papel importante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Por isso é bom usar todo tipo de equipamento de proteção que alivie os impactos na área do joelho. Além da questão óssea, o que pode acontecer também é que essas atividades comprometam a cartilagem que trabalha para uma boa movimentação da articulação e que, quando comprometida, causa dores intensas", diz Brasil Filho, que lembra que, se necessário, é possível que os atletas profissionais tenham até mesmo que investir em fármacos "protetores de cartilagem".&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A sobrecarga no joelho de esportistas profissionais é intensa. Mas mesmo nos esportistas eventuais é preciso estar atento para o problema, principalmente se você observar a questão da idade. Pessoas que interromperam uma rotina de atividades físicas no passado e estão voltando depois de muito tempo paradas – e já não tão jovens – podem precisar de atenção especial e, portanto, um acompanhamento diferenciado para esse tipo de problema nos joelhos causado pelo impacto excessivo", afirma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;E apesar de toda polêmica atual sobre a importância do alongamento, Braga Filho defende a necessidade dessa prática para complementar a série de cuidados com a estrutura musculoesquelética de quem faz exercícios. "O importante é ter uma boa orientação para realizar todas essas medidas profiláticas que garantam a integridade do esportista eventual ou profissional", finaliza.&lt;br&gt; &lt;br&gt;por Enio Rodrigo &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8928354693294358924?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8928354693294358924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8928354693294358924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/02/esportistas-precisam-proteger-suas.html' title='Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2786995466331069047</id><published>2012-01-26T08:28:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T08:28:29.976-08:00</updated><title type='text'>Lesão esportiva x emoção do atleta</title><content type='html'>    A lesão esportiva é um problema comum no cotidiano esportivo, desta forma deve ser amplamente estudada por profissionais da saúde, dentre os mesmos estão os psicólogos, os quais devem compreender como a mesma pode influenciar o rendimento do atleta e sua qualidade de vida. São diversos os fatores que estão atrelados a uma lesão e cada atleta possui suas particularidades que precisam ser entendidas pelo psicólogo que deseja tornar ótimo o tratamento a fim de recuperar o atleta lesionado visando sua melhora integral, portanto é preciso dissecar este tema de forma cautelosa e bem apurada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Atualmente, a participação nos mais diversos esportes, sejam estes de alto rendimento, lazer ou recreação, vem aumento de forma significativa e concomitante a esta crescente adesão das pessoas as atividades desportivas observa-se o aumento de lesões esportivas dos mais variados tipos (SMITH, 1996). Portanto, torna-se imprescindível que os profissionais da saúde possam estudar o tema com o intuito de auxiliar em todos os esportes para que os sujeitos possam lidar da melhor forma possível com a problemática que os acomete. Para tanto, o profissional precisa estar ciente que a grande maioria dos atletas, sejam estes de esportes de rendimento, lazer ou recreação buscam nos eventos competitivos ou recreativos seu rendimento máximo que somada com uma carga excessiva de trabalho nos treinamentos tem aumentado de forma significativa o número de lesões em desportistas (MENDO, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No que se refere às lesões esportivas sabe-se que há fatores psicológicos fortemente atrelados à predisposição a mesma, bem como ao tempo de reabilitação e ao retorno às atividades desportivas. Os fatores psicológicos também podem interferir no nível de sucesso dos processos de reabilitação (WEINBERG; GOULD, 2001). Outra questão que deve ser considerada e avaliada pelo profissional da saúde ao se deparar com uma lesão esportiva é que quando o atleta se lesiona, este problema é considerado pelo desportista de alto nível como um dos maiores fatores de stress esportivo (DE ROSE JR., 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Buceta (1995) afirma que três tipos de avaliações psicológicas são essenciais a fim de garantir um adequado acompanhamento psicológico de um atleta após a lesão esportiva, são estas: a avaliação da lesão propriamente dita, a avaliação do impacto emocional da lesão esportiva, bem como a avaliação da adesão, do rendimento e do progresso do tratamento. Sabe-se que a avaliação da lesão propriamente dita é competência do médico esportivo, desta forma, cabe ao psicológico trabalhar de forma integrada com o mesmo para que possa obter informações essenciais para o seu trabalho. Além do médico, fisioterapeuta e outros profissionais também poderão ser importantes neste momento para que possam trocar informações e trabalhar de forma interdisciplinar visando uma ótima evolução do processo e o bem-estar do atleta. As informações advindas do técnico são de suma importância e permitem mapear a situação do atleta no contexto de treinamento e competições.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O psicólogo juntamente com a equipe que atua com o atleta lesionado deve compreender que a lesão é um dano causado por traumatismo físico sofrido pelos tecidos do corpo humano, as quais podem ser acompanhadas de experiências psicológicas que afetam o bem-estar do esportista lesionado e podendo vir a afetar, em algum nível, todos os que estão a sua volta. (ANDREOLI, WAJCHENBERG; PERRONI, 2003)&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É fundamental compreender a classificação das lesões esportivas com o intuito de desenvolver o trabalho de acordo com o grau e intensidade do problema, ou seja, individualizar ao máximo o processo nos aspectos psicológicos. Guerrero (2001) classifica os tipos de lesão em leves, moderadas, graves, incapacidade desportiva e incapacidade funcional. As lesões leves são caracterizadas por traumatismos que necessitam de tratamento, mas não chegam a afetar o comportamento do atleta nos treinamentos nem mesmo nas competições. Já as moderadas chegam a provocar algum desconforto no treinamento e diminuem o rendimento do esportista em competições. As lesões graves, por sua vez, são caracterizadas por um período considerável de disfuncionalidade que esta diretamente relacionada com um ou mais meses de afastamento dos treinos e competições. O atleta pode precisar de internação hospitalar e, em alguns casos intervenção cirúrgica. A incapacidade desportiva refere-se às lesões que têm como conseqüência de sua gravidade, um tempo muito longo de recuperação, o que desfavorece que o esportista recupere o seu nível anterior a lesão de rendimento no esporte. Por fim, a incapacidade funcional caracteriza as lesões muito graves que são assinaladas pela permanente disfuncionalidade motora do atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A contribuição de Andersen e Williams (1998) sobre a explicação do papel que os fatores psicológicos desempenham em lesões esportivas, sendo tal relação vista a partir de situações desportivas estressantes. Os autores observam que é importante complementar que o "estresse, entretanto não é o único fator que influencia lesões esportivas", junto com outros fatores como "de personalidade, história de estressores e recursos de controle influenciam o processo estresse e, por sua vez, a probabilidade de lesão" (WEINBERG; GOULD, 2001, p.420). Desta forma, a entrevista psicológica é um dos instrumentos importantes para que este possa mapear a real situação que o atleta vivencia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O começo de uma lesão ocasiona, na maioria das vezes, conseqüências negativas tanto para a participação quanto para o rendimento do atleta no seu esporte. Desta forma, não é raro que o esportista apresente medo, tensão, fadiga, incredulidade, depressão, queixas somáticas (enjôos, perda de apetite, insônia, entre outras) e também dificuldade com o período longo de reabilitação e a restrição de atividades podendo a sentir uma sensação de ser dominado pela lesão esportiva. (BECKER JUNIOR, 2008; MAY, CAPURRO; STUOPIS, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    De acordo com Becker Junior (2008) é preciso compreender que a lesão é um fator negativo e é um problema que pode acometer o desportista a qualquer momento. A lesão é uma das dificuldades que mais tende a preocupar a equipe técnica e, até mesmo, os torcedores. Em alguns esportes são permitidas jogadas mais fortes e violentas fazendo com que tenham maior risco de lesão do que outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Machado (2006) afirma que o medo é um aspecto interligado ao processo emocional do atleta, isto porque é uma emoção presente freqüentemente nos desportos e que pode ser decorrente de diversas causas, dentre elas o desportista pode estar com medo que do "fracasso que ameaça sua performance e carreira" (p.32). Além disso, não são raros atletas que possuem medos relacionados com contusões que poderão ameaçar suas carreiras, seja temporária ou definitivamente, por movimentos mal executados ou por jogadas de impacto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A incidência repetitiva de lesões esportiva demonstra ser um fator indicativo da existência de necessidade de intervenção psicológica para com o atleta acometido pelo problema (MADDISON; PRAPAVESSIS, 2005). Desta forma, Rúbio (2007), afirma que o psicólogo do esporte tem como uma de suas funções acompanhar os atletas lesionados durante a sua reabilitação com o intuito de favorecer este processo e promover um melhor entendimento dos sentimentos experiênciados, assim como se busca vivenciar o problema de uma forma mais proativa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Becker Junior (2000) assinala que algumas mudanças ocorrem na vida do desportista após a lesão, as quais englobam os aspectos desportivos, físico e psicossocial. Dentre as principais mudanças destacam-se no bem-estar físico a lesão física, a dor, o tratamento e a reabilitação, bem como as restrições físicas temporárias podendo existir mudanças físicas permanentes. Já no bem-estar emocional é comum observar trauma psicológico, ansiedade, depressão, sentimento de perda e ameaça à performance no futuro. O atleta também precisa lidar com as demandas emocionais do tratamento e da reabilitação. O bem-estar social, de acordo com Becker abarca possíveis perdas de importante papel social, separação da família, amigos e companheiros de time, um novo relacionamento com os profissionais do departamento médico e, em alguns casos, a necessidade de depender dos outros. O autor também engloba o autoconceito do desportista, no qual a sensação de perda de controle, alteração da auto-imagem, ameaça de metas futuras e até mesmo questionamento de valores morais, ameaça de perda da posição na equipe, necessidade de tomar de decisões sobre circunstâncias estressantes como fatores que podem sofrer mudanças após uma lesão esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A reação emocional de um atleta a uma lesão esportiva é similar àquela de pessoas que encaram a morte iminente, as quais são desenvolvidas por Kübler-Ross (1997). De acordo com essa visão da psiquiatra e abordada por Samulski (2009), atletas que se deparam com uma lesão geralmente seguem cinco fases: 1)Negação, 2) Raiva, 3) Barganha, 4) Depressão e 5) Aceitação. Embora, os esportistas possam apresentar diversas destas emoções em resposta à lesão esportiva, elas não seguem um padrão estereotipado pré-estabelecido. Nem todos os indivíduos passam pelos cinco estágios ou fases após a lesão, por isto é importante observar cada indivíduo na sua individualidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Becker Junior (2010) psicólogos estão ampliando seu trabalho com atletas utilizando técnicas com o intuito de recuperá-lo da falta de motivação, bem como da falta de energia, de estresse e com os próprios procedimentos do processo de reabilitação visando o retorno do atleta as competições. O autor afirma que as técnicas que estão sendo utilizadas são: manejo da dor e técnicas de imaginação e visualização visando diminuir a dor do atleta no período de recuperação. As técnicas de preparação psicológica e relaxamento também são utilizadas e objetivam o rendimento do desportista durante o período de recuperação. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2786995466331069047?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2786995466331069047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2786995466331069047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/lesao-esportiva-x-emocao-do-atleta.html' title='Lesão esportiva x emoção do atleta'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8389941925132975238</id><published>2012-01-26T08:25:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T08:25:51.843-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Esportiva em atletas e não atletas</title><content type='html'> &lt;br&gt;&lt;br&gt;A necessidade de se obter resultados rápidos e eficientes no esporte tem feito com que a fisioterapia esportiva se desenvolva cada vez mais. Este desenvolvimento técnico cientifico tem beneficiado também aqueles que não são profissionais do esporte. Na fase de recuperação o fisioterapeuta trabalha a amplitude do movimento articular, a força muscular, o equilíbrio e a coordenação, a autoconfiança do paciente e o retorno gradual e progressivo as atividades esportivas. Geralmente as lesões no esporte estão relacionadas à falta de condicionamento físico e a traumas diretos. Essas lesões variam de acordo com a modalidade esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Por exemplo: jogadores de futsal e futebol têm uma tendência maior para lesões nos tornozelos, joelhos, musculatura da coxa e panturrilha; já com os tenistas, as lesões mais comuns são os membros superiores como tendinite de ombros e epicondilite (cotovelo).&lt;br&gt; &lt;br&gt;As principais diferenças na maneira como se tratam o atleta e o não atleta estão nas primeiras 24 ou 48 horas após a lesão. No atleta, o tratamento acontece no momento da lesão, com ele ainda em quadra, realizando o que nós chamamos de protocolo de terapia intensiva com: gelo, compressão, elevação da região afetada e repouso absoluto nas próximas 24 horas ou mais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esse período vai determinar o tempo de recuperação. Alem disso, o atleta chega a fazer três sessões diárias de fisioterapia. O grande desafio na recuperação de atletas e fazer com que consigam manter o máximo possível de seu condisinamento físico, mesmo estando em tratamento. O atleta com uma lesão de joelho, por exemplo, não precisa ficar completamente inativo. Podemos tratá-lo com exercícios para os membros superiores, alongamentos, séries de abdominal e atividades orientadas na piscina aquecida. Esse tipo de abordagem no tratamento dos atletas não só mantém o condicionamento físico como acelera sua recuperação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A atividade física orientada por profissionais aumenta a resistência do sistema imunológico e acelera a recuperação dos tecidos lesados. Na recuperação de profissionais do esporte é fundamental que exista desde o começo do tratamento uma troca de informações entre todos os integrantes da comissão técnica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"O grande desafio na recuperação de um atleta é fazer com que ele consiga manter o máximo possível de seu condicionamento físico, mesmo estando em tratamento".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"As primeiras vinte e quatro horas de tratamento vão determinar o tempo de recuperação".&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A atividade física orientada por profissionais aumenta a resistência do sistema imunológico e acelera a recuperação dos tecidos lesados". &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8389941925132975238?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8389941925132975238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8389941925132975238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/fisioterapia-esportiva-em-atletas-e-nao.html' title='Fisioterapia Esportiva em atletas e não atletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8020040784234411408</id><published>2012-01-20T11:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T11:37:54.840-08:00</updated><title type='text'>As lesões durante a prática do Taekwondo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.romulosoares.com.br/userfiles/image/taekwon-do.jpg" src="http://www.romulosoares.com.br/userfiles/image/taekwon-do.jpg"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Análise Estatística&lt;br&gt;Apesar de ser um esporte de contato, o Taekwondo não é considerado um esporte violento quando comparado a outros como o futebol.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os praticantes de Taekwondo estão freqüentemente expostos a lesões traumáticas sendo as contusões as mais comuns.&lt;br&gt;Trago neste texto algumas informações do que tem acontecido durante a prática de Taekwondo tanto em academias quanto em competições.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Tipos de Lesões&lt;br&gt;As possíveis lesões que o nosso corpo está exposto podem ser externas ou internas. Por exemplo:&lt;br&gt;- Chutar o cotovelo do adversário pode provocar um inchaço (edema), o famoso "roxo" (hematoma), dor no peito do pé. São lesões que podemos ver, pois está no lado de fora do corpo (como também os cortes), sendo chamadas então, de lesões externas. E por dentro?&lt;br&gt;  - Podemos ter rupturas de ligamentos, fratura, tendinites, artrite dentre outras. Essas lesões nós não conseguimos ver diretamente, podendo ser chamadas de lesões internas.&lt;br&gt;As causas das lesões podem estar relacionadas ao nosso próprio corpo (causas internas) ou não (causas externas):&lt;br&gt;  - Fatores internos: idade, sexo, constituição física, condições de saúde/doença mórbida, desempenho muscular (força, velocidade, elasticidade)&lt;br&gt;- Fatores externos: programa de treinamento (freqüência, intensidade, qualidade), local de treino (piso, material utilizado), ambiente de treino (altitude, temperatura, ventilação).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dados Estatísticos&lt;br&gt;O Doutor. Baek H.S. da Coréia fez um estudo estatístico das lesões ocorridas durante a prática do Taekwondo (não inclui casos de fraturas e traumatismo crânio-encefálico), concluindo:&lt;br&gt;- 50% dos casos envolvem lesões de ligamentos&lt;br&gt;  - 46% dos casos envolvem músculos e tendões&lt;br&gt;- 4% dos casos apresentam lesões superficiais (como cortes)&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo estatístico da Universidade de Hoso (Coréia) mostrou que:&lt;br&gt;- As fraturas ocorrem em 3% dos casos&lt;br&gt;  - Lesão cerebral acontecem em 0,3% dos casos&lt;br&gt;E qual a parte do corpo que mais sofre lesão?&lt;br&gt;- Pés: 24%&lt;br&gt;- Joelhos: 21%&lt;br&gt;- Perna (canela): 11%&lt;br&gt;- Cotovelo: 10%&lt;br&gt;&lt;br&gt;Daí a importância da utilização de equipamentos de proteção na tentativa de amenizar essas agressões ao nosso corpo, pois as lesões não acontecem simplesmente pela contusão ou entorse.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Também foi realizado um estudo estatístico sobre o cuidador, ou seja, quem está tratando das pessoas que apresentam algum tipo de lesão. Observa-se que o tratamento é feito pelo:&lt;br&gt;- Próprio atleta em 64% dos casos&lt;br&gt;  - Médico em 25% dos casos&lt;br&gt;- Técnico em 12% dos casos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Conclusão&lt;br&gt;Com esses dados podemos concluir que as lesões mais freqüentes acontecem nos pés e joelhos, e que envolvem os ligamentos na maioria das vezes. Daí a importância da proteção do peito do pé como método preventivo de lesões, e o cuidado com os pisos das academias e quadras de competição (fatores de risco para entorses).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Obs.: contusões freqüentes no peito do pé podem provocar lesão de pequenos nervos dessa região, resultando em dor constante.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Recomendações&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Faça um exame médico antes de iniciar qualquer atividade física.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Faça uma avaliação física para conhecer melhor o seu corpo. Essa avaliação (feita pelo profissional de Educação Física) contribuirá para desenvolver um melhor programa de treinamento para você, pois neste ponto devemos respeitar a individualidade de cada atleta.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Converse com seu professor sobre o que anda acontecendo com você, se está se cansando rápido, se sente dores, etc, para descobrir a causa e resolver a questão. Não sendo do alcance do professor, procure um profissional da área. Isso é respeitar o seu próprio corpo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Utilize equipamentos de proteção nos casos em que se faz necessário e nas situações coerentes. Por exemplo, não é necessário fazer uma aula completa de caneleira, protetor de antebraço. Há pessoas que podem ter problemas circulatórios e o protetor pode dificultar a circulação provocando dor ou desconforto nas pernas e braços. Há aqueles que tem alergia ao material que compõe a proteção. Enfim, cada caso é um caso. Você não precisa usar uma armadura para treinar Taekwondo!&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Não espere melhorar num piscar de olhos. Treine com segurança e não abuse do seu corpo. Ele também precisa de repouso! Dependendo do caso, é melhor treinar uma hora por dia e três vezes por semana do que três horas em um dia. RESPEITE SEU CORPO!&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Quando se diz saúde, entenda-se saúde FÍSICA, PSICOLÓGICA e SOCIAL.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Veja se sua academia oferece segurança. Degrau ou desníveis próximo à área de treino é um risco para entorses e quedas. Verifique se o piso "segura" muito o pé, se há pregos na área de treino ou proximidades. Espelhos no Dojang são ótimos, desde que você não esbarre neles! Ambiente tranqüilo, bem iluminado e ventilado é fundamental.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Alimente-se bem. Regime de última hora para entrar em competição é PREJUDICIAL.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Beba água antes, durante e após o treino. Mantenha-se hidratado! Não se cubra ou use roupas pesadas para suar mais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.bang.com.br/mostra_artigo.php?id=228" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8020040784234411408?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8020040784234411408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8020040784234411408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/as-lesoes-durante-pratica-do-taekwondo.html' title='As lesões durante a prática do Taekwondo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1263560601767227030</id><published>2012-01-18T05:36:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:36:44.723-08:00</updated><title type='text'>Esportes de verão aumentam em até 30% os casos de lesões no ombro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/34E3/9C77/0134/E6FB/156B/7866/frescobol-450x360.jpg" alt="frescobol 450x360" title=" (Getty Images)"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Esportes  de verão, praticados pelas pessoas na praia durante o período mais  quente do ano, são responsáveis por um aumento de 20% a 30% no fluxo dos  consultórios, devido à falta de preparo físico e de instruções para a  prática. &lt;br&gt; &lt;br&gt; A estimativa foi feita por médicos do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas de São Paulo. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Arnaldo Amado Ferreira Neto , ortopedista e chefe do Grupo de Ombro e  Cotovelo do instituto, diz que as lesões na região do ombro são as mais  comuns. &lt;br&gt; &lt;br&gt; - As lesões nos ombros são mais frequentes nesta época do ano. A falta  de preparo e o exagero das atividades podem criar processos  inflamatórios, degenerativos e também lesões mais graves como fraturas e  luxações. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Aparentemente inofensivas, as recreações de verão podem comprometer as  estruturas do ombro compostas de tendões e ligamentos que estabilizam e  movimentam esta região. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo o médico, esportes como natação, surfe, voleibol e frescobol são  os mais escolhidos pelos turistas que vão à praia e, por sua vez, são  as causas mais comuns de lesões nos ombros. Outra atividade facilmente  praticada com exagero e sem a orientação adequada é a musculação, que  costuma ficar mais popular nessa época do ano para deixar o corpo  &amp;quot;sarado&amp;quot; a todo custo. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; O especialista diz que a prática regular e o respeito aos limites do corpo ajudam a evitar essas lesões. &lt;br&gt; &lt;br&gt; - Começar de maneira moderada as atividades pode ajudar a preservar as estruturas do ombro e prevenir lesões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja dicas do médico para evitar lesões no ombro: &lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br&gt; - Iniciar a atividade de aquecimento com uma curta sessão de corrida,  bicicleta ou caminhada (de 5 a 10 minutos). &lt;br&gt; &lt;br&gt; - Alongar de 30 a 45 segundos cada grupo muscular da região do ombro e cotovelo, respeitando os limites das articulações. &lt;br&gt; &lt;br&gt; - Movimentar ativamente as articulações em todas as direções (cinco  repetições de cada movimento). &lt;br&gt; &lt;br&gt; - Simular gestos esportivos, como arremesso, braçada (de duas a  quatro repetições, sem impacto ou cargas exageradas).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: R7&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1263560601767227030?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1263560601767227030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1263560601767227030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/esportes-de-verao-aumentam-em-ate-30-os.html' title='Esportes de verão aumentam em até 30% os casos de lesões no ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1791773698799706736</id><published>2012-01-16T04:17:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T04:17:57.699-08:00</updated><title type='text'>Quais são as principais lesões de um jogador de futebol?</title><content type='html'>&lt;div id="pergunta"&gt;                     &lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;                                          &lt;div class="noindex"&gt;                                              &lt;/div&gt;                     &lt;div id="txt_resposta"&gt;                         &lt;p&gt;Atualmente, a maior parte das lesões não está  relacionada a pancadas, mas sim a movimentos de rotação e explosão  muscular. Em uma análise dos prontuários médicos de oito times  profissionais, ortopedistas da Universidade Federal de São Paulo  (Unifesp) constataram que as lesões por choque entre jogadores (as  chamadas contusões) representaram apenas 24,1%, contra 39,2% de lesões  musculares, 17,9% de torções e 13,4% de tendinites. Além disso, o estudo  apontou que 72,2% das lesões ocorreram em membros inferiores, com  predomínio na coxa (34,5%), no tornozelo (17,6%) e no joelho (11,8%). &amp;quot;A  cada 6 segundos o jogador de futebol  faz um movimento inesperado. Articulações e músculos foram feitos para  mexer, mas o ser humano ultrapassa os limites de movimentação do seu  corpo e aí ocorrem as lesões&amp;quot;, diz o ortopedista Moisés Cohen, que  coordenou o levantamento da Unifesp e já operou craques como Raí e  Vampeta. Um estudo dos médicos ingleses Richard Hawkins e Colin Fuller,  publicado no British Journal of Sports Medicine, mostrou que 71% das  lesões ocorridas na Copa do Mundo de 1994 aconteceram em lances não  assinalados como faltas, o que indica que o maior inimigo do atleta é a  competividade do futebol moderno. &amp;quot;O movimento não precisa ser brusco  para machucar. Muitos rompem o ligamento cruzado (do joelho), por  exemplo, por causa de um movimento sozinho&amp;quot;, conclui Moisés Cohen.&lt;/p&gt; &lt;div class="box"&gt;&lt;strong&gt;Pronto-socorro futebol clube&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entorse? Contratura? Entenda como e onde acontecem as principais lesões do futebol&lt;/em&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rosto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apalpe seu rosto e sinta o osso bem embaixo do seu olho. É o osso  zigomático, que vai até a mandíbula, formando um vão sob ele. Muitos  jogadores costumam usar os braços para proteger a bola e às vezes, com  uma cotovelada, afundam esse osso&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Púbis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O local onde o músculo  adutor da coxa se encontra com o púbis (parte de baixo da &amp;quot;bacia&amp;quot;) é um  dos mais sobrecarregados no futebol. O movimento repetitivo nessa  região provoca uma inflamação no tendão que junta o músculo e o osso. É um tipo de tendinite - o tendão não se rompe - sentida como a famosa &amp;quot;puxada na virilha&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Canela&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A fratura na tíbia é o tipo de fratura mais comum no futebol.  Antigamente, quando o uso de caneleiras não era obrigatório, elas eram  ainda mais típicas. Em casos de fratura da tíbia, é comum que a fíbula  também seja afetada, afinal é um osso muito mais fino e que nem sempre é  protegido pelas caneleiras&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tornozelo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como o joelho, sofre com a rápida movimentação do futebol  moderno. Para piorar, os tornozelos estão mais vulneráveis a pancadas e  aos buracos do campo. As lesões mais comuns são torções (ou entorses)  nos ligamentos que conectam os pés aos ossos da perna - o ligamento  anterior de um boleiro vive dolorido&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fratura por estresse&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais um tipo de lesão causado por movimentos repetitivos, que apesar  de gerar muita dor, não é detectado no raio X. Para entender, pense no  osso como um arame: se você o dobrar muitas vezes no mesmo ponto, uma  hora ele vai arrebentar. Os ossos que mais sofrem por estresse são os do  pé, que são finos e não param de se movimentar&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Joelho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os movimentos de rotação são os culpados pelas lesões no joelho. As  mais comuns são rompimentos (total ou parcial) do ligamento cruzado  anterior (1), do ligamento colateral-tibial (2) e do menisco (3). Eles  funcionam como elásticos que se esticam com a rotação da perna. Quando  são sobrecarregados, eles rompem e é preciso reconstituí-los usando  outros tendões, como o de trás da coxa&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coxa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O músculo  é feito de várias fibras que, na hora do movimento, escorregam umas  sobre as outras. Quando o movimento não é harmônico ocorre um  estiramento. Durante o chute, por exemplo, o músculo  está contraído para produzir a força contra a bola e, de repente, você o  estica. Os músculos posteriores são as principais vítimas. Eles podem  simplesmente travar (contratura) ou mesmo se romper&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Equipamentos de proteção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os mais usados são caneleira, tornozeleira e bermuda térmica (ou  &amp;quot;coxeira&amp;quot;). Muitas caneleiras já têm uma tornozeleira acoplada, mas,  para dar mais firmeza, os jogadores geralmente fazem uma &amp;quot;botinha&amp;quot; no  tornozelo com uma faixa. A coxeira ajuda a deixar a musculatura da coxa  aquecida e produz pressão sobre as fibras para evitar que elas  escorreguem de mais ou de menos&lt;/p&gt;&lt;h6&gt;&lt;font&gt;por Artur Louback Lopes&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt; &lt;/div&gt;                     &lt;/div&gt;                 &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1791773698799706736?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1791773698799706736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1791773698799706736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/quais-sao-as-principais-lesoes-de-um.html' title='Quais são as principais lesões de um jogador de futebol?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-350452140515797197</id><published>2012-01-02T13:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T13:32:00.847-08:00</updated><title type='text'>Prevenção de lesões de tornozelo em praticantes de Voleibol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:left;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    O voleibol está entre os esportes mais populares do mundo. No Brasil, houve um considerável aumento na prática desta modalidade, motivado talvez, pelas importantes conquistas e por influência dos meios de comunicação. Nestas participações estão homens mulheres das mais variadas idades com diferentes níveis de habilidade. E todos estão susceptíveis as lesões.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    As lesões mais freqüentes são desencadeadas por trauma agudo (macrotrauma), onde os mecanismos de causa são bem definidos. No voleibol, este tipo de lesão é bastante comum. Apesar de ser um esporte com limitado contato físico, pelo fato, das equipes estarem separadas por uma rede, há uma elevada incidência de lesões (SCHUTZ, 1999). A maioria dessas lesões ocorre principalmente na zona de ataque da quadra de voleibol, atingindo principalmente a região do tornozelo, durante a finalização das ações de bloquear e atacar (LAFORGIA, et al., 1995; BAHR &amp;amp; BAHR, 1997; SCHUTZ, 1999). Nesta área, os atletas estão propensos a adquirir este tipo de lesão. Todos, com exceção do líbero estão igualmente expostos ao risco, durante os treinos ou nos jogos coletivos.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    O contato físico fica restrito a zona de conflito (SCHUTZ, 1999), localizado na linha central da quadra de voleibol, sob a rede. A cada aterrissagem das ações realizadas (bloqueio, ataque ou levantamento com salto), os atletas podem cair com um dos pés mal posicionado no solo ou sobre o(s) pé(s) do companheiro ou do adversário, acarretando sérias conseqüências (Figura 1).&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd117/riscos2.gif" border="0" height="100" width="183"&gt;&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;Figura 1. Esquematização do mecanismo de entorse por inversão do tornozelo na zona de conflito, sob a rede na linha central da quadra de voleibol. Fonte: BAHR et al., 1994: 598.&lt;/p&gt; &lt;/i&gt;&lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;Incidência de lesões na região do tornozelo na prática do Voleibol&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    Estudos sobre as lesões no voleibol profissional estão bem descritos na literatura. No entanto, existem poucos estudos direcionados ao voleibol amador principalmente nas categorias de base. Os atletas jovens praticantes de voleibol também têm sofrido com altos índices e com a precocidade das lesões.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    Entre as atletas que sofreram lesão com afastamento temporário da prática do voleibol no ano de 2003 e primeiro semestre de 2004, 66% estavam entre as idades de 11 e 14 anos, na época, categorias Pré-Mirim e Mirim, período em que estão em fase de aprendizagem e formação desportiva. Metade dessas lesões incidiu na região do tornozelo, por trauma agudo. (FARINA, 2006).&lt;font color="#ff0000"&gt; &lt;/font&gt;Outra pesquisa realizada pelo autor, considerando apenas as lesões relatadas nos membros inferiores nesta mesma população, verificou-se também que o tornozelo foi a região mais atingida, e que, 23,63% delas tinham sofrido mais de uma lesão, bilateralmente ou por reincidência (FARINA, 2001). A proporção do risco aumenta no sexo feminino e principalmente em atletas com prévia história de entorse, as chances de reincidência aumentam em quatro ou cinco vezes (BAHR E BAHR, 1997, BAHR, et al. (1997); THACKER, 1999). E as mulheres são mais susceptíveis as lesões que os homens (GORMAN, 1998; ROZZI &amp;amp; LEPHART, 1999).&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    LAFORGIA, et al. (1995), relatou que as lesões no tornozelo ocorreram em maior escala nos jogadores de ponta do que nos jogadores de meio, essa análise foi realizada durante uma competição de grande importância na Itália.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;O mecanismo de lesão&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    O mecanismo de lesão mais freqüente na região do tornozelo é o trauma agudo por entorse. Existem dois mecanismos de entorse, por eversão e inversão. A eversão é um mecanismo de lesão de menor ocorrência, porém, apresentam danos mais severos as estruturas comparadas aos danos pelo mecanismo de inversão.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    Atentaremos em descrever o mecanismo por inversão (Figura 1), por ser mais freqüente nas atividades esportivas (MILLER &amp;amp; HERGENROEDER, 1990; BERNIER, PERRIN, 1998; SCHUTZ, 1999).&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    A entorse não ocorre unicamente por um único movimento, são combinações de movimentos, como a de flexão plantar, supinação e adução do pé. Ações acima dos limiares fisiológicos provocam distensões, rupturas (parcial ou completa) de um ou mais dos ligamentos articulares que estabilizam o tornozelo. Durante a ocorrência da inversão, os ligamentos e os músculos na região da fíbula responsáveis pela eversão do tornozelo, reagem rapidamente na tentativa de estabilizar a articulação, mas, se o movimento for continuado, por uma ação de grande intensidade, acaba excedendo as tensões dos tecidos, e o primeiro e se romper é o ligamento talo-fibular anterior, seguido pelo ligamento calcâneo-fibular, e posteriormente ou sucessivamente, o talo-fibular posterior, podendo atingir estruturas ósseas com fraturas no nível da linha articular (MILLER &amp;amp; HERGENROEDER, 1990). A intensidade de mecanismo de lesão influenciará na gravidade da lesão.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    A inversão do tornozelo freqüentemente resulta em grau de instabilidade funcional principalmente nas reincidências, devido à diminuição das forças dos músculos eversores do tornozelo e da sensibilidade dos proprioceptores na região. BERNIER E PERRIN (1998), reforçam que esses fatores influenciam no controle postural.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;Proposta de prevenção&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    A prevenção é uma soma de medidas com bases científicas que devem ser colocadas em prática de forma planejada e organizada. Para que o programa seja efetivo, os profissionais que atuam com atletas amadores ou profissionais de qualquer idade (professores, preparadores físicos, técnicos, fisioterapeutas, médicos, entre outros) precisam atuar concomitantemente e solidariamente. A participação e a colaboração do atleta é fundamental para o sucesso, tanto na prevenção ou no tratamento das lesões.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    As propostas descritas a seguir são informações e sugestões baseadas na revisão bibliográfica e na experiência profissional com o propósito de intervir na prevenção das lesões na região do tornozelo.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;   &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;a.   Programa Teórico:&lt;/i&gt; o esclarecimento dos fatores   de risco para a conscientização são importantes (BAHAR, et al., 1997).   Explicações e demonstrações áudio-visuais, dos mecanismos e das ações   que podem levar o atleta a adquirir lesões, despertam a preocupação e a   precaução.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;b. Pré-avaliação:&lt;/i&gt; a avaliação biomecânica e das condições físicas dos atletas antes da iniciação esportiva e em cada pré-temporada, é fundamental, para a identificação dos possíveis problemas que possam levar o atleta estar no grupo de risco (GARRICK, 1990; HERGENROEDER, 1997; ZITO, 1993).&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;c. Treinamento Resistido:&lt;/i&gt; este tipo de treinamento favorece a aptidão física e o condicionamento da resposta fisiológica para a atividade física. Realizado nas estruturas adjacentes à articulação do tornozelo especificamente, levam a adaptações neuro-musculares favoráveis, sustentando e reforçando a estabilidade articular, conseqüentemente, prevenindo lesões. Sugere-se o fortalecimento dos músculos, dorsiflexores, eversores do tornozelo e dos flexores-plantar.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;d. Treinamento Funcional: &lt;/i&gt;o treinamento funcional vem sendo muito difundido no Brasil. Têm como princípio, condicionar o corpo funcionalmente de maneira eficiente e segura, podendo estar diretamente relacionado a atividade física praticada, melhorando seu desempenho. Estimula o corpo amplamente facilitando o aprimoramento dos movimentos, por deixar de trabalhar as unidades músculo-esquelética de forma segmentada ou isolada, conseqüentemente, prevenindo lesões, entre outros benefícios.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;e. Alongamento:&lt;/i&gt; por meio de exercícios regulares e específicos, o alongamento favorece a mobilidade articular, otimiza o aprendizado e o desempenho atlético pela consciência corporal, diminuindo a tensão muscular na região.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;f. Propriocepção:&lt;/i&gt; as técnicas de propriocepção são baseadas na educação e no treinamento cinestésico, proporcionando melhoria da consciência corporal, na coordenação dos movimentos e na pré-ativação dos mecanismos de defesa inconsciente e consciente. E para isso, existem uma gama de exercícios que podem ser incluídos nos treinamentos da modalidade. BRINER &amp;amp; BENJAMIM (1999) E THACKER (1999), referem que este tipo de intervenção pode ser efetivo entre atletas com tornozelos previamente lesionados sem o benefício dos estabilizadores durante as atividades. Observou-se uma redução no número de lesões no tornozelo reincidentes quando utilizado a técnica, mas não houve redução para os casos com mais de 5 danos prévios de entorse (BAHR, et al., 1997). É recomendável que os exercícios proprioceptivos sejam realizados com os pés descalços para facilitar a percepção dos mecanoreceptores, permitindo maior sensibilidade ás percepções provenientes do solo, enviando para os níveis superiores informações mais claras. O treinamento em terrenos irregulares como areia, grama, camas elásticas, trampolins, colchões, entre outros, geram instabilidades, favorecendo o treinamento proprioceptivo. Além de quebrar a rotina dos treinamentos, desperta a motivação pelos desafios impostos e amenizam a constância dos saltos em superfícies duras. O ideal é a utilização das técnicas próxima à realidade de jogo, para a preparação e condicionamento dos atletas em determinadas situações.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;g. Treinamento técnico:&lt;/i&gt; Sugere-se, que a realização dos movimentos técnicos, principalmente nas ações de atacar e bloquear (individual, duplo ou triplo) poderiam afetar as taxas de lesões no tornozelo pelo condicionamento, evitando a linha central durante as ações (BAHR, et al., 1997). Segundo BRINER &amp;amp; BENJAMIM (1999), este tipo de intervenção pode reduzir em 50% a incidência de entorse de tornozelo. Treinar os atletas a não avançar em direção a rede em demasia, parece influenciar na prevenção de lesões, Figura 2.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd117/riscos3.gif" border="0" height="179" width="208"&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;i&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;Fonte: BAHR, et al. 1997: 174.&lt;/p&gt; &lt;/i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;   &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;Figura   2. Exemplo no ataque. O atleta evita invadir a linha central da quadra durante   os treinamentos como forma de condicionamento da ação.&lt;/p&gt;   &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;h.   Calçado:&lt;/i&gt; os calçados devem ter adequação em   relação ao tamanho, aos apoios e acolchoamentos, devido aos inúmeros saltos   realizados, devem ser observados os solados para aderência, considerando o   tipo de piso e para a absorção de impactos. Grandes empresas investem muito   no aprimoramento dos calçados esportivos específicos, basta escolher o mais   adequado ao tipo de esporte praticado. As meias fazem uma relação de grande   importância na estabilidade junto ao calçado.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;i. Controle da Fadiga Muscular&lt;/i&gt;: a fadiga muscular leva a inabilidade de gerar força, dificulta a coordenação motora pela diminuição da sensibilidade dos receptores musculares. A fadiga é normalmente caracterizada pelo desconforto e dor, por acúmulo de ácido lático no músculo. Segundo ROZZI E LEPHART (1999), uma redução na velocidade de condução da membrana leva há uma má qualidade da contração muscular, diminuindo a pré-ativação dos mecanismos de defesa.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;j. Estabilizadores de Tornozelo:&lt;/i&gt; é um auxiliar que contribui na redução das lesões no tornozelo, pode ser incluída como estratégia de prevenção. No entanto, o uso indiscriminado por longo período sem a associação dos incessantes exercícios de propriocepção e fortalecimento, pode ser prejudicial. Porém, ainda existam controvérsias em relação ao desempenho do atleta com o uso dos estabilizadores de tornozelo (BAHR, et al., 1997; THACKER, et al., 1999). Os atletas que utilizaram estabilizadores associados a um programa de prevenção proprioceptiva tiveram significativamente índices menores de lesões, estas diferenças estão relacionadas em atletas com história prévia de lesão. BRINER E BENJAMIM (1999) recomendam o uso dos estabilizadores enquanto o atleta estiver realizando a reabilitação ativa. Sugestão: sabendo-se que a maioria das lesões ocorrem durante os exercícios específicos da modalidade e não nos jogos coletivos, entre as atletas das categorias de base (FARINA, 2006). Talvez, seja importante considerar a utilização do mesmo, nestas situações, como auxílio preventivo, antes de adquirir lesão. Novamente, associado a outros métodos e técnicas preventivas.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;k. Alterações na Regra de Voleibol&lt;/i&gt;: outro fator que poderia contribuir na prevenção das lesões seria a alteração de uma das regras oficiais da modalidade de voleibol, item, invasão sob a rede. Este parece favorecer o contato entre os oponentes. Metade das lesões acontece nesta área (BAHR &amp;amp; BAHR, 1997). Porém, existe uma discussão, que tal mudança poderia ocasionar uma alteração no fluxo do jogo, aumentando as interrupções pelas faltas cometidas. Foram realizadas testes com estas alterações, os atletas não poderiam ter nenhum contato com a linha central. No entanto, foi constatado um aumento nas interrupções em 8,4% de 1355 rallys contra 0,3% de 1768 rallys com as regras atuais. A alternativa, para os futuros estudos, diferentemente de BAHR &amp;amp; BAHR (1997), atentaria apenas na diminuição da área de contato, deixando a linha central como parte integrante da quadra, aplicando a penalidade quando o atleta ultrapassasse com qualquer parte do pé, além dos limites da linha como mostra a Figura 3.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd117/riscos4.gif" border="0" height="149" width="160"&gt;&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="center"&gt;Figura 3. Ilustração adaptada e sugestiva das alterações das regras de voleibol.&lt;/p&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;l. Crescimento Rápido:&lt;/i&gt; Pode-se ter como hipótese que o crescimento (2º estirão) possa ser um dos fatores contribuintes pelo alto índice de lesões em atletas com idades mais baixas que estão em período de formação esportiva (FARINA, 2006). Neste período há uma diminuição da coordenação motora geral e da consciência corporal, pelas alterações dimensionais abruptas das estruturas músculo-esqueléticas.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;&lt;i&gt;m. Outros fatores:&lt;/i&gt; refere-se às atividades que auxiliam na preparação das atletas para a prática do voleibol, atividades como: aquecimento, corridas, além das atividades recreativas e comemorações. Estas situações são responsáveis por uma parcela das lesões, afetando principalmente a região do tornozelo. Em situações de corrida ou trotes (aquecimento ou condicionamento cardiovascular), foram relatadas lesões por irregularidades no terreno, como degraus e buracos. Nas comemorações, estas ocorrerem durante os saltos ou saltitos comemorativos pela pontuação alcançada durante o jogo. O futebol como atividade alternativa, teve uma considerável contribuição para a aquisição de lesão por mecanismo de entorse na região do tornozelo (FARINA, 2006). Segundo os autores, HEWETT &amp;amp; LINDENFELD (1999) e HARRIS (2000) ressaltam, a falta de habilidade como fator de risco de lesão. Portanto, praticar o &amp;quot;futebol&amp;quot; ou qualquer outra modalidade esportiva diferente do voleibol, como forma de aquecimento ou recreação pode ser um fator de risco, pela inabilidade das atletas nestes esportes. Com as devidas precauções, seria possível prevenir em quase 100% os riscos de lesões nestas situações.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;Considerações finais&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    A prevenção no esporte é fator primordial, é a primeira forma de proteção para o atleta. Esta proteção deve ser iniciada na infância, respeitando as distintas fases do desenvolvimento humano junto ao processo de aprendizagem motora desportiva. Uma equipe de profissionais qualificados, responsáveis e sensíveis ás respostas fisiológicas individualmente, é relevante.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    Cada item da proposta pode contribuir no resultado geral, na redução das incidências de lesões na região do tornozelo. É necessário discutir a importância da prevenção e da realização do trabalho em equipe e, convencê-los (todos) a assumir as responsabilidades de prevenção durante os treinos e jogos. A equipe técnica é o agente direto na prevenção, trabalhar conjuntamente na elaboração dos treinamentos, na adequação e na segurança é fundamental, para deixar os atletas livres dos perigos desnecessários.&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt" align="justify"&gt;    As intervenções profiláticas estão além da ação direta com os atletas, esta integração é de extrema importância para o sucesso do programa, dando ao atleta a oportunidade de torna-se não só um vencedor, mas principalmente um adulto seguro e sadio dentro e fora das quadras.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd117/riscos-de-lesoes-na-regiao-do-tornozelo-em-jogadores-de-voleibol.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;font face="tahoma"&gt;&lt;font face="tahoma"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-350452140515797197?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/350452140515797197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/350452140515797197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/prevencao-de-lesoes-de-tornozelo-em.html' title='Prevenção de lesões de tornozelo em praticantes de Voleibol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6236075732736506177</id><published>2012-01-02T13:26:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T13:27:00.141-08:00</updated><title type='text'>Flexibilidade e lesão no tornozelo do bailarino</title><content type='html'>Poucos estudos tem sido publicados sobre a relação entre dança e lesão no  bailarino levando ao desconhecimento do mesmo no que diz respeito aos cuidados  necessários a serem tomados durante esta prática. A falta de informação por  parte dos bailarinos, sobre o seu próprio corpo, faz com que o número de lesões  seja cada vez maior, uma vez que muitos professores de dança apresentam-se  totalmente despreparados no sentido de orientar seus alunos em questões  anatômicas, cinesiológicas e fisiológicas, questões estas que estão diretamente  ligadas à prática da dança no que se refere ao rendimento técnico e o máximo de  segurança.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Observou-se durante a vivência entre bailarinos (iniciantes e experientes) com  hipermobilidade da articulação talocrural (tornozelo), a sistemática falta de  força dos mesmos e maior tendência à instabilidade articular em inversão na  realização do trabalho de pontas durante a prática da dança, ou seja, a  ocorrência de um desalinhamento do eixo vertical do tornozelo durante o trabalho  de pontas onde o dedo mínimo é projetado em direção ao solo. Partindo desta  observação fez-se necessária uma investigação mais aprofundada da presente  questão objetivando conferir se esta hipótese é verdadeira para então prevenir o  acontecimento de lesões. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Palazzi, Hernandez e Perez (1988) relatam que dança quando praticada com  dedicação objetivando a perfeição, pode ser comparada aos esportes de  competição, no que se refere ao número de horas praticadas diariamente. A partir  do relato destes autores podemos pensar em dança como uma atividade com grande  probabilidade de ocorrência de lesões pela alta exigência sofrida por alguns  segmentos corporais, onde podemos citar a articulação do tornozelo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Autores como Minguez (1988), Palazzi, Hernandez e Torrens (1992), entre outros,  apontam a articulação do tornozelo como um dos segmentos onde acontece o maior  número de lesões em bailarinos. Ocorre que, alguns bailarinos são donos de uma  mobilidade articular acima da média, em que tem se observado uma possível  relação entre esta característica articular e uma falta de força local, podendo  ser este, um forte agravante no acontecimento de lesões. Segundo Minguez (1988),  um aumento da prevalência de hipermobilidade articular em bailarinos, os  predispõe a apresentar lesões ligamentares entre outras patologias; este autor  ainda cita que, dada a intensidade desta atividade, a hipermobilidade em  bailarinos pode ser considerada mais como uma desvantagem. A inter-relação entre  hiperlassidão articular e a dança é freqüentemente ponderada e debatida, ainda  que seu estudo científico seja bastante escasso. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Howse (1987) relata que, a partir de estudos com jovens bailarinos, concluiu-se  que os bailarinos hipermóveis apresentam maior propensão a sofrer lesão do que  aqueles sem hipermobilidade articular Em um bailarino com hipermobilidade  articular a força é extremamente importante no controle deste aumento de  mobilidade, que acompanha, com relativo equilíbrio, uma fraqueza muscular.  Infelizmente estes jovens bailarinos hipermóveis, podem apresentar grande  dificuldade em desenvolver força suficiente para controlar o aumento da  mobilidade articular.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Segundo Shafle, apud Hergenroeder (1988) a falta de força no pé e tornozelo do  bailarino pode resultar em entorses agudos do mesmo ou lesões por uso excessivo  destes. A flexão plantar sobre o solo (trabalho de pontas) é um movimento  articular de grande solicitação na maior parte das modalidades de dança. Este  movimento é na dança denominado relevé. Bordier (1985) cita que o relevé  executado em inversão é erro freqüente realizado pelo bailarino na prática da  dança.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Gangneire, Euler-Zigler Fournier, Commandre (1998) apontam que a lesão mais  comum no bailarino ocorre com freqüência em inversão do tornozelo. Distensões  podem ocorrer em qualquer ligamento do pé e tornozelo, porém o mais comum  envolve o complexo de ligamentos localizados lateralmente no tornozelo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Reenstram (1999) concorda com os autores acima e explica que, a lesão ligamentar  lateral se dá tipicamente em flexão plantar em inversão, pois é a posição de  máximo estresse do Ligamento Tíbio Fibular Anterior (LTFA), este é o mais frágil  dos ligamentos laterais. Com o pé na posição anatômica, o LTFA corre paralelo ao  eixo do pé, quando este se encontra em flexão plantar sobre o solo (relevé), o  LTFA, corre paralelamente ao eixo da perna, ficando desta forma, mais suscetível  à lesão, uma vez que as torções ocorrem geralmente em flexão plantar e em  inversão. O trabalho de pontas é um exemplo típico que pode enquadrar-se no que  explica este autor.&lt;br&gt; Hamilton (1988) afirma que muitos problemas podem ocorrer em uma distensão dos  ligamentos durante um entorse de grau III (entorse severo). Esta situação ocorre  no momento em que o tornozelo deixa de seguir o alinhamento da perna por uma  questão de instabilidade, gerada provavelmente pelo déficit de força da  musculatura local para manter a posição de relevé perpendicular ao solo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Segundo Gleim, Mchugh (1997) muitos especialistas em Medicina do Esporte  acreditam que a flexibilidade assume importante papel na ocorrência de lesões,  ainda que possa apresentar-se de diferentes formas conforme a modalidade  esportiva realizada; porém, estes autores concordam que a flexibilidade dinâmica  para lesões ainda não tem sido investigado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; PESQUISA&lt;br&gt;&lt;br&gt; Relacionando-se a observação de bailarinos hipermóveis com fraqueza muscular e,  a revisão bibliográfica realizada anteriormente, conclui-se que somente através  de uma pesquisa científica seria possível considerar a possibilidade desta  questão ser verdadeira. A partir desta pesquisa bibliográfica foi realizada  também uma pesquisa de campo onde se investigou a relação entre flexibilidade e  lesão da articulação talocrural no trabalho do relevé em pontas (flexão plantar  talocrural e metatarsofalangeana sobre o solo) em bailarinas semiprofissionais  de Ballet Clássico.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Metodologia - a amostra pesquisada (composta por 8 bailarinas) foi selecionada  através de Anamnese (informações como idade, tempo de prática de dança e carga  horária e perna dominante), IMC (Índice de Massa Corporal, para certificar-se de  que não há bailarina com aumento de peso) e mensuração da amplitude de flexão  plantar talocrural de ambos os tornozelos a partir de um flexímetro (aparelho  utilizado para medir a ADM - Amplitude de Movimento Articular). Vale salientar  que os graus de flexão plantar talocrural encontrados nas bailarinas  selecionadas para compor a amostra variaram em seus valores do mais baixo ao  mais alto grau de flexibilidade, objetivando desta forma, verificar se as  bailarinas com maior grau de flexibilidade talocrural apresentarão maior  tendência a sofrer entorse em inversão na prática do relevé, do que as  bailarinas com menor flexibilidade na referida articulação. O programa  compreendeu de um período de dois meses e meio onde foram observadas (filmadas)  dez aulas (sessões) de Ballet Clássico, sendo os exercícios realizados com leve  apoio de uma barra fixa e no centro da sala sem apoio nenhum. Em aulas de Ballet,  a maior parte dos exercícios tem uma duração que varia de quinze segundos a  poucos minutos onde se trabalham contrações do tipo isométrica, concêntrica e  excêntrica, exercícios de resistência muscular localizada (principalmente em  membros inferiores), força rápida e resistência de força e flexibilidade. O  tempo de duração de cada aula varia entre 1h30min. a 2h de duração. &lt;br&gt; Também buscando coletar dados, a amostra respondeu a um questionário do tipo  fechado (informações sobre possíveis instabilidade articulares e lesões de  tornozelo pregressas) e submeteu-se a um teste de equilíbrio (Eurofit, 1988). &lt;br&gt;&lt;br&gt; Resultados - a análise dos resultados, a partir dos dados coletados, foi  apresentada segundo valores encontrados a partir do teste t - student para dados  pareados, onde foram levadas em consideração as variáveis ADM talocrural, IMC,  teste de equilíbrio e número de inversões ocorridas durante a pesquisa. Em  função dos resultados obtidos, concluiu-se que o número de inversões aconteceram  com maior freqüência nos tornozelos mais flexíveis com um nível de significância  &amp;lt; 0,05. A partir desta tendência, constatou-se que bailarinas com aumento de  flexibilidade talocrural apresentaram um déficit de força local, ficando desta  forma mais expostas ao risco de sofrer entorse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; CONCLUSÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt; A partir dos resultados obtidos, foi possível refletir e concluir que como um  mecanismo de prevenção, seria prudente por parte dos professores de dança, uma  maior interação sobre questões anatômicas, cinesiológicas e fisiológicas do  bailarino e não somente nas questões artísticas. Um bailarino trabalhado de  forma consciente e cuidadosa na parte técnica é um bailarino com maior  probabilidade de apresentar alto rendimento em termos de performance além de um  maior tempo de vida útil durante sua carreira, não somente no período  profissional, mas desde sua iniciação na dança, momento este de suma importância  na vida de um bailarino, pois compreende a fase de seu desenvolvimento, quando  ocorrido na infância.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.bailarinas.kit.net/Artigos/artigos_-_tornozelo.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;a href="http://www.bailarinas.kit.net/Artigos/artigos_e_entrevistas.htm"&gt; &lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6236075732736506177?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6236075732736506177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6236075732736506177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/01/flexibilidade-e-lesao-no-tornozelo-do.html' title='Flexibilidade e lesão no tornozelo do bailarino'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8524196689895107195</id><published>2011-12-20T03:10:00.001-08:00</published><updated>2011-12-20T03:10:08.795-08:00</updated><title type='text'>Esportes de alto impacto podem causar osteoartrite de joelho</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div id="article-body"&gt; &lt;div class="multimedia photo"&gt; &lt;div class="figure"&gt;  &lt;img src="http://oglobo.globo.com/in/3480289-2ab-4ec/FT500A/Fut.jpg" alt="O futebol é um dos esportes prejudiciais às articulações, diz estudo Foto: Toru Yamanaka/AFP 18-12-2011" height="375" width="500"&gt; &lt;div class="figcaption"&gt;  &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Atletas masculinos que praticam esporte de alto impacto, como  futebol, handebol e rugby, correm mais risco de sofrer de osteoartrite  de joelho e quadril que o grupo que se exercita pouco. É o que diz um  estudo sueco publicado no American Journal of Sports Medicine.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No  estudo, os praticantes de futebol e handebol apresentaram o dobro de  risco para problemas articulares. E os jogadores de hóquei têm o triplo  de chance. A osteoartrite acontece quando a cartilagem que amortece as  articulações se desgasta muito. Esta alteração leva os ossos a entrarem  em contato direto, causando inflamação, e dor, impedindo movimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-  A osteoartrite de quadril e joelho nos atletas de elite masculinos é  mais comum do que se pensava - disse Magnus Tveit, da Universidade de  Lund, na Suécia, e um dos autores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa envolveu mais de 700  ex-atletas suecos, entre 50 e 93 anos, que haviam praticado esportes  profissionalmente, incluindo integrantes de delegações de Jogos  Olímpicos; e quase 1.400 homens da mesma idade, pouco ativos ou  sedentários. No grupo de atletas, foram selecionados ex praticantes de  atividades físicas de alto impacto e de baixo impacto, como atletismo,  natação e ciclismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo os autores, o risco de sofrer de  artrite de quadril ou joelho foi 85% maior nos atletas de elite. Entre  os esportistas que foram submetidos a uma cirurgia articular, o perigo  dobrava. E no grupo que fazia pouco ou nenhum exercício este índice era  de 19%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O exercício regular é importante para a saúde e o  bem-estar, mas certos tipos de atividades aumentam a chance de lesões -  afirmou Joseph Buckwalter, especialista em osteoartrite e medicina  desportiva da Universidade de Iowa que não participou do estudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tveit  acrescentou que um corredor de meia idade com sobrepeso que pensa  correr em um nível intenso deve buscar melhores maneiras de se manter em  forma. E recomenda esportes ou atividades de menor impacto, como  caminhada, natação, ciclismo e ioga.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="overflow:hidden;color:rgb(0,0,0);background-color:rgb(255,255,255);text-align:left;text-decoration:none;border:medium none"&gt;&lt;br&gt;Leia mais sobre esse assunto em  &lt;a style="color:#003399" href="http://oglobo.globo.com/saude/esportes-de-alto-impacto-podem-causar-osteoartrite-de-joelho-3480186#ixzz1h4HzEn3r"&gt;http://oglobo.globo.com/saude/esportes-de-alto-impacto-podem-causar-osteoartrite-de-joelho-3480186#ixzz1h4HzEn3r&lt;/a&gt; &lt;br&gt;© 1996 - 2011. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e  Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por  broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. &lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8524196689895107195?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8524196689895107195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8524196689895107195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/12/esportes-de-alto-impacto-podem-causar.html' title='Esportes de alto impacto podem causar osteoartrite de joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-687509795113500634</id><published>2011-12-12T12:31:00.001-08:00</published><updated>2011-12-12T12:31:56.626-08:00</updated><title type='text'>Entorses no treinamento de esportes de combate</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear:both;text-align:center"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-o5NuRjSVP3A/TXhhKEyYqZI/AAAAAAAAAM8/mFdub8NQhyM/s1600/saco+de+gelo.jpg" style="margin-left:1em;margin-right:1em"&gt;&lt;img src="https://lh5.googleusercontent.com/-o5NuRjSVP3A/TXhhKEyYqZI/AAAAAAAAAM8/mFdub8NQhyM/s1600/saco+de+gelo.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Na luta a lesão por entorse é bastante comum, então verifiquei que existe grande interesse por parte dos praticantes em relação a lesões esportivas, como preveni-las e tratá-las, então seguem informações e dicas para que a prática do esporte seja satisfatória e saudável.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma das lesões mais encontradas nos praticantes de esportes de contato é o entorse de joelho e tornozelo, articulações que suportam o peso do corpo e ao mesmo tempo servem de apoio para mudanças bruscas de direção no gesto esportivo (golpe, drible, ataque, taquear).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em geral, o peso está apoiado sobre o joelho, com o pé preso ou aderido no piso, e o joelho é forçado para dentro, com lesão das estruturas internas (mediais), podendo haver um componente de rotação, o que agrava o quadro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dependendo da força e da continuidade do movimento, vários graus de lesão podem ser originados, desde apenas a lesão do ligamento colateral medial, uma estrutura periférica e que é a primeira a estabilizar este movimento, passando pelo menisco medial, uma estrutura já dentro da articulação até chegar no ligamento cruzado anterior, o eixo central da articulação e que, quando lesado, origina um inchaço importante do joelho que pode ser acompanhado de um estalo audível.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Ligamento Colateral Medial: é uma estrutura fora da articulação e portanto, quando lesado, pode se regenerar pela cicatrização espontânea e fisioterapia, retornando o atleta à atividade após um período de 3 a 6 semanas, dependendo do grau de lesão do ligamento.&lt;br&gt; · Menisco Medial: já é uma lesão mais grave, que afeta uma estrutura dentro da articulação, levando a um derrame (inchaço da articulação), necessitando de uma avaliação mais criteriosa, muitas vezes complementada através de ressonância magnética do joelho, e que pode, dependendo da lesão, necessitar de uma artroscopia (pequena cirurgia) para o seu tratamento, com um tempo de retorno variando de 2 a 3 meses.&lt;br&gt; · Ligamento Cruzado Anterior: é uma lesão grave, que gera uma instabilidade do joelho em movimentos de rotação e mudança de direção, o que, em muitas situações exige o tratamento cirúrgico para a sua correção, reconstruindo o ligamento lesado com o uso de um enxerto vizinho (tendão patelar, tendão do semitendíneo, etc), afastando o atleta por mais de 6 meses de suas atividades.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma boa maneira de prevenir os traumas nas articulações é manter uma musculatura bem condicionada, forte e alongada e evitar praticar esportes em excessiva fadiga. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-687509795113500634?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/687509795113500634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/687509795113500634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/12/entorses-no-treinamento-de-esportes-de.html' title='Entorses no treinamento de esportes de combate'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-o5NuRjSVP3A/TXhhKEyYqZI/AAAAAAAAAM8/mFdub8NQhyM/s72-c/saco+de+gelo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6068109410168130992</id><published>2011-12-09T03:07:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T03:07:48.557-08:00</updated><title type='text'>Pilates ganha espaço na preparação física e na recuperação de lesões de atletas de alto rendimento</title><content type='html'> &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;  O Pilates ganhou muita força no Brasil nos últimos anos. Além de fazer  parte da preparação física de muitos brasileiros comuns, que praticam  esportes com certa regularidade, se tornou uma alternativa rápida e  eficiente para a falta de tempo para uma atividade física regular. Mesmo  aqueles que ainda não praticaram o Pilates percebem seu desenvolvimento  e disseminação, principalmente entre as mulheres. Mas a suavidade dos  movimentos e o pouco ganho de músculos adicionais, não impediu a prática  do Pilates por atletas com altas cargas de treinamento e fortalecimento  muscular. Clubes de Futebol, Vôlei e outros tantos esportes já  incluíram a nova tendência em seus processos de preparação e recuperação  de atletas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;  Um grande exemplo é a jogadora de vôlei de praia Juliana. Após sofrer  uma grave lesão no joelho direito no dia 18 de Junho, menos de dois  meses antes dos Jogos Olímpicos de 2008, a atleta se viu obrigada a  descartar uma cirurgia reparadora do ligamento cruzado devido a  proximidade da competição. Uma carga de 16 horas diárias de tratamentos  colocou Juliana numa rotina árdua de sessões de fisioterapia, exercícios  na piscina e aulas de Pilates. Fundamental no processo de recuperação, o  Pilates forneceu à atleta mais equilíbrio, flexibilidade e segurança.  Assim, Juliana se preveniu das sequelas no local da lesão e de outras  contusões em músculos usados em seus movimentos para compensar a  deficiência no joelho. Como o prazo de recuperação era muito curto e o  nível de competitividade na busca por uma medalha olímpica é muito  grande, Juliana acabou ficando de fora do torneio. Sua parceira Larissa  competiu ao lado da reserva da equipe brasileira, Ana Paula. Com a  decisão da desistência, a jogadora resolveu fazer a cirurgia e mais uma  vez se valeu das técnicas do Pilates para sua recuperação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;  A preocupação com os benefícios do Pilates também se observa em outros  esportes. Sabidamente um dos clubes de futebol com melhor estrutura do  Brasil, o São Paulo se gaba de possuir o melhor REFFIS do país. Destino  de muitos atletas das mais variadas modalidades o Núcleo de Reabilitação  Esportiva são-paulino conta desde 2010 com uma ampla e equipada área de  RPG e Pilates. Outro líder em estrutura em sua modalidade, o Vôlei  Futuro também conta com instalações semelhantes eu seu centro de  treinamento. Além das instituições que lidam com atletas de alto  rendimento, clubes e associações de menor porte também se renderam ao  Pilates. Atletas de futsal em idade de desenvolvimento físico são cada  vez mais submetidos a esse tipo de treinamento, já que as técnicas de  aperfeiçoamento do movimento de chute em curto espaço acabam formando  músculos maiores, menos flexíveis e mais propensos a lesões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;  A flexibilidade e o equilíbrio providos pela prática do Pilates, além  da prevenção de lesões graves, dentre outros tantos benefícios entrou de  vez na rotina dos atletas de alto nível de competitividade. Isso só  corrobora o que todo o Brasil já vinha percebendo: o Pilates é uma  excelente alternativa para quem quer adquirir condicionamento físico e  não tem tempo ou paciência para exercícios convencionais. Se o Pilates  tem papel fundamental na rotina desses atletas que sempre atuam no  limite da condição física e sofrem com os impactos e choques bruscos de  sua prática esportiva, imagine o que ele pode fazer pelo seu corpo. Não  perca tempo, mexa-se.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6068109410168130992?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6068109410168130992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6068109410168130992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/12/pilates-ganha-espaco-na-preparacao.html' title='Pilates ganha espaço na preparação física e na recuperação de lesões de atletas de alto rendimento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1763895641068596853</id><published>2011-12-06T08:00:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T08:03:52.518-08:00</updated><title type='text'>Treinamento funcional x Treinamento tradicional da força</title><content type='html'>Se você fosse realizar um treinamento de força ou  condicionamento físico para atletas ou simplesmente pessoas normais com o  que há de mais recente no mundo do fitness, certamente a palavra que  viria prontamente em sua boca seria o treinamento funcional. O termo  funcional elevou o treinamento físico em todo o mundo a um novo patamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-j5xHxfLVVU/TAq09LsLgHI/AAAAAAAABUg/5lsfOsl_anY/s1600/func.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 295px; FLOAT: left; HEIGHT: 182px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479390859852742770" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-j5xHxfLVVU/TAq09LsLgHI/AAAAAAAABUg/5lsfOsl_anY/s400/func.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muitos profissionais  fazem esses exercícios porque parecem legais, mas na  realidade eles não têm a menor idéia da finalidade destes exercícios.  Em alguns casos o treinamento funcional assumiu as mais comuns técnicas  de treinamento tradicional. Isto é ruim? Eu acho que não, contanto que  você possa justificar o porquê e para quê você está fazendo o  determinado exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos especialistas e pesquisadores têm  opiniões diferentes sobre o treinamento funcional, mas a maioria deles  tem uma definição comum sobre o que deve ser.&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O  treinamento funcional pode ser declarado como "exercícios específicos  que mais se aproximam a replicar e melhorar as atividades que você  deseja fazer fora do plano de três dimensões". (Outra descrição retrata o  treinamento de força funcional como meio de realizar o trabalho contra a  resistência especificamente de uma maneira que a força adquirida  beneficie diretamente a execução das atividades da vida diária (AVD) e  movimentos associados a esportes). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Transferindo  os aumentos de força que foram alcançados através de um movimento e, em  seguida, conectá-los de volta para a melhoria do desempenho de outro  movimento, afetando o sistema neuromuscular é o principal objetivo do  treinamento de força funcional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Treinamento de Força&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Técnicas  tradicionais que são mais comuns entre os entusiastas da musculação,  ainda é parte importante do treinamento de força. O foco principal do  treinamento de força tradicional está no isolamento de um músculo  individual para maximizar a sobrecarga. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os  exercícios mais tradicionais podem incluir pressão ou extensão de  pernas, com o auxilio de máquinas ou pesos livres. Então, dependendo do  que você está treinando os exercícios tradicionais podem ajudá-lo a  atingir seu objetivo, até mais do que os exercícios funcionais. Embora,  considerados exercícios tradicionais podem também ser funcionais,  dependendo do seu objetivo. Se a musculação é o seu objetivo principal,  este também pode ser considerado exercício funcional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A  funcionalidade depende não só do exercício em si, mas também de muitos  outros fatores, tais como o padrão de execução, as características do  atleta, repetições e o modo de execução, a fase de formação, a interação  com outras formações, ao atual estado físico e mental do atleta, o  programa global de formação e várias outras variáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se  você é um jogador de futebol, então você está treinando para se tornar  mais funcional e eficiente no campo. Se você gosta de jardinagem, mas é  muito difícil para você fazer, então a função que você está tentando  melhorar pode incluir a possibilidade de trabalhar no jardim, sem  tornar-se demasiado cansado. Não importa qual atividade você exerça, é  possível treinar o seu cérebro e músculos para ajudá-lo a realizar estas  atividades com mais eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos do treinamento  funcional exigem do aluno coordenação, equilíbrio e controle, além de  tempo para as contrações do músculo. O ajuste mais importante do corpo  do aluno para melhorar o desempenho funcional, inclui a coordenação, a  amplitude de movimento, tipo de contração e velocidade de circulação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já  treinamento de força tradicional não é tão eficaz para melhorar as  coisas tanto quanto o treinamento funcional, pois cada máquina que é  utilizada tem certo tipo de movimento limitado para uma determinada  função. Porém os exercícios funcionais permitem que o corpo desafie  grandes variações de eixos e planos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A  velocidade do movimento não é tão difícil de controlar com o treinamento  de força tradicional, mas as limitações que exerce sobre o movimento  podem ter efeito não significativo sobre o exercício. Além disso, os  métodos tradicionais de treinamento têm objetivos de maximizar os ganhos  de força e hipertrofia assegurando ao mesmo tempo a pessoa que executa o  movimento uma real segurança de proteção na realização do exercício. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma  das coisas mais importantes que o treinamento funcional ajuda a fazer é  aumentar a estabilização do núcleo. Com a estabilização do núcleo  aumentado, somos capazes de controlar nosso corpo através de diferentes  planos e movimentos. A estabilização do Core pode ajudar os idosos em  suas tarefas diárias e ainda transformar os atletas mais eficientes na  sua modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas mostram que a melhoria no desempenho  vem após o treinamento de um músculo usando o mesmo tipo de contração  que o teste é realizado. Isso mostrar que o treinamento funcional é  definitivamente eficaz, porque todo o propósito é treinar para o  movimento ou atividade que você está executando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se  um jogador de futebol quer tornar-se mais explosivo, um exercício  funcional para ele não seria o Leg Press, mesmo que ele ajude a aumentar  a força, o exercício funcional ideal nesse caso seria alguma variação  de um Levantamento Olímpico. Nesse outro exemplo, se uma avó quer ser  capaz de brincar com seus netos, fazendo exercícios onde ela está em uma  posição fixa que só permite certa limitação de movimento não é  recomendável, o ideal é que ela faça algo que movimente seus pés  levantando e baixando, considero mais apropriado para a atividade que  ela quer exercer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://solanopersonaltrainer.blogspot.com/2010/06/treinamento-funcional-vs-treinamento_05.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Sugestão de tema dado pelo &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1116216672"&gt;Thiago Fernandes&lt;/a&gt;, pelo Facebook&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1763895641068596853?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1763895641068596853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1763895641068596853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/12/treinamento-funcional-x-treinamento.html' title='Treinamento funcional x Treinamento tradicional da força'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-j5xHxfLVVU/TAq09LsLgHI/AAAAAAAABUg/5lsfOsl_anY/s72-c/func.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-3387022966668781340</id><published>2011-11-28T10:14:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T10:14:21.979-08:00</updated><title type='text'>Exercícios excêntricos isocinéticos x Fisioterapia do esporte</title><content type='html'>&lt;br&gt;Avanços tecnológicos têm levado ao desenvolvimento de equipamentos de testes musculares isocinéticos que permitem a execução de exercícios excêntricos em associação à atividade concêntrica. O uso deste tipo de equipamento vem e popularizando no Brasil, por meio dos conhecidos dinamômetros isocinéticos que têm viabilizado&lt;br&gt; a execução de pesquisas e avanços importantes na área da reabilitação desportiva, sobretudo usando e valorizando o treinamento muscular excêntrico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em linhas gerais pode-se dizer que uma vantagem do exercício isocinético, segundo Zuluaga et al. (2000), é fornecer um método de carregar dinamicamente os músculos em contração a uma velocidade que pode ser facilmente manipulada. O músculo é, portanto, capaz de manter um estado de máxima contração em toda a sua amplitude,  permitindo uma demanda máxima da sua capacidade de trabalho. As velocidades angulares podem ser ajustadas para permitir que o músculo funcione em relação às condições dinâmicas simulando as demandas impostas pelas atividades funcionais do atleta (em relação à biomecânica dos gestos motores do esporte).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Importante ressaltar, ainda, que o exercício isocinético excêntrico tem aplicabilidade em esforços controlados e determinados. Isso significa dizer que sistemas de dinamometria isocinética que possuem a interação de biofeedback visual fazem pacientes com tendinites/epicondilites crônicas (tendinite patelar, de tríceps surral, cotovelo&lt;br&gt; de tenista) se proverem de tal recurso, conforme estudo de Croisier et al. (2001). Nesse estudo, faz se a aplicação de protocolos que consistem em descobrir o pico de torque (força máxima) do membro não lesado; determinam-se, então, porcentagens de carga e velocidade, de maneira progressiva, aplicada no membro lesado. Por meio de estudos de ressonância nuclear magnética, comprova-se o efeito benéfico de redução do espessamento (patológico) de tendão. Referenda que os benefícios são provenientes de microrupturas, desenvolvendo reagudização do processo crônico, fazendo com que haja a neovascularização e melhoras nos aspectos macro e microscópico do tendão.&lt;br&gt; Andrews et al. (2000) preconizam que a capacidade de oferecer atividades isocinéticas excêntricas ao atleta (normalmente já em fase avançada de reabilitação) contribui significativamente para a reabilitação geral do atleta, haja vista que as contrações musculares excêntricas exercem um importante papel também em suas atividades funcionais de vida diária. Sirota et al. (1997) afirmam que especialmente as contrações excêntricas, no movimento de rotação externa de ombro de arremessadores, podem ser as mais importantes na prevenção de lesões durante a fase de desaceleração do arremesso. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Hillman (2002) relata que o torque muscular produzido excentricamente durante sessões de treinamento isocinético aumenta à medida que a velocidade cresce e que inúmeras evidências sugerem que há uma tendência para o aumento na geração de força durante os exercícios excêntricos isocinéticos entre 60 e 200 graus por segundo&lt;br&gt; de velocidade angular. No entanto, o posicionamento do atleta durante a realização da avaliação ou do treinamento isocinético revelou-se um fator fundamental tanto para a realização de atividades concêntricas quanto excêntricas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Portanto, durante a prática isocinética é de cabal importância que o fisioterapeuta considere devidamente a artrocinemática da articulação envolvida bem como a patologia do paciente antes de selecionar a posição do treinamento isocinético, visando tanto a segurança do atleta quanto a otimização do processo reabilitacional.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www2.pucpr.br/reol/index.php/RFM?dd1=529&amp;amp;dd99=view"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3387022966668781340?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3387022966668781340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3387022966668781340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/11/exercicios-excentricos-isocineticos-x.html' title='Exercícios excêntricos isocinéticos x Fisioterapia do esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5208101883236991339</id><published>2011-11-18T06:15:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T06:15:04.670-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia preventiva em uma equipe de esporte coletivo</title><content type='html'>A evolução esportiva ocorrida nas últimas décadas exige um nível cada vez mais alto de aproveitamento das equipes e atletas. Os quais ficam muito próximos de seus limites fisiológicos e expostos, então, a um maior risco de lesões nos treinos e jogos. Embora os técnicos, atletas e espectadores envolvidos nos desportos tenham reconhecido que a lesão física é um fator de risco inerente à atividade esportiva, o trabalho de prevenção ainda é pouco difundido comparado às conseqüências dessas lesões para o atleta e a equipe (ANDREWS, 2000). Quando falamos de um esporte coletivo percebemos a permanente exigência da alta qualidade técnica e física, que se não for bem programado, corretamente executado e supervisionado pode predispor seus praticantes a lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A fisioterapia desportiva, através do trabalho preventivo, é de extrema importância nas equipes, pois vem quebrando os paradigmas da vertente curativa em saúde, já que, segundo Deliberatto (2002), é frequentemente visto como "o profissional da reabilitação", ou seja, aquele que atua exclusivamente no momento em que a doença, a lesão ou a disfunção já está estabelecida. Através de programas preventivos elaborados juntamente com a preparação física busca-se a melhora do desempenho físico e o bem estar geral do atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A prática esportiva vem sendo difundida por todo o mundo, devido os seus benefícios, dentre eles a melhora da qualidade de vida. Segundo Kettunem et al. (2001), o aumento da demanda de exercícios modernos e competitivos provocou o aumento simultâneo no risco de lesões, causando preocupações tanto para os praticantes de atividades físicas, quanto para treinadores e atletas de todas as esferas de rendimento, pois interrompem o processo evolutivo de adaptações sistemáticas impostas pelo treinamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O local de lesão varia com o tipo de esporte praticado. O membro inferior é o local acometido pelo maior número de lesões, por existir íntima relação entre os esportes mais praticados pela população em geral, e os gestos esportivos como o alto e as corridas bruscas. Cerca de 90% das lesões esportivas localizam-se no quadril, coxa, joelho, perna, tornozelo e pé, dessas, 53,9% das lesões envolviam as partes moles. (COHEN, 2005).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para Gissane et al. (2001), os fatores intrínsecos podem ser definidos como os fatores individuais biomecânicos, psicossociais e biológicos que podem predispor os atletas a uma lesão. Os fatores mais citados na literatura são: as características físicas como idade, sexo, altura, peso, lesões precedentes, tipo físico, frouxidão ligamentar, tensão muscular, níveis de habilidade, nível de força estática e dinâmica, características psicológicas e psicosociais, nível escolaridade, experiência no esporte, interação com os demais atletas e voluntariedade de fazer exames preventivos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Já Gould (1993) classifica esses fatores como:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estruturais, onde a estrutura do jovem atleta com suas condições especificas, defeitos congênitos potencialmente não detectáveis e mau alinhamento merecem nossa atenção como fator de risco;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Crescimento, que envolve o aumento da massa e tamanho dos tecidos músculo-esquelético do corpo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Sullivan (2004) afirma que, durante o inicio da adolescência, o nível de maturidade física e de força varia bastante entre os atletas. Ocorre um rápido ganho de força nos garotos durante o processo de maturação. Dessa maneira, quando a participação esportiva é dividida por idade, é muito difícil evitar desequilíbrios fisiológicos, principalmente quando tamanho e força são fatores importantes para a performance. Se a maturação tardia contribuir para o insucesso do atleta, pode haver comprometimento de sua auto-estima.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ainda Birrer (2004) relata que a participação nos esportes comporta o potencial de proporcionar experiências e resultados tanto positivos quanto negativos para crianças e adolescentes. A linha entre benefícios e riscos pode ser extremamente delicada, sendo importante aprimorar a relação de risco para beneficio para crianças e adolescentes que participam nos desportos. Técnicos, pais e a comunidade medica devem estar cientes dos benefícios e riscos potenciais, e deverão ser também bons administradores das experiências de crianças e adolescentes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O papel do profissional da saúde no cuidado do atleta lesado tem dois aspectos: o profissional deve orientar indivíduos sobre maneiras de diminuir o risco de lesões durante a atividade; e quando ocorrer uma lesão, ajudar o indivíduo a alcançar a mais completa recuperação possível (BONETTI apud AGRE, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Deliberatto (2002) considera que o fisioterapeuta que atua na área desportiva, não deve se esquecer de que o conhecimento do nível de preparo do atleta não é tudo em relação à prevenção contra lesões esportivas. O índice de ansiedade e preparo psicológico do atleta e sua maior ou menor necessidade de retorno rápido, também devem ser considerados na análise e no programa de trabalho do fisioterapeuta desportivo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Verhagen et al (2004), afirma que a lesão no tornozelo é uma das lesões mais recorrentes na grande variedade de esportes, com a maioria dos atletas que já sofreram lesões apresentando maior tendência de sofrerem uma relesão. Segundo Birrer et.. al. (2002), o American College of Sports Medicine estimou que 50% das lesões por uso excessivo em crianças e adolescentes podem ser prevenidas. Duas tendências podem acarretar o atleta jovem a sofrer lesões, a disparidade entre o seu tamanho e sua força e as considerações relacionadas ao seu crescimento. Durante o crescimento rápido, pode haver retração (rigidez) articular quando os ossos aumentam de comprimento com maior rapidez que as unidades músculotendinosas, produzindo assim, inflexibilidade e desequilíbrios musculares dinâmicos que podem resultar lesões. Se forem observados esses achados, mudanças preventivas nos esquemas e nas técnicas de treinamento podem ser instituídas para reduzir o risco de lesão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O treino proprioceptivo é frequentemente usado na reabilitação de lesões relacionadas ao esporte, tornando-se atualmente um elemento importante na prevenção de lesões (EMERY, 2005). Prentice e Voight (2003) afirma que a consciência de do movimento e do posicionamento articular são essenciais para a função articular apropriada no esporte e nas atividades físicas. Para Silvestre apud Xhardes (2002) a reeducação proprioceptiva, tem por finalidade arquivar uma série de novos esquemas de coordenação neuromuscular, assegurando assim a base da segurança fisiológica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Sendo assim, torna-se importante a divulgação do profissional de fisioterapia e a sua inserção na equipe técnica de esportes auxiliando, não somente na recuperação dos atletas, mas principalmente, na prevenção através de um programa fisioterapêutico com exercícios proprioceptivos e pliométricos, evitando que lesões venham a prejudicar o desempenho individual ou da equipe e para um melhor rendimento dos atletas em situações de jogos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Este trabalho teve como objetivo principal, avaliar as declarações dos atletas sobre o impacto da introdução da Fisioterapia na equipe desportiva, e também, por em prática um programa de exercícios com ênfase na prevenção de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd139/fisioterapia-preventiva-em-esporte-coletivo.htm"&gt;Leia o restante do artigo, com metodologia e conclusão&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5208101883236991339?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5208101883236991339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5208101883236991339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/11/fisioterapia-preventiva-em-uma-equipe.html' title='Fisioterapia preventiva em uma equipe de esporte coletivo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7977256646704766711</id><published>2011-11-03T10:57:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T10:57:11.841-07:00</updated><title type='text'>Coluna lombar e o esporte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://bhrace.files.wordpress.com/2009/12/lombar2.jpg" src="http://bhrace.files.wordpress.com/2009/12/lombar2.jpg" height="333" width="413"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;É o outro segmento também bastante lesado na prática de vários esportes  e, em especial, aqueles ligados ao peso, como halterofilismo,  fisiculturismo e os com impacto axial repetitivo, como o vôlei, basquete  e pára-quedismo que podem levar a fraturas por fadiga.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Eles ocorrem principalmente entre quarta e quinta vértebras lombares e a  quinta lombar e a primeira vértebra sacral, levando as chamadas  espondilolises e espondilolisteses (escorregamento vagaroso de uma  vértebra sobre a outra). As lombalgias mais simples são provocadas por  distensão na musculatura e ligamentos lombares, principalmente se o  esforço é muito grande, e se o atleta não estiver devidamente  condicionado e alongado, adverte o médico. As hérnias de disco são mais comuns entre a quarta e quinta vértebra  lombar e a quinta lombar e primeira sacral que podem ser agudas ou  crônicas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Elas acontecem como conseqüência de um esforço excessivo em flexão,  rotação e carga, comuns em halterofilistas, arremessadores de disco e de  martelo, boliche e handball. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Cada disco vertebral fica interposto entre duas vértebras, ele tem uma  parte central semilíquida (núcleo pulposo) e duas placas cartilaginosas  que separam os núcleos dos corpos vertebrais.  Ele serve como uma  articulação que fornece mobilidade à coluna e age como colchão ou  absorvedor de choques. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Com a sobrecarga o núcleo pulposo é forçado posteriormente para o canal  medular, em direção a raiz nervosa comprimindo-a, levando a sinais  neurológicos em um ou os dois membros inferiores, como a dor, dormência,  formigamento e perda de força, com sensação de "choque" no membro  afetado. O diagnóstico é feito através do exame clínico, raios X  simples, tomografia computadorizada e ressonância magnética. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  As fraturas que ocorrem na coluna lombar são associadas à alta energia  cinética, como a queda de altura, quedas assentadas, principalmente no  atleta mais velho com o comprometimento degenerativo e de &lt;a&gt;osteoporose&lt;/a&gt; da coluna. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  O tratamento das espondilolise e espondilolistese pode ser conservador  ou cirúrgico, mas a interrupção temporária do esporte é necessária. As  lombalgias simples respondem ao tratamento com analgésico,  antiinflamatório, relaxante muscular, fisioterapia e em alguns casos  cinta abdominal. As hérnias de disco respondem na grande maioria com  tratamento conservador que seria um repouso maior, as medicações acima  descritas e fisioterapia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  A manipulação da coluna, alerta o médico, deve ser indicada com  critério, e executada por profissional habilitado de preferência o  próprio ortopedista.  Nestas situações, normalmente podem ser usadas  injeções de substâncias como a papaína (quimio-nucleólise) que  "dissolve" a &lt;a&gt;hérnia&lt;/a&gt; (ainda em fase de estudos).&lt;br&gt;&lt;br&gt;  A cirurgia é reservada para os casos em que os tratamentos não obtiveram  sucesso e o retorno ao esporte, principalmente se profissional, deve  ser questionado, mudando-se às vezes o tipo do esporte. O tratamento das  fraturas quando não acomete nervos pode ser conservador se não levou a  uma instabilidade da coluna, se esta ocorreu, faz-se osteosíntese entre  os corpos vertebrais através da colocação de placas e parafusos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Finalizando o especialista – membro titular da Sociedade Brasileira de  Ortopedia e Traumatologia lembra que prevenir é essencial e,  antes de  iniciar a prática de qualquer atividade, as pessoas deveriam passar por  uma avaliação médica, com o objetivo de conhecer melhor sobre os  impactos da prática esportiva para o corpo humano. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7977256646704766711?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7977256646704766711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7977256646704766711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/11/coluna-lombar-e-o-esporte.html' title='Coluna lombar e o esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8009760689340446673</id><published>2011-11-03T08:39:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T08:39:26.148-07:00</updated><title type='text'>Medicina do Esporte</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/236587/medicina+do+esporte/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/236587.jpg" class="picimgbig" alt="Medicina do Esporte"&gt;&lt;/a&gt; 				&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Este livro apresenta, de forma cuidadosa, abrangente e  atualizada, os diversos aspectos que cercam a atuação da medicina na  prática da atividade física e do esporte. Sua principal característica é  exprimir a longa experiência pessoal dos autores, não a simples  apresentação da literatura, fato comum em muitas publicações da  especialidade.  A obra apresenta duas áreas: a da Medicina do Esporte  propriamente dita, abordando principalmente os aspectos clínicos e  preventivos, e a Traumatologia do Esporte, tão peculiar e  característica.  Na área geral, mostra os diversos setores que norteiam a  prática da atividade física nos diferentes grupos etários e os aspectos  preventivos e terapêuticos nas disfunções orgânicas. Aborda as  especificidades na área da avaliação e controle de atividades  recreacionais, terapêuticas ou competitivas, mostrando ainda a área de  atuação de cada especialidade médica na prática esportiva. Destaca  também aspectos psicológicos e nutricionais.  Na área de traumatologia,  apresenta as lesões específicas em cada esporte, abordando as diversas  articulações corpóreas, tanto aquelas relacionadas às estruturas  miotendíneas quanto as que ocorrem em outros aparelhos corpóreos  abdominais, torácicos, urológicos, oftalmológicos,  otorrinolaringológicos, dermatológicos, hematológicos, reumatológicos e  neurológicos. 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Roca 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;MARCO M. AMATUZZI &amp;amp; JOAO GILBERTO CARAZZATO 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8572414932 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2004 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;676 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Capa Dura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Grande 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/236587/medicina+do+esporte/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8009760689340446673?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8009760689340446673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8009760689340446673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/11/medicina-do-esporte.html' title='Medicina do Esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4643756897638944088</id><published>2011-10-15T12:42:00.001-07:00</published><updated>2011-10-15T12:42:42.559-07:00</updated><title type='text'>Fraturas da coluna lombar nos esportes</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font size="2"&gt;Fraturas da coluna lombar são raras nos atletas, devido a grande massa  		muscular presente na região. A energia necessária para causar uma  		fratura deve ser intensa, estando relacionada a esportes de alta  		velocidade, como o automobilismo, motociclismo e esportes de inverno. 		&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		A classificação das fraturas da coluna tóraco-lombar é baseada no  		conceito de estabilidade das &amp;quot;três colunas&amp;quot;. A coluna anterior é  		constituída pelo ligamento longitudinal anterior, a porção anterior do  		corpo vertebral e o disco intervertebral. A coluna média é representada  		pelo restante do corpo vertebral, disco intervertebral e ligamento  		longitudinal posterior. A coluna posterior inclui o processo espinhoso,  		os ligamentos interespinhosos e supra-espinhosos, as articulações  		inter-apofisárias posteriores, e os pedículos. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas com lesão de duas colunas são classificadas como instáveis.  		Cada fratura deve ser abordada individualmente, sendo o seu diagnóstico  		realizado por história, exame físico e com o auxílio dos métodos  		radiológicos. As radiografias simples em incidência ântero-posterior e  		de perfil possibilitam a visualização da fratura e da estrutura óssea. A  		tomografia computadorizada fornece informações a respeito do canal  		vertebral e possível compressão do saco dural por fragmentos ósseos. A  		ressonância magnética permite avaliação da estrutura ligamentar, do  		disco intervertebral e das estruturas nervosas presentes no saco dural.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O tratamento das fraturas é iniciado no local aonde ocorreu o trauma  		através de imobilização do atleta e sua remoção para um centro médico. A  		manipulação indevida do atleta pode causar danos transitórios ou  		permanentes, podendo promover incapacidades não somente para a prática  		esportiva, mas também para o convívio social. As fraturas consideradas  		estáveis são tratadas com o uso de órteses (colete de Putti ou de  		Boston), feitos sob molde, por um período entre 8 à 12 semanas. As  		fraturas instáveis geralmente necessitam estabilização cirúrgica, com  		tempo de recuperação mais prolongado.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4643756897638944088?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4643756897638944088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4643756897638944088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/10/fraturas-da-coluna-lombar-nos-esportes.html' title='Fraturas da coluna lombar nos esportes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5642756543149517736</id><published>2011-10-11T16:53:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T16:53:51.495-07:00</updated><title type='text'>Fraturas de coluna toracica nos esportes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://files.veluciatataveira.webnode.com.br/200000005-6d0186df7b/fisioterapia%20massagem.jpg" src="http://files.veluciatataveira.webnode.com.br/200000005-6d0186df7b/fisioterapia%20massagem.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Quatro tipos de fraturas são observadas  		na atividade esportiva: do processo transverso ou da costela (nas  		proximidades da articulação transverso costal); do corpo vertebral por  		extensão forçada; do corpo vertebral por compressão e as fraturas com  		luxação.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas do processo transverso são estáveis e relacionadas ao trauma  		direto da região paravertebral, na região correspondente a articulação  		costal transversa. O principal sintoma é dor local, que se acentua  		durante os movimentos respiratórios. Ao exame físico observa-se equimose  		e intensa dor à palpação. O paciente pode apresentar aumento da cifose  		ou escoliose antálgica. O diagnóstico pode ser confirmado  		radiograficamente e quando necessária tomografia computadorizada e  		cintilografia óssea. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O tratamento é clínico com analgésicos e reabilitação precoce. A  		utilização de órteses para imobilização é controvertida, visto que a  		fratura é estável e alguns pacientes relatam desconforto devido a  		imobilização. O retorno às atividades esportivas deverá ser gradual e  		dependerá do limiar de dor do atleta.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas do corpo vertebral por extensão forçada (hiperextensão) são  		desencadeadas por movimentos bruscos, os quais tracionam as estruturas  		anteriores da coluna, principalmente o ligamento longitudinal anterior e  		o periósteo, podendo promover avulsão óssea e lesão da placa terminal.  		Este tipo de fratura incide em atletas durante a adolescência, enquanto  		não ocorre a maturidade do esqueleto axial, com persistência de tecido  		cartilaginoso nos planaltos vertebrais. Entre as modalidades esportivas,  		a ginástica olímpica impõe aos atletas movimentos abruptos, podendo  		desencadear estas lesões.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O diagnóstico é realizado com a anamnese e exame físico, que reproduz a  		dor ao se realizar uma extensão forçada da coluna. A visibilização da  		fratura é difícil com radiografias simples. A tomografia computadorizada  		e a ressonância magnética facilitam o seu diagnóstico. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O tratamento envolve medidas analgésicas e utilização de órteses  		tóraco-lombares (colete de Boston) por um período entre 8 a 12 semanas.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas por compressão do corpo vertebral são as mais freqüentes  		nessa região, devido à falha da região anterior do corpo vertebral  		quando um movimento de flexão é aplicado na coluna. A maioria das  		fraturas por compressão nos atletas não causa descontinuidade do muro  		posterior do corpo vertebral, portanto não oferecem riscos de compressão  		medular por desprendimento de fragmentos ósseos dentro do canal  		vertebral.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Nos atletas jovens a presença de acunhamento vertebral pode ocorrer na  		ausência de trauma, sendo devido a uma osteocondrite da placa terminal  		(doença de Scheurmann). Nos atletas idosos as fraturas por compressão  		podem ocorrer após traumas triviais, devido à osteoporose.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Ao exame físico, acentuação antálgica da cifose dorsal, com espasmo  		muscular paravertebral, dor à palpação e limitação do arco de movimento.  		O exame neurológico deve ser minucioso no sentido de identificar  		alterações neurológicas consequentes a traumas raquimedulares.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O diagnóstico é confirmado por meio de radiografias simples com  		incidências ântero-posterior e de perfil, que permitem visibilizar  		alterações na altura do corpo vertebral. A tomografia computadorizada  		permite evidenciar o traço de fratura, além de avaliar a integridade do  		canal vertebral. O diagnóstico de doença de Scheurmann (dorso curvo com  		hipercifose) deve ser afastado em atletas jovens.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas com acunhamento vertebral anterior de até 25%, geralmente  		não acometem as estruturas vertebrais posteriores, mantendo a  		estabilidade da coluna . As fraturas com até 50 % de acunhamento  		vertebral podem se associar às lesões ligamentares posteriores e  		comprometimento do canal vertebral. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas com acunhamento vertebral, superior a 50 % estão associadas  		a traumas com maior energia, sendo geralmente instáveis e com grande  		possibilidade de apresentarem lesões do canal vertebral. O tratamento  		destas fraturas deve ser individualizado de acordo com a idade, a  		gravidade da fratura e a modalidade esportiva praticada pelo atleta. O  		objetivo do tratamento é proporcionar analgesia, evitar deformidades  		crônicas residuais, prevenir lesões neurológicas e reabilitar o atleta  		para que retorne com a menor brevidade para suas atividades.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Nas fraturas com acunhamento vertebral anterior de até 50%, sem sinais  		de instabilidade, o tratamento é realizado com órteses (colete de  		Boston) de polipropileno, feitas sob medida, abrangendo toda a coluna  		tóraco-lombar com apoio pélvico. O período de imobilização varia entre 8  		à 12 semanas, mantendo durante este período o condicionamento físico e  		cardio-pulmonar. O retorno ao esporte pode ser iniciado assim que o  		atleta não sentir dor. As fraturas com mais de 50% de acunhamento  		vertebral anterior e sinais de instabilidade devem ser tratadas  		cirurgicamente.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As fraturas com luxações da vértebra estão relacionadas à traumas de  		alta energia. Os esportes mais propensos a este tipo de lesão são  		automobilismo, motociclismo, esportes de inverno e paraquedismo. Este  		tipo de fratura está relacionado à lesão neurológica em 85% a 100% dos  		casos. Nessa situação os pacientes são politraumatizados com múltiplas  		lesões graves, necessitando equipe médica de várias especialidades. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O diagnóstico desta lesão inclui, desde radiografias simples até a  		ressonância magnética, devido ao alto índice de lesão neurológica. A  		abordagem terapêutica é multidisciplinar (enfermeiros, fisioterapeutas e  		psicólogos), pois as seqüelas físicas e sociais podem ser graves. O  		tratamento cirúrgico é indicado para a restituição da anatomia da  		região, sendo realizado assim que o paciente apresente condições  		clínicas.O tratamento cirúrgico precoce permite antecipar o início da  		reabilitação, prevenindo complicações pulmonares e dermatológicas, como  		as escaras.&lt;/font&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5642756543149517736?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5642756543149517736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5642756543149517736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/10/fraturas-de-coluna-toracica-nos.html' title='Fraturas de coluna toracica nos esportes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7598282811060806976</id><published>2011-09-22T12:21:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T12:21:20.310-07:00</updated><title type='text'>O que é a Tríade da Atleta Feminina (TAF)?</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;A TAF é definida como sendo a combinação de: &lt;i&gt;desordem alimentar&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;&lt;a&gt;amenorréia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;&lt;a&gt;osteoporose&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.  É uma desordem muitas vezes não reconhecida, e suas complicações podem  ser devastadoras para a vida da atleta. Apesar de não se saber a prevalência  exata deste distúrbio, vários estudos mostraram que cerca de 15% a 62%  das atletas universitárias norte-americanas têm uma desordem alimentar. A  &lt;a&gt;amenorréia&lt;/a&gt; é encontrada em 3,4% a 66% das atletas femininas enquanto em 2% a 5% das mulheres em geral. Muitas atletas femininas passam despercebidas devido à natureza secreta dos distúrbios alimentares e pelo fato de muitas considerarem como uma conseqüência normal a cessação menstrual durante as atividades físicas competitivas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os distúrbios alimentares podem ser manifestados de diferentes formas, sendo a &lt;a&gt;anorexia&lt;/a&gt; nervosa e a &lt;a&gt;bulimia&lt;/a&gt;  nervosa os dois extremos deste amplo espectro. Mesmo que muitas atletas  não venham a apresentar todos os sintomas necessários para o diagnóstico dessas duas entidades  acima, elas apresentam com freqüência uma combinação de ambas. A &lt;a&gt;anorexia&lt;/a&gt; nervosa é caracterizada por um medo intenso de ganhar peso mesmo quando magra, mantendo o peso em menos de 85% do esperado. Há uma influência exagerada do peso e forma corporais na auto-avaliação da pessoa, e uma negação da seriedade e da gravidade da perda de peso exagerada. Há, nas mulheres que já começaram a menstruar, uma parada na &lt;a&gt;menstruação&lt;/a&gt; por pelo menos três ciclos consecutivos (amenorréia). Essas pacientes podem vir a ter momentos de compulsão para alimetarem-se utilizando posteriormente, o vômito, diuréticos e laxantes para expelirem o excesso de comida da qual fizeram uso. A &lt;a&gt;bulimia&lt;/a&gt; nervosa por sua vez, caracteriza-se por uma falta de controle alimentar, onde a pessoa come uma maior quantidade de comida em um pequeno espaço de tempo (2/2hs). Há comportamentos compensatórios inapropriados para prevenir o ganho de peso como indução de vômitos, uso de diuréticos e laxantes, jejum prolongado e atividades físicas intensas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A &lt;a&gt;amenorréia&lt;/a&gt; pode ser primária (atraso da primeira menstruação) ou secundária (ausência de &lt;a&gt;menstruação&lt;/a&gt;  após ciclos anteriores). Quando relacionadas ao treinamento físico  excessivo, são causadas por alterações hipotalâmicas (cerebrais), que  levam a uma diminuição de estrogênio circulante.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A &lt;a&gt;osteoporose&lt;/a&gt; é definida como a perda de &lt;a&gt;tecido&lt;/a&gt;  ósseo diagnosticado através da diminuição da densidade óssea. Isso leva  à fragilidade óssea, predispondo a fraturas de estresse (quando  atletas) e a fraturas de coluna e quadril (quando mais velhas). No caso da TAF, ela é causada pela diminuição do estrogênio circulante. A  morbidade (grau de lesão e desconforto) associada à &lt;a&gt;osteoporose&lt;/a&gt; é significante e a perda óssea pode ser irreparável.  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7598282811060806976?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7598282811060806976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7598282811060806976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/09/o-que-e-triade-da-atleta-feminina-taf.html' title='O que é a Tríade da Atleta Feminina (TAF)?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-679556461370170757</id><published>2011-09-14T06:26:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T06:26:39.345-07:00</updated><title type='text'>Pilates na flexibilidade de atletas juvenis de futsal</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.ipcdigital.com/var/ipcdigital/storage/images/esportes/esportes-comunidade/alunos-brasileiros-e-japoneses-disputam-torneio-em-komaki/torneio-de-futsal-intercambio-brasil-japao2/310827-1-por-BR/Torneio-de-Futsal-Intercambio-Brasil-Japao_fotogaleria_h.jpg" src="http://www.ipcdigital.com/var/ipcdigital/storage/images/esportes/esportes-comunidade/alunos-brasileiros-e-japoneses-disputam-torneio-em-komaki/torneio-de-futsal-intercambio-brasil-japao2/310827-1-por-BR/Torneio-de-Futsal-Intercambio-Brasil-Japao_fotogaleria_h.jpg" height="248" width="336"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;A palavra flexibilidade é derivada do latim flectere ou flexibilis, &amp;quot;curvar-se&amp;quot;. Talvez uma das definições mais simples seja a amplitude de movimento disponível em uma articulação ou grupo de articulações, sendo limitada por ossos, músculos, tendões, ligamentos e cápsulas articulares.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ao contrário do que ocorre com a musculatura, a capacidade de alongamento de tendões, ligamentos e cápsulas é muito limitada, devido a sua função de estabilização articular. Weineck descreveu a influência dos diferentes tipos de tecidos que contribuem na flexibilidade para resistência articular: cápsula e articulação, 47%; musculatura, 41%; tendões, 10%; e pele, 2%.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A flexibilidade é uma capacidade individual, pois depende de fatores como: herança genética, sexo, idade, volume muscular e adiposo, além de fatores externos como treinamento, temperatura ambiente, etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa capacidade vai se perdendo com a idade, principalmente durante a adolescência e, acentuadamente, no sexo masculino. Acredita-se que até os 17 anos a flexibilidade possa ser recuperada e, inclusive, incrementada por programas de treinamento adequados. Após essa idade, tanto para homens quanto para mulheres, essa capacidade tende a reduzir-se progressivamente.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Com o aumento da flexibilidade muscular, os exercícios podem ser executados com maior amplitude de movimento, maior força, mais rapidamente, mais facilmente, com maior fluência e de modo mais eficaz. Enfim, a falta de flexibilidade é um fator limitante ao desempenho esportivo, sendo um fator facilitador de lesões musculares.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O futebol de salão (futsal) é um esporte em ascensão mundial, atraindo cada vez mais adeptos. Devido à facilidade de encontrar espaços para sua prática, é um dos esportes mais difundidos no Brasil, sendo jogado por mais de 12 milhões de brasileiros, segundo dados da Confederação Brasileira de Futebol de Salão – CBFs.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Grau(10) afirma que, quando adolescentes entram em centros de formação futebolísticos, os treinamentos intensos, a musculação e, talvez, programas de flexibilização mal-elaborados formam um atleta com pouca flexibilidade. Conseqüentemente, o gesto esportivo (no caso, o chute) apresenta-se menos preciso e menos potente, justamente pela deficiência de flexibilidade, especialmente na musculatura posterior de coxa (isquiotibiais).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Este grupo muscular, juntamente com o grupo posterior da perna (gastrocnêmios), são os mais propensos a estiramentos musculares (lesão gerada pelo alongamento exagerado das fibras ou contrações musculares bruscas). Estes músculos caracterizam-se por ser biarticulares e por solicitação excêntrica em grande parte do tempo (por exemplo, os isquiotibiais na fase de desaceleração do chute e os gastrocnêmios na aterrissagem).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As principais técnicas para o desenvolvimento da flexibilidade são: balística, alongamento, estática e FNP (facilitação neuromuscular proprioceptiva)(5). Entretanto, técnicas como o Pilates® vêm surgindo como novas opções a serem estudadas, testadas e comprovadas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A técnica recebe esse nome por fazer referência a seu criador, Joseph Pilates (1880-1967). Os primeiros praticantes da técnica foram quase exclusivamente dançarinos e atletas. No entanto, nos últimos anos, o Pilates® tornou-se um método popular na reabilitação e no fitness. Nos Estados Unidos, são mais de cinco milhões de praticantes e em uma simples busca na internet surgem mais de 200 vídeos disponíveis sobre o assunto.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O treinamento de Pilates® pretende melhorar a flexibilidade geral do corpo e busca a saúde através do fortalecimento do &amp;quot;centro de força&amp;quot;, melhora da postura e coordenação da respiração com os movimentos realizados. Visando o movimento consciente sem fadiga e dor, o método baseia-se em seis princípios: a respiração, o controle, a concentração, a organização articular, o fluxo de movimento e a precisão. É um método que trabalha com exercícios musculares de baixo impacto contracional, fortalecendo intensamente a musculatura abdominal. Entretanto, mesmo com os efeitos benéficos proporcionados pela técnica, existe escassez de estudos acerca dessa modalidade terapêutica, sobretudo em atletas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Assim, o objetivo do presente estudo foi verificar o efeito sobre a flexibilidade proporcionado por um programa de Pilates® em uma população altamente propensa a limitações dessa capacidade e que pode usufruir de inúmeros benefícios com o incremento da mesma.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922007000400002&amp;amp;script=sci_arttext&amp;amp;tlng=pt" target="_blank"&gt;Veja o artigo completo original clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-679556461370170757?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/679556461370170757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/679556461370170757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/09/pilates-na-flexibilidade-de-atletas.html' title='Pilates na flexibilidade de atletas juvenis de futsal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2841999719240428325</id><published>2011-08-26T08:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-26T08:03:00.170-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia x Surf</title><content type='html'>Tendo em vista que o surf e o bodyboard é um esporte amplamente praticado no Brasil, e abrange a todas as pessoas desde crianças até a melhor idade, obter informações e um trabalho específico que possam contribuir para a prevenção, preparação e performance do praticante, é de extrema necessidade. A Fisioterapia Preventiva tem o intuito de promover a saúde e colaborar com o desenvolvimento do esporte radical, conseqüentemente proporcionar aos nossos surfistas e bodyboarders um período maior de recreação dentro e fora da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor lombar se justifica pelo fato desta ser a maior queixa em relação a dores musculares entre surfistas e bodyboarders. Desta forma, esse projeto visa completar uma lacuna , a nível científico, que aborde este problema tão comum no cotidiano dos surfistas, mas que parece não estar recebendo a devida importância, afastando muitas vezes os surfistas de dentro da água e no caso dos profissionais, prejudicando as suas carreiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paixão pelo surfe, leva a muitos surfistas a passarem horas ininterruptas dentro da água, remando em busca de ondas perfeitas procurando aperfeiçoar suas manobras. Mas a prática do surf assim como a de outros esportes leva a sobrecargas nas estruturas do corpo humano. Como exemplo destas sobrecargas, temos o problema de dores lombares (BABOGHLUIND, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os surfistas e bodyboarders que apresentam esse problemas ficam dias sem surfar ou com no mínimo apresentam a sua performance bem comprometida e desconforto local. Além do fator estressante da musculatura no momento da remada no surf e bodyboard; um fator muito importante que observo é a falta ou a má qualidade no alongamento antes e depois do surf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve vários casos de surfistas profissionais que tiveram que se afastar http://www.blogger.com/img/blank.gifde sua vida profissional, por algum tempo, submetendo – se a tratamentos, devido às dores nas costas. Sem falar na grande quantidade de surfistas que ao redor do mundo sofrem com este problema e não se sabem sequer como proceder para sana-lo ou mesmo preveni-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim esporte é sinônimo de lesão; e é devido a esse fator que busco através da pesquisa observar e verificar as lesões na coluna decorrentes do surf e bodyboard e as condutas preventivas realizadas por estes indivíduos. E descobrir como podemos intervir nessas lesões através da fisioterapia e por que elas ocorrem?&lt;br /&gt;Acredito que novas descobertas através desse estudo poderão contribuir para o desenvolvimento do esporte e da fisioterapia preventiva (quero mostrar que a fisioterapia não é apenas reabilitação no esporte); afinal surf é sinônimo de saúde; e saúde é conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.floripanews.com.br/ver_col.php?artigo=lista&amp;idCol=9&amp;idArt=151&amp;nomeCol=Esporte%20&amp;%20Aventura&amp;cat=Colunistas"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2841999719240428325?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2841999719240428325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2841999719240428325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/08/fisioterapia-x-surf.html' title='Fisioterapia x Surf'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4235249214035490476</id><published>2011-08-17T11:30:00.000-07:00</published><updated>2011-08-17T11:30:00.590-07:00</updated><title type='text'>Osteopatia e o Esporte</title><content type='html'>A Osteopatia é uma técnica de terapia manual que visa restabelecer o equilíbrio do corpo. Não faz parte da fisioterapia convencional, e também não quer dizer “doença do osso”, como o nome pode sugerir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisioterapeuta, apenas com o recurso de suas mãos, trata diversos tipos de patologias, atuando na CAUSA do problema, e não tratando apenas os sintomas de tal patologia. Na grande maioria das vezes, quando uma pessoa tem dor em uma articulação, alguma outra articulação próxima (ou algumas outras) também está envolvida na lesão. Tratando apenas o local da dor, esta lesão provavelmente terá recidiva, uma vez que o equilíbrio do corpo não foi priorizado e restabelecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais interessante e gratificante da técnica é que os resultados são rápidos, e a melhora significativa. E esse é um dos pontos que esta técnica se encaixa tão bem com o esporte, pois atletas precisam de resultados rápidos, mas nada que camufle sua dor, e sim trate-a através de sua raíz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este método de tratamento é indicado principalmente para dores na coluna, tanto lombar, cervical ou torácica, dores na pelve, virilha e quadril, como também é indicado para dores no ombro, joelho, tornozelo. E para os famosos “jeitos”, é uma ótima solução!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do tratamento de dores, esta técnica trabalha também em cima da correção de alterações posturais. Um exemplo comum que acontece com atletas é de suas lesões se concentrarem sempre de um lado (na perna direita, por exemplo). Isso pode ser causado devido à um desequilíbrio da pelve, causa ou conseqüência de desequilíbrios dos músculos ao redor da pelve. Se um músculo está encurtado, ou rígido, ele pode “puxar” o osso o qual ele se insere, por exemplo, e isso já faria com que o osso “saísse fora do lugar”. Isso já causaria um desequilíbrio, e com isso outras estruturas iriam sair de seu equilíbrio também... A Osteopatia agiria em cima disso, ajudando todas as estruturas a voltarem a seu equilíbrio, acabando com qualquer tipo de compensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, ela também é indicado para atletas como prevenção de possíveis lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento dura de 50 min a 1hora, e na primeira sessão já é possível obter resultados significativos. A técnica faz seu diagnóstico próprio, não excluindo o diagnóstico do médico, e durante a sessão, avalia e trata consecutivas vezes, buscando o melhor caminho para solucionar o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Silvia Guedes – Fisioterapeuta formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais / Especialista em Fisioterapia Esportiva pela PUC-MG e em Osteopatia pela Escola Brasileira de Osteopatia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4235249214035490476?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4235249214035490476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4235249214035490476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/08/osteopatia-e-o-esporte.html' title='Osteopatia e o Esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-779692795948923996</id><published>2011-08-11T08:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T08:29:00.449-07:00</updated><title type='text'>Dor lombar  x  Ciclismo</title><content type='html'>A dor lombar é uma das dores mais incapacitantes no esporte, principalmente quando se trata de ciclistas, corredores e triatletas. Na minha prática de fisioterapeuta esportiva, esse é um quadro muito comum, e que torna a prática da atividade desprazerosa e preocupante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lombalgia pode ser originada por diversos fatores, e na maioria das vezes, esta acontece por um conjunto deles, e não por uma causa isolada. Bastou um treino muito longo, umas subidas muito íngremes, um terreno muito acidentado, uma noite mal dormida, uma postura errada na cadeira do escritório... para que o quadro álgico se instalasse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas já têm certa predisposição a ter dor lombar por alterações estruturais nas curvaturas da coluna, por hábitos posturais incorretos, por desequilíbrios musculares, pela técnica incorreta da atividade esportiva, por falta de mobilidade da coluna. Mas todo atleta está suscetível a ter dor lombar na prática de sua atividade. Por isso é tão importante a prevenção e a preocupação com os cuidados necessários para que ela não apareça. A própria dinâmica do esporte tende a gerar desequilíbrios entre a musculatura, e a criar posturas sustentadas por longos períodos de tempo, posturas estas que muitas vezes não são fisiológicas, e criam situações de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, é necessário que o atleta faça um trabalho paralelo ao seu treinamento, visando corrigir esses desequilíbrios musculares, trabalhando principalmente a musculatura estabilizadora do tronco. Além de proteger a coluna, esses músculos fazem com que os movimentos se tornem mais precisos, facilitando a correção postural e melhorando o movimento dinâmico dentro do esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar a mobilidade da coluna também é de fundamental importância, o que acontece em paralelo com o trabalho de consciência corporal do atleta. Existem diversos exercícios com esse objetivo, e que trazem resultados muito benéficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura que o atleta fica no dia-a-dia é outro fator que deve ser observado por ele. Por mais que o atleta faça um trabalho específico para correção de desequilíbrios, na maioria das vezes ele passa mais tempo trabalhando do que fazendo sua atividade física. Assim, ele deve se preocupar em manter uma postura correta mesmo não estando em cima da bike ou pelas ruas com seus tênis de corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bike Fit feito por um profissional capacitado também é fundamental, e muitas vezes a mudança do tamanho do avanço ou a alteração da distância entre o banco e o guidon já basta para que este incôdomo desapareça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natação, o Pilates, a musculação, o treinamento funcional, o Yôga e a Osteopatia são exemplos de atividades paralelas que vão te ajudar a ter um corpo saudável e preparado para atividades físicas intensas, e para que o ganho de performance aconteça de forma natural e gradativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pedal.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-779692795948923996?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/779692795948923996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/779692795948923996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/08/dor-lombar-x-ciclismo.html' title='Dor lombar  x  Ciclismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5889322433082674080</id><published>2011-08-06T21:16:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T21:16:10.841-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapeuta de Anderson Silva conta histórias das lesões no MMA</title><content type='html'>&lt;p&gt; 	O UFC 133 ficou marcado pelas lesões que tiraram de ação muitos dos  lutadores escalados para o evento. Rogério Minotouro, Phil Davis, Nick  Pace, Kid Yamamoto, Riki Fukuda, Vladimir Matyushenko e Alessio Sakara  foram anunciados oficialmente no card antes de se lesionarem e se  retirarem do evento, que acontece neste sábado na Filadélfia. Para ficar de  fora de grandes lutas, porém, é preciso uma contusão das mais sérias,  conforme comprova a experiência de Jackeline Figueiredo, fisioterapeuta  de astros do &lt;strong&gt;MMA&lt;/strong&gt;  como Anderson Silva, Rafael Feijão e Ronaldo Jacaré e que já viu os  casos mais bizarros de lesão em 15 anos de atuação no mundo das lutas. &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Segundo Jackie, como é chamada pela turma da luta, o limiar de dor  desse tipo de atleta é muito diferente dos demais. Enquanto muitos  jogadores de futebol não entram em campo se tiverem qualquer lesão  muscular na perna, alguns lutadores convivem com até 12 hérnias de disco  e seguem treinando. Para tratá-los, é necessário um conhecimento do  esporte e dos limites de cada atleta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O caso de Érica Paes, única lutadora a derrotar a campeã dos pesos pena  do Strikeforce, Cris Cyborg, é um exemplo disso. A lutadora, que está  planejando sua volta aos combates após seis anos afastada, sofreu uma  hérnia de disco lombar extrusa que, segundo dois médicos, exigiria  cirurgia e encerraria sua carreira aos 30 anos de idade. Nas mãos de  Jackie, porém, Érica fez tratamento específico e, em dois meses, está  pronta para voltar aos treinos.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;" class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt; 	&lt;img alt="Érica Paes e Jackeline Figueiredo fisioterapia (Foto: Adriano Albuquerque/SporTV.com)" src="http://s.glbimg.com/es/ge/f/300x397/2011/08/05/jackiefigueiredo6.jpg" title="Érica Paes e Jackeline Figueiredo fisioterapia (Foto: Adriano Albuquerque/SporTV.com)" height="397" width="300"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt; 	- O médico também tem que ter esse conhecimento, senão vai dizer que o  lutador não pode lutar. Médico quer fazer a prevenção - conta Jackeline,  que trabalha com médicos que também são praticantes de lutas ou que têm  experiência no futebol, como Victor Favilla.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	As lesões são as mais variadas possíveis, mas as mais comuns acontecem  na lombar e nas articulações, castigadas com as muitas imobilizações do  jiu-jítsu. Para todas, há um &amp;quot;jeito&amp;quot; de tratar e levar para a luta,  exceto as lesões na costela, que Jackeline &amp;quot;não negocia&amp;quot;. Mesmo assim,  Anderson Silva enfrentou Chael Sonnen em setembro de 2010 com uma  contusão na região - na época, ele estava treinando nos EUA e não fez  tratamento no Rio. O &amp;quot;Spider&amp;quot; foi à clínica de Jackie no começo do ano  passado, logo após passar por cirurgia no cotovelo direito, do qual  retirou fragmentos para recuperar a extensão total do braço.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	- Ele chegou aqui cerca de 20 dias depois de operado, sem força no  braço. Ele recuperou rápido e fomos acresentando exercícios de força. No  quarto dia de sessão, ele já tinha recuperado bastante, e eu disse,  &amp;quot;Anderson, bota o quimono e vai fazendo trabalho de pano&amp;quot;, porque eles  trabalham muita pegada. Ele disse OK. Aí, me ligou o Rogério (Camões,  técnico de Anderson) e perguntou, &amp;quot;Jackie, você liberou o Anderson pra  treinar? Porque ele está aqui jogando saco de 40kg com o Feijão&amp;quot;... Aí  eu disse, &amp;quot;Pronto, acabou a fisioterapia&amp;quot;... Ele nunca mais veio, só  falou por telefone - lembra a fisioterapeuta, que recebeu uma câmera  filmadora de presente do lutador para registrar o tratamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Entre os pacientes de Jackie, estão vários membros da família Gracie.  Royler, tetracampeão mundial de jiu-jítsu, foi o primeiro lutador a  requerer seus serviços, e lutava normalmente mesmo com fraturas no pé.  Além dos Gracie, ela atende atletas da equipe X-Gym como Roberto Corvo,  que sofreu uma luxação no ombro na mesma semana de uma luta, fez  tratamento intensivo, lutou e venceu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Nenhum deles, porém, supera as histórias de Ronaldo Jacaré, atual  campeão dos pesos médios do Strikeforce. Antes de sua última luta, em  que defendeu o cinturão contra Robbie Lawler e venceu por finalização,  Jacaré apareceu na clínica dizendo que estava muito bem, só com um  pequeno incômodo nas costas. Quando levantou a camisa, tinha um edema  enorme no quadril. Era uma desinserção no transverso do abdome, um dos  músculos mais fortes do corpo humano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	- Com uma lesão dessas, uma pessoa normal já estaria internada. Mandei  ele pro Victor Favilla, e ele disse, &amp;quot;Que é isso, cara? Nunca vi na  minha vida!&amp;quot;, e eu disse, &amp;quot;vai se acostumando, porque só vou mandar daí  em diante!&amp;quot; Ele quase fez uma fratura. Fez essa lesão na luta anterior e  foi treinar. Tratamos e em uma semana ele estava ótimo. Levaria um mês e  meio pra recuperação numa pessoa normal, talvez tivesse até que andar  de muletas ou cadeira de rodas - explica Jackie.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="Ronaldo Jacaré fisioterapia (Foto: Divulgação)" src="http://s.glbimg.com/es/ge/f/620x470/2011/08/05/jackiefigueiredo5.jpg" title="Ronaldo Jacaré fisioterapia (Foto: Divulgação)" height="470" width="620"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt; 	Outra história memorável de Jacaré aconteceu numa de suas lutas com  Roger Gracie no Mundial de Jiu-Jítsu, categoria absoluto. Roger  conseguiu uma chave de braço, mas Jacaré se recusou a bater. Seu braço  eventualmente estalou, dando um susto em Roger, que soltou a posição e  pediu que a luta fosse encerrada. Mesmo com o antebraço pendurado,  Jacaré não desistiu, colocou o braço colado na faixa e terminou  derrotando o rival.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	- Não fizemos cirurgia, fizemos uma desinserção muscular. (O prazo era  de) 75 dias pra voltar; ele voltou em 35, pronto pra lutar de novo. Ele  vinha pra fisioterapia de manhã e de tarde, fazíamos muito trabalho na  piscina, e às vezes ele sumia lá dentro. O Jacaré estava sentado dentro  da piscina, fazendo exercício de apneia, testando o fôlego. Hoje, esse  braço dele é mais forte que o outro - diz Jackie.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	Embora pareça impossível evitar lesões num esporte com tanto contato e  queda, Jackeline diz que é possível prevenir as contusões com um  trabalho de profilaxia, que ainda não é muito seguido pelos grandes  nomes e está fora de alcance para lutadores mais humildes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	- Isso já acontece nos esportes olímpicos e coletivos, que têm toda uma  assistência, com médico, preparador, fisioterapeuta, e isso não  acontece muito com o MMA. Fisioterapia não é só pra quando machucar, é  antes também, pra não deixar ficar machucado. É alongamento, trabalho de  flexibilidade, de musculatura. Claro que eles vão se machucar, mas pode  melhorar muito. Mas isso também tem um custo e eles não têm como pagar  uma fisioterapia. A grande maioria que ainda não chegou lá não tem  patrocinador, plano de saúde.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5889322433082674080?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5889322433082674080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5889322433082674080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/08/fisioterapeuta-de-anderson-silva-conta.html' title='Fisioterapeuta de Anderson Silva conta histórias das lesões no MMA'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4517399649940587217</id><published>2011-08-05T11:13:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T11:13:00.114-07:00</updated><title type='text'>Dor Muscular de Início Tardio</title><content type='html'>Sabe aquela dor que você sente no dia que segue um treino pesado? Ela é chamada de Dor Muscular de Início Tardio ou DOMS (Delayed Onset Muscle Soreness), às vezes também conhecida como febre muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno se dá através de dor ou enrijecimento muscular que aparece várias horas após a realização de exercícios para os quais seu corpo não estava acostumado ou após uma sessão de treinamento de carga e/ou volume elevados. Ela é percebida como uma dor “chatinha”, que se evidencia apenas quando o músculo é alongado, contraído ou colocado sob pressão. Geralmente sua intensidade aumenta nas primeiras 24hs, alcança seu pico entre 24 e 72hs, entrando em declínio e desaparecendo depois de 5 a 7 dias após a realização dos exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa dor, ainda hoje, é associada ao acúmulo de ácido lático nos músculos. De fato, esse supbroduto da produção anaeróbia de energia para a contração muscular causa uma dor aguda que, entretanto, desaparece tão logo o fluxo sangüíneo da região exercitada seja reestabelecido. Atualmente sabe-se que o ácido lático é eliminado do organismo em até 3 horas após o término da atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria mais aceita na atualidade é que a dor tardia está associada aos microtraumas musculares, provocados pelo esforço de um determinado exercício. O corpo responde um uma inflamação local, acompanhada de edemas e dores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, isso é benéfico ou não? Eu diria que sim, uma vez que, no processo de regeneração das microlesões, o músculo vai se remodelando como forma de se adaptar ao exercício, o que resulta em fortalecimento. Entretanto, A força muscular diminui durante o processo doloroso. Para o dia seguinte ao treino, são necessários repouso, reposição nutricional e hídrica para que o músculo recupere sua integridade. Se for treinar, este deve ser composto de exercícios regenerativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Masoquismo ou não, acredito que a maioria dos triatletas irão concordar comigo de que essa é uma “dor gostosa”, sinal de que seu corpo está reagindo e buscando melhorar sua performance. Mas não seja cabeça dura! Se o quadro de dor for muito forte ou prolongado, reduza a intensidade dos treinos e procure um especialista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blog.healthsports.com.br/?tag=dor-muscular-de-inicio-tardio"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4517399649940587217?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4517399649940587217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4517399649940587217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/08/dor-muscular-de-inicio-tardio.html' title='Dor Muscular de Início Tardio'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-564186881153586397</id><published>2011-07-29T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T10:33:00.691-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia no voleibol</title><content type='html'>As lesões, na maioria das vezes, são ocasionadas por choque direto de características violentas ou não, e alguns casos por contato direto com outra pessoa ou uma superfície rígida. Também podem ser provocadas pelas repetições de gestos, acelerações, deslocamentos para bloqueio e cortadas, que são os principais fundamentos deste esporte. Por este motivo o voleibol é uma atividade esportiva de grande variabilidade de lesões (2,8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior incidência de lesões em atletas de alto nível, segundo a FIVB (1982), ocorre em períodos de competições, com uma relação de 2:1 a respeito das lesões encontradas durante os treinamentos (8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A epidemiologia das lesões, de acordo com a Tomada de Protocolo de Ferreti (1996), por estruturas anatômicas x por tipo de lesões mais freqüentes no voleibol podem ser visualizadas nos quadros seguintes (2):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="1" cellspacing="1" width="100% align="&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="6" bgcolor="yellow" height="10%" valign="top" width="38%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Estrutura Anatômica &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dedos (mãos)                      &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Cotovelo                                         &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Ombro &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Pulso &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dedos (pés)                         &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Joelho   &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tornozelo / Pé                                &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tronco       &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Coluna   &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Lesão Muscular                                &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Lesão por Estresse&lt;/b&gt;                             &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan="6" bgcolor="yellow" height="10%" valign="top" width="28%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Número de lesões &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;130 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;6 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;84 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;40 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;36 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;22 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;14 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;52 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;43 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;42 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;3&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan="6" bgcolor="yellow" height="10%" valign="top" width="33%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Porcentagem (%) &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;46,13 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;2,13 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;29,8 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;14,2 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;12,76 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;7,8 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;4,96 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;18,39 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;15,2 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;14,9 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;0,91&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Quadro 2 - Tipos de lesões mais freqüentes no voleibol&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Fonte: FERRETI, A. Volleybal Injuries - A colour Atlas of  Volleyball Traumatology. Federetion Internationale de Volleyball, 1996.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;table cellpadding="1" cellspacing="1" width="100% align="&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="6" bgcolor="yellow" height="10%" valign="top" width="75%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Lesões &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Entorse de tornozelo                                          &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tendinopatia patelar/condromalácia patelar         &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Lombalgia &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Entorse de joelho                                             &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Entorse / luxação de falanges                          &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tendinite aquiliana                                           &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Fascite plantar                                                       &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Hérnia / protusão discal lombar                           &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Rotura meniscal&lt;/b&gt;                                                   &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan="6" bgcolor="yellow" height="10%" valign="top" width="25%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Incidência (%) &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;13,0 - 25,0 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;3,0 - 10,0 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;6,1 - 7,8 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;3,6 - 4,61 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;2,7 - 17,09 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;3,0 - 3,9 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;1,5 - 3,8 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;1,0 - 2,3 &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;1,0 - 2,45&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conseguinte, as lesões no voleibol são bastante diversificadas quanto à incidência, local anatômico, comprometimento, modificações biomecânicas e outros. O voleibol deve se preocupar em muito a respeito das técnicas de treinamento esportivo para prevenir as lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intervenção fisioterapêutica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voleibol, nas ultimas décadas, vem passando por diversas mudanças, tanto na parte tática, técnica, física, administrativa, quanto em suas regras. Levando as empresas a investirem mais no atleta. Todavia, estes avanços trouxeram uma maior cobrança aos resultados almejados.Com o objetivo de melhorar, os profissionais de área iniciaram uma corrida na procura de alternativas para o aumento da eficácia de suas equipe. No entanto, na mesma proporção do progresso do voleibol, houve o crescimento do número de lesões, em virtude das inúmeras exigências ao atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a estes problemas, haja vista os jogadores lesionados ficarem inviabilizados totalmente ou parcialmente aos jogos. Em 1969, surgiu oficialmente a fisioterapia desportiva, organizada pelo comitê dos XX jogos Olímpicos e pela primeira vez a fisioterapia entrou como uma unidade nos jogos Olímpicos de 1972.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia desportiva possui atuação preventiva e de reabilitação de lesões, basicamente utilizando os mesmos recursos da fisioterapia ortopédica traumatologia, diferenciando-se desta na especificidade, intensidade, freqüência e objetivos de tratamento (3,5,7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos fisioterápicos mais utilizados para o tratamento das lesões esportivas são: eletroterapia, crioterapia, hidroterapia, massoterapia, cinesioterapia e mecanoterapia. Observando-se suas indicações e contra-indicações, além das alterações fisiológicas ocorridas com tais técnicas. Cujas principais finalidades são (5,7):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter a imagem psico - sensorial e motora do atleta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promover a recuperação muscular, tendinosa e articular; melhorar a circulação arterio-venosoa e linfática;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promover o relaxamento com movimentos rítmico e dinâmico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar a coordenação; aumentar o tônus, trofismos muscular e amplitude de movimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combater algias e edemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, para o melhor desempenho do esporte é fundamental:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de uma equipe técnica de alto nível e a mais especializada possível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traçar metas a serem alcançadas durante a temporada, planejar fases de treinamentos e a divisão das tarefas durante elas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer uma avaliação física;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar uma avaliação médica e fisioterápica, pois por intermédio da avaliação é possível desenvolver um trabalho preventivo mais eficiente, onde pode-se dividir o grupo pelas lesões, pelas deficiências físicas existentes e pelas posições que os jogadores atuam. Desta forma evita-se a perda de tempo e não sobrecarrega os atletas com exercícios desnecessários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-564186881153586397?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/564186881153586397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/564186881153586397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/fisioterapia-no-voleibol.html' title='Fisioterapia no voleibol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2451626561981268499</id><published>2011-07-24T10:28:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T10:28:00.100-07:00</updated><title type='text'>Pliometria aplicada a recuperação de atletas</title><content type='html'>A maioria das atividades desportivas, como saltar e arremessar, utiliza uma alternância de contrações musculares, denominada de ciclo alongamento-encurtamento, ou seja, um mecanismo fisiológico cuja função é aumentar a eficiência mecânica dos movimentos, nos quais ocorre uma contração muscular excêntrica, seguida, imediatamente, por uma ação concêntrica (1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meios pelo qual se ativa o ciclo alongamento-encurtamento é a pliometria. Esse&lt;br /&gt;método é conhecido por desenvolver potência muscular em atletas. A potência representa o componente principal da boa forma física, que pode ser o parâmetro mais representativo do sucesso nos esportes que requerem força rápida e extrema (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo pliometria foi introduzido pelo treinador norte americano Fred Wilt em 1975. Essa técnica tornou-se popular nos anos 60 e 70 e foi responsabilizada pelo sucesso dos atletas do leste europeu na época(3). Os treinadores norteamericanos já usavam saltos com bancos o pular corda, porém não conheciam sua base fisiológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, então, o treinador soviético Yuri Verkhoshanski, durante o final da década de 60, quem começou a transformar o que eram apenas saltos aleatórios, em treinamento pliométrico organizado (2, 4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios pliométricos são definidos como aqueles que ativam o ciclo excêntricoconcêntrico do músculo esquelético, provocando sua potenciação elástica, mecânica e reflexa(5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito dos exercícios de ciclo alongar e encurtar ou de contra movimento é melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular e armazenar energia elástica durante o préalongamento, para que esta seja utilizada durante&lt;br /&gt;a fase concêntrica do movimento(6). Esses exercícios promovem a estimulação dos&lt;br /&gt;proprioceptores corporais para facilitar o aumento do recrutamento muscular numa mínima quantidade de tempo(7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da importante contribuição desta técnica para o ganho de potência,de auxílio na melhora do desempenho de controle neuromuscular, porém somente há pouco a sua importância na prevenção e reabilitação de lesões está sendo discutida (8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, este trabalho de revisão bibliográfica tem como objetivo descrever as bases mecânicas, elásticas e neurofisiológicas da pliometria, assim como, o seu papel na reabilitação e prevenção de lesões em atletas, haja visto que eles precisam retornar de forma precoce e segura ao esporte competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://web01.unicentro.br/revistas/index.php/salus/article/viewFile/674/784"&gt;Continue lendo aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2451626561981268499?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2451626561981268499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2451626561981268499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/pliometria-aplicada-recuperacao-de.html' title='Pliometria aplicada a recuperação de atletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4679594151765746780</id><published>2011-07-18T10:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T10:19:00.111-07:00</updated><title type='text'>Exercícios proprioceptivos preventivos</title><content type='html'>O termo propriocepção foi primeiramente introduzido por Sherrington em 1906, que a descreveu como um tipo de feedback dos membros ao sistema nervoso central (SNC) (Dover &amp; Powers, 2003); propriocepção é um tipo de informação vinda dos membros até o SNC (Lephart et al., 1997). O SNC processa estas informações vindas de terminações nervosas especializadas ou de mecanoceptores que estão localizados na pele, músculo, tendão, cápsula articular e ligamento. Juntamente com os inputs vestibular e visual, os mecanoceptores fornecem ao SNC informações sobre a posição do membro (Beynnon et al., 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a propriocepção é descrita como a conciliação do senso de posição articular (habilidade do indivíduo identificar a posição do membro no espaço) e da cinestesia (movimento articular) (Dover et al., 2003); outros autores ainda consideram que o termo propriocepção tem um sentido mais amplo, que inclui nesta definição o controle neuromuscular (Laskowski et al., 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proprioceptores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a formulação de um programa de reabilitação-treinamento proprioceptivo é fundamental um conhecimento da fisiologia básica, isto é, de como estes mecanoceptores musculares e articulares funcionam conjuntamente na produção de movimento fluente, controlado e coordenado (Ellenbecker, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três tipos de mecanoceptores nos músculos e articulações sinalizam a posição estacionária dos membros e a velocidade de direção dos membros em movimento: (a) receptores especializados sensíveis ao estiramento muscular, denominados receptores do fuso muscular; (b) órgãos tendinosos de Golgi, receptores do tendão que são sensíveis a fora de contração e ao esforço exercido por um grupo de fibras musculares; e (c) receptores localizados nas cápsulas articulares que são sensíveis à flexão ou extensão da articulação (Kandel, 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vias proprioceptivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses mecanoceptores iniciam o laço aferente do feedback proprioceptivo ao SNC (Laskowski et al., 1997). Os axônios que transportam informações dos órgãos para a medula são chamados de aferentes e são denominados de acordo com seu tamanho, ou seja, I, II, e assim por diante, conforme o diâmetro e a velocidade de condução relativa. Transportam as informações dos órgãos do fuso (Ia) e dos órgãos de Golgi do tendão (Ib) (Cailliet, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos axônios que trazem a informação proprioceptiva entram no corno dorsal da medula e fazem sinapses com os interneurônios. A essência da integração aferente com a coluna espinhal é quando estes sinais se encontram com os interneurônios e estes se conectam com os altos níveis do SNC. A maioria dessas informações proprioceptivas propaga-se até os altos níveis do SNC através do trato dorsal lateral ou trato espinocerebelar. Os dois tratos dorsais laterais estão localizados na região posterior do corno espinhal e finalmente carregam os sinais ao córtex somatosensorial. Embora a maioria das sensações que este trato é responsável seja toque, pressão e vibração, grande quantidade da compreensão consciente do senso de posição articular e cinestesia também é atribuída a este trato (Riemann &amp; Lephart, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios proprioceptivos preventivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios proprioceptivos são uma parte integral do processo de reabilitação e talvez seja prudente o uso clínico na prevenção de lesões desportivas, pois os estudos realizados comprovaram que a prescrição destes exercícios melhora o senso de posição articular e evita que as lesões ocorram (Dover et al., 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática regular de exercícios proprioceptivos ajuda a manter uma excelente resposta do sistema somatosensorial, comprovando que a utilização destes exercícios auxilia na manutenção do equilíbrio (Gauchard, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de exercícios proprioceptivos, para compor um trabalho proprioceptivo preventivo, deve ter exercícios dinâmicos, multidirecionais e específicos de cada esporte. Estes exercícios trabalham principalmente com componentes da estabilidade dinâmica das articulações (unidades músculo-tendíneas) que mantém os membros e as articulações estáveis durante os movimentos. Este treinamento de exercícios dinâmicos específicos de cada esporte, permite facilitações na adaptação proprioceptiva na articulação do joelho em atletas (Hewett, 2001).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um estudo controlado prospectivo de 600 jogadores de futebol relacionou os possíveis efeitos preventivos de um treinamento proprioceptivo. Trezentos jogadores foram instruídos a treinar 20 minutos por dia com 5 diferentes fases de dificuldade aumentada. A primeira fase consistiu de treinamento equilibrado sem qualquer prancha de equilíbrio, a fase 2 de treinamento em uma prancha de equilíbrio retangular, fase 3 de treinamento em uma prancha redonda, fase 4 de treinamento em uma prancha retangular e redonda combinado, fase 5 de treinamento em uma prancha chamada BABS. Um grupo controle de 300 jogadores de outros times comparáveis treinava normalmente e não receberam qualquer treinamento. Ambos os grupos foram observados durante três temporadas e possíveis lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) foram diagnosticadas por exames clínicos. Um total de 10 lesões de LCA foram encontradas no grupo propriocepção, contra 70 lesões nos jogadores que somente realizaram o treinamento normal foram registradas. Este trabalho concluiu que o treinamento proprioceptivo pode reduzir significativamente a incidência de lesões de LCA nos jogadores de futebol (Caraffa, 1996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No futebol Suíço durante as temporadas de 1999 e 2000, 101 jovens atletas participaram de um grupo de intervenção, realizando diversas atividades que tinham o intuito de prevenir lesões, entre elas um programa de exercícios destinados a aumentar a estabilidade das articulações do tornozelo e joelho, enquanto 93 jovens atletas do grupo controle continuaram a praticar o esporte normalmente. A incidência de lesões no grupo de intervenção foi de 6.7 a cada 1000 horas de treinamentos ou jogos, enquanto no grupo controle foi de 8.5, o que representa um número 21% menor de lesões no grupo de intervenção comprovando claramente que a incidência de lesões no futebol pode ser reduzida com um programa de prevenção (Junge et al., 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um trabalho nos anos de 2000 e 2001 com jogadoras de futebol com idade entre 14 e 18 anos de equipes norte-americanas, 1041 e 844 atletas participaram do grupo de intervenção no primeiro e segundo ano respectivamente, enquanto o grupo controle contou com 1905 e 1913 em cada ano do estudo. O grupo de intervenção realizou um programa de treinamentos neuromusculares e proprioceptivos, além de exercícios de aquecimento, alongamento e fortalecimento, com o intuito de reduzir o índice de lesões dos ligamentos cruzados anteriores destes atletas enquanto o grupo controle continuou sua rotina normal de treinamentos. No primeiro ano de estudos ocorreram 2 lesões de ligamento cruzado anterior no grupo de intervenção, enquanto no grupo controle ocorreu 32 lesões deste ligamento. No segundo ano de pesquisa ocorreram 4 e 35 lesões do ligamento em questão no grupo de intervenção e no grupo controle respectivamente. Ocorreram 88% e 74% menos lesões do ligamento cruzado anterior no grupo de intervenção em comparação com o grupo controle no primeiro e segundo ano respectivamente (Mandelbaum et al., 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo com 1263 jovens atletas de futebol, basquetebol e voleibol dos sexos masculino e feminino para verificar a incidência de lesões de joelho em atletas do sexo feminino. Havia dois grupos de atletas do sexo feminino, o grupo de intervenção que foi submetido a um programa de treinamento neuromuscular durante 6 semanas que consistia de alongamentos, exercícios pliométricos e treinos com pesos enfatizando as características de cada esporte, o grupo controle em que continuou realizando sua prática desportiva de modo habitual e um terceiro grupo controle de atletas do sexo masculino. Ocorreram 14 lesões severas de joelho durante o estudo, em que 10 ocorreram no grupo controle de atletas (8 lesões sem contato) e 2 (0 sem contato) lesões no grupo de intervenção de atletas do sexo feminino respectivamente. E no grupo controle de atletas do sexo masculino ocorrera 2 lesões severas de joelho, sendo que uma lesão de contato e outra sem contato. O menor número de lesões severas de joelho em atletas que se submeteram ao treinamento neuromuscular pode ser devido ao aumento da estabilidade dinâmica articular destes atletas (Hewett, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo com 765 jovens jogadores (523 do sexo feminino e 242 do sexo feminino) de basquetebol e voleibol foram divididos no grupo de intervenção (373 atletas) que participaram de um programa de treinamento de equilíbrio e no grupo controle (392 atletas) que mantiveram suas atividades desportivas rotineiras. O programa de exercícios escolhidos para a realização do trabalho foi baseado nos exercícios usados durante a reabilitação de lesões de joelho e tornozelo. Os exercícios foram divididos em 5 fases, sendo que da fase 1 a 4 foi desenvolvida durante 4 semanas antes do início da temporada com a realização dos exercícios 5 vezes por semana. A fase 5 do treinamento ocorreu após o início das competições com a realização dos exercícios 3 vezes por semana. O objetivo foi verificar a incidência de lesões de tornozelo nestes atletas, e o grupo de intervenção teve significativamente menos lesões o grupo controle (1.13 e 1.87 lesões de tornozelo a cada 1000 horas de prática esportiva). Então, um programa de treinamento de equilíbrio reduziu significativamente o risco de entorses de tornozelo em jovens atletas de futebol e basquetebol (de McGuine &amp; Keene, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pesquisa realizada durante a temporada 2001-2002 do voleibol holandês masculino e feminino sobre treinamento proprioceptivo com o objetivo de diminuir o número de entorses de tornozelo contou a participação de 641 jogadores no grupo controle e 486 jogadores no grupo de intervenção. O programa de treinamento consistiu em 14 exercícios básicos com e sem o uso de pranchas de equilíbrio, e foram realizados durante as 36 semanas da temporada de voleibol. O entorse de tornozelo teve incidência de 0.5 por 1000 horas de jogo no grupo de intervenção e 0.9 por 1000 horas de jogo no grupo controle. A incidência total de lesões no grupo de intervenção foi de 2.1 por 1000 horas de treinamentos ou jogos, enquanto no grupo controle foi de 2.9 por 1000 horas. Concluiu-se que um programa proprioceptivo em pranchas de equilíbrio foi suficiente para prevenir a ocorrência de entorses de tornozelo (Verhagen et al., 2004 ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinamento em discos de tornozelo influenciou o tempo de reação de músculos selecionados durante um entorse de tornozelo simulado em pessoas sem lesões prévias e sem instabilidade funcional do tornozelo (Sheth et al., 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cinesio/lesao_esporte_leandro.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4679594151765746780?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4679594151765746780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4679594151765746780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/exercicios-proprioceptivos-preventivos.html' title='Exercícios proprioceptivos preventivos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2244250216977505407</id><published>2011-07-13T10:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T10:17:01.349-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na Ortopedia e na Medicina do Esporte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/29488/fisioterapia+na+ortopedia+e+na+medicina+do+esporte/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/29488.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/29488.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt;Um obra para o treinamento dos especialistas em ortopedia e  medicina esportiva, que estão aumentando em número e ganhando cada vez  mais independência dentro de uma equipe de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Manole        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;JAMES A. GOULD        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8520401074        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;1993        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;2        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;692        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Capa Dura        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Grande        &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="outline: medium none;"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/29488/fisioterapia+na+ortopedia+e+na+medicina+do+esporte/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2244250216977505407?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2244250216977505407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2244250216977505407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/fisioterapia-na-ortopedia-e-na-medicina.html' title='Fisioterapia na Ortopedia e na Medicina do Esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4066301202434888173</id><published>2011-07-08T05:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T05:40:00.155-07:00</updated><title type='text'>Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição</title><content type='html'>&lt;div class="arraste-e-compre" id="area132"&gt;        &lt;div id="area133"&gt;&lt;div class="boxProductPics"&gt;               &lt;div class="productPicFull"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;     &lt;a style="outline: medium none;" title="Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição" rev="lightwindow_width=680,lightwindow_height=622" class="lightwindow" href="http://www.submarino.com.br/#light-Content"&gt;      &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/213097/esporte+e+exercicio:+avaliacao+e+prescricao/?franq=172965"&gt;&lt;img style="position: relative;" class="image img_0 IMGProduct_213097" alt="esporte+e+exercicio:+avaliacao+e+prescricao" id="baseImg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/213097.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="outline: medium none;" title="Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição" rev="lightwindow_width=680,lightwindow_height=622" class="lightwindow" href="http://www.submarino.com.br/#light-Content"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;   Esporte e Exercício - Avaliação e Prescrição é dividido em 7 partes ilustradas, num total de 18 capítulos, sendo destinado a profissionais das áreas de Educação Física, Esporte e Medicina Esportiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais segue a escola européia, com conceitos: sistêmico de avaliação e global de cineantropometria, apresentando um modelo energético pouco divulgado entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condição a aptidão física são aqui utilizadas de forma distinta da literatura da área específica , buscando similaridades de outras áreas de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A separação das variáveis aeróbia e anaeróbia em potência e capacidade, também, ainda é pouco utilizada. São apresentados, de maneira sintética, aspectos morfológicos, cardiológicos e de flexibilidade, e alguns resultados dos aspectos psicossociológicos, só pesquisados nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentes estudos com grupos de Portadores de Necessidades Especiais são abordados em dois dos capítulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção especial foi dada aos aspectos de exercício e esporte em crianças e adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Editora: Roca&lt;br /&gt;   Autor: MARIA AUGUSTA P.D. KISS&lt;br /&gt;   ISBN: 8572414622&lt;br /&gt;   Origem: Nacional&lt;br /&gt;   Ano: 2003&lt;br /&gt;   Edição: 1&lt;br /&gt;   Número de páginas: 407&lt;br /&gt;   Acabamento: Capa Dura&lt;br /&gt;   Formato: Médio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="outline: medium none;"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/213097/esporte+e+exercicio:+avaliacao+e+prescricao/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;                &lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class=" down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="img/blank.gif" alt="Link" class="gl_link" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4066301202434888173?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4066301202434888173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4066301202434888173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/esporte-e-exercicio-avaliacao-e.html' title='Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6925115752494903254</id><published>2011-07-01T06:57:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T06:57:01.020-07:00</updated><title type='text'>Cirurgia da mão em esportes</title><content type='html'>O uso das mãos na maioria dos esportes é de extrema necessidade, uma vez que sua exposição freqüente aumenta os riscos de lesões. Estatísticas apontam que 3 a 9 por cento das lesões da região mão/punho são decorrentes pela exposição da mão no esporte. Por isso é importante que o atleta tenha um acompanhamento especializado, evitando, desde o início, qualquer tipo de trauma para adquirir total desempenho em suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidar bem das mãos prolonga a vida esportiva do atleta. Por isso a Associação Brasileira de Cirurgia da Mão (ABCM) lançou no mês de maio a "Campanha Nacional de Prevenção a Acidentes e Traumas da Mão", visando divulgar ao público riscos e maneiras de prevenir uma futura lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das lesões deste segmento corporal vem de um trauma agudo (contusão ou fratura) ou de esforços repetitivos. Em primeiro lugar, temos os seguintes fatores: a técnica incorreta, o aumento da intensidade de treino e o tratamento inadequado de lesões anteriores. Uma lesão cada vez mais comum, principalmente nos jogadores de tênis, é a lesão do complexo de fibrocartilagem triangular - estrutura que dá suporte e estabilidade ao punho. Esta lesão pode estar relacionada aos movimentos rotacionais do punho e da carga repetitiva. Mas o trauma que ainda prevalece no mundo dos tenistas é a tendinite, causadas por movimentos repetitivos e/ou traumas, sem contar os famosos cistos, uma espécie de hérnia da membrana que reveste os tendões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de dor, os traumas provocam sensação de formigamento e anestesia em determinadas regiões do punho, além da capacidade atlética alterada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro atendimento após o acidente com as mãos é de extrema importância, já que dele depende toda a evolução do caso. O socorro mal conduzido gera graves sequelas ao acidentado, podendo causar incapacidade funcional e aumentando seus gastos. Este pesadelo é a realidade de muitos trabalhadores braçais, artistas, profissionais liberais, esportistas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que estes problemas tenham uma melhor solução, é que foi criada a especialidade de Cirurgia da Mão, que tem além de conhecimento profundo de anatomia, fisiologia e fisiopatologia, um aprimoramento da técnica cirúrgica. O objetivo da Cirurgia da Mão nos traumatismos é recuperar a mão acidentada o mais rápido e o mais perfeito possível para que essas pessoas voltem às suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://www.cirurgiadamao.org.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6925115752494903254?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6925115752494903254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6925115752494903254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/07/cirurgia-da-mao-em-esportes.html' title='Cirurgia da mão em esportes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5275548034054068906</id><published>2011-06-25T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T05:36:00.337-07:00</updated><title type='text'>Pilates ganha espaço na preparação física e na recuperação de lesões de atletas de alto rendimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 355px; height: 264px;" alt="http://manuellarangel.com.br/wp-content/uploads/pilates.jpg" src="http://manuellarangel.com.br/wp-content/uploads/pilates.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pilates ganhou muita força no Brasil nos últimos anos. Além de fazer parte da preparação física de muitos brasileiros comuns, que praticam esportes com certa regularidade, se tornou uma alternativa rápida e eficiente para a falta de tempo para uma atividade física regular. Mesmo aqueles que ainda não praticaram o Pilates percebem seu desenvolvimento e disseminação, principalmente entre as mulheres. Mas a suavidade dos movimentos e o pouco ganho de músculos adicionais, não impediu a prática do Pilates por atletas com altas cargas de treinamento e fortalecimento muscular. Clubes de Futebol, Vôlei e outros tantos esportes já incluíram a nova tendência em seus processos de preparação e recuperação de atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande exemplo é a jogadora de vôlei de praia Juliana. Após sofrer uma grave lesão no joelho direito no dia 18 de Junho, menos de dois meses antes dos Jogos Olímpicos de 2008, a atleta se viu obrigada a descartar uma cirurgia reparadora do ligamento cruzado devido a proximidade da competição. Uma carga de 16 horas diárias de tratamentos colocou Juliana numa rotina árdua de sessões de fisioterapia, exercícios na piscina e aulas de Pilates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundamental no processo de recuperação, o Pilates forneceu à atleta mais equilíbrio, flexibilidade e segurança. Assim, Juliana se preveniu das sequelas no local da lesão e de outras contusões em músculos usados em seus movimentos para compensar a deficiência no joelho. Como o prazo de recuperação era muito curto e o nível de competitividade na busca por uma medalha olímpica é muito grande, Juliana acabou ficando de fora do torneio. Sua parceira Larissa competiu ao lado da reserva da equipe brasileira, Ana Paula. Com a decisão da desistência, a jogadora resolveu fazer a cirurgia e mais uma vez se valeu das técnicas do Pilates para sua recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação com os benefícios do Pilates também se observa em outros esportes. Sabidamente um dos clubes de futebol com melhor estrutura do Brasil, o São Paulo se gaba de possuir o melhor REFFIS do país. Destino de muitos atletas das mais variadas modalidades o Núcleo de Reabilitação Esportiva são-paulino conta desde 2010 com uma ampla e equipada área de RPG e Pilates. Outro líder em estrutura em sua modalidade, o Vôlei Futuro também conta com instalações semelhantes eu seu centro de treinamento. Além das instituições que lidam com atletas de alto rendimento, clubes e associações de menor porte também se renderam ao Pilates. Atletas de futsal em idade de desenvolvimento físico são cada vez mais submetidos a esse tipo de treinamento, já que as técnicas de aperfeiçoamento do movimento de chute em curto espaço acabam formando músculos maiores, menos flexíveis e mais propensos a lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A flexibilidade e o equilíbrio providos pela prática do Pilates, além da prevenção de lesões graves, dentre outros tantos benefícios entrou de vez na rotina dos atletas de alto nível de competitividade. Isso só corrobora o que todo o Brasil já vinha percebendo: o Pilates é uma excelente alternativa para quem quer adquirir condicionamento físico e não tem tempo ou paciência para exercícios convencionais. Se o Pilates tem papel fundamental na rotina desses atletas que sempre atuam no limite da condição física e sofrem com os impactos e choques bruscos de sua prática esportiva, imagine o que ele pode fazer pelo seu corpo. Não perca tempo, mexa-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hebert Soares&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5275548034054068906?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5275548034054068906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5275548034054068906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/06/pilates-ganha-espaco-na-preparacao.html' title='Pilates ganha espaço na preparação física e na recuperação de lesões de atletas de alto rendimento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2504453299134490951</id><published>2011-06-19T05:34:00.000-07:00</published><updated>2011-06-19T05:34:01.281-07:00</updated><title type='text'>Aspectos preventivos no esportes</title><content type='html'>O aspecto preventivo no tratamento das lesões esportivas reveste-se de muita importância quer se discuta atividade física de alto desempenho quer como mero coadjuvante de tratamentos médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de aumentar a longevidade dos atletas, a maior indicação terapêutica de atividade física e o próprio aumento do número de pessoas que querem usufruir de seus benefícios fazem com que os aspectos preventivos devam ser encarados com prioridade cada vez maior pelos profissionais da área de medicina esportiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 318px; height: 318px;" alt="http://1.bp.blogspot.com/-CxgSZY0iy1M/TajpPI-temI/AAAAAAAAGJ8/ej7A34JvMr4/s1600/lesao-esporte.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/-CxgSZY0iy1M/TajpPI-temI/AAAAAAAAGJ8/ej7A34JvMr4/s1600/lesao-esporte.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O desempenho esportivo de cada pessoa é baseado na interação de aspectos cognitivos, capacidades físicas e psicológicas, que, na presença de certos fatores externos associados a condições limitantes, levam à aptidão física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência de lesões esportivas é decorrência de inter-relação ente o atleta e o esporte praticado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda atividade física gera uma sobrecarga em algum ponto do aparelho locomotor. Se esta sobrecarga fica circunscrita à capacidade fisiológica do organismo de se recuperar, não há a instalação de um processo patológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base de todas as teorias envolvidas no trabalho de prevenção das lesões leva em conta a capacidade de se avaliar adequadamente as limitações de quem pratica o esporte associada ao conhecimento da magnitude e tipo de sobrecarga que a prática do esporte gera. Atletas bem condicionados sofrem um menor número de lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos intrínsecos (relacionados ao atleta) como biótipo do atleta, presença de lesões prévias, capacidades físicas desenvolvidas, presença de alterações corporais, desequilíbrios musculares presentes, são tão importantes nesta análise quanto os extrínsecos (relacionados ao esporte), por exemplo: tipo de esporte, material utilizado, regras utilizadas, quantidade e tipo de treinamento ministrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os erros de treinamento, porém, são os maiores responsáveis pelas lesões esportivas (60% segundo JAMES, 1978). Estes erros geralmente são causados por: quantidade inadequada de treino (muita intensidade), técnica inadequada de execução e avaliação inadequada das capacidades e/ou necessidades do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de treino que se aplica a um atleta é um produto das variáveis: freqüência, intensidade e duração. Cada período de treino (preparatório, competição intermediário) tem sua quantidade específica previamente determinada segundo as peculiaridades de cada esporte e respectivo calendário. Cada período de treino será subdividido em: microciclos (por ex.: planilhas de treino semanais, mesociclos (planilhas de treino mensais ou bimensais) e macrociclos (uma visão mais panorâmica das atividades do atleta levando em conta seus ápices de desempenho escolhidos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizar e quantificar um trabalho de treinamento é a melhor forma para que treinadores, médicos, profissionais de educação física e terapeutas falem a mesma língua visando identificar pontos de risco neste cronograma de treino, evitando tanto o supertreinamento ou o mal condicionamento, ambos muito frustrantes para toda a equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três aspectos são básicos quando se discute treinamento: força muscular, flexibilidade articular e capacidade cardio-respiratória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho muscular tem como dado primordial a carga máxima que um músculo pode suportar num determinado movimento. Temos que lembrar que nunca um movimento é executado por apenas um músculo e que sempre existe um músculo antagonista modulando a execução deste movimento. O trabalho muscular como qualquer outro deve ser o mais específico possível para o esporte praticado, para que o músculo desenvolva as capacidades necessárias para a execução repetitiva dos atos motores seqüenciais determinados pelo esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos levar encontrar que os músculos compõem-se de fibras que possuem características metabólicas diferenciadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - baixa velocidade de condução do impulso, suporta prolongada tensão, baixo índice de fadiga com alta atividade oxidativa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - alta velocidade de condução do impulso, suporta tensão maior por tempo menor, alto índice de fadiga com baixa capacidade oxidativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A composição muscular de um indivíduo é determinada geneticamente, embora estudos mais recentes mostram uma plasticidade maior das fibras tipo II. Esta plasticidade ocorre em função do tipo de sobrecarga que é imposta a estas fibras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinamento muscular deve ser expresso em porcentagem da carga máxima levando-se em conta o número de repetições de cada exercício, o número de séries, o tempo de execução do exercício, o tempo de repouso entre as séries e a seqüência de sua execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fortalecimento muscular pode ser dividido em componentes de potência e resistência de força, de acordo com o trabalho realizado. A manutenção do equilíbrio entre musculatura antagonista e agonista de um movimento é condição essencial para que este movimento seja executado sem sobrecargas biomecânicas articulares. Atualmente já existem sistemas computadorizados (Cybex, Kinkon, Merec, etc.) que podem aferir com precisão dados como: trabalho executado, equilíbrio muscular, picos de torque, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à flexibilidade articular, sabe-se que a sua determinante é anatômica e extremamente individualizada para cada pessoa. A capacidade de um bom programa de treino de melhorá-la gira em torno de 30%. A sua perda diminui a eficiência mecânica do movimento. Fatores como idade e sexo influem decisivamente, devido à maior ou menor concentração de água no colágeno que compõe as estruturas periarticulares (menor teor de água, maior rigidez do sistema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício clássico para melhora desta flexibilidade é o alongamento. É dividido em componentes passivo e ativo (ativo, o atleta executa e passivo, executam no atleta). Os exercícios de alongamento devem ser executados antes e depois da atividade física (aquecimento e relaxamento ou volta à calma) Antes ele prepara o músculo para o exercício e depois ele o recupera deste mesmo exercício. Isto se reveste de importância pois sabe-se que as lesões musculares geralmente ocorrem com exercícios excêntricos (tensão grande com alongamento do sistema miotendíneo) e na transição miotendínea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira comumente utilizada para sua execução é séries de 5 repetições, com manutenção por 15 a 30 segundos, sempre sem resistência e com relaxamento muscular. Existem outras técnicas que podem potencializar este trabalho como a facilitação neuro-proprioceptiva (o atleta faz alongamento progressivo até o limite, contração isométrica seguida de relaxamento e novo período de alongamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade cardio-respiratória é dividida em componentes aeróbio e anaeróbio. Dentre os três itens discutidos é a que é mais facilmente mensurável e tem tido maior destaque na literatura. O componente aeróbio é aquele de características metabólicas oxidativas, responsável pelos exercícios de longa duração (provas de fundo e o anaeróbio é caracterizado por vias glicolíticas (ATP - CP e ácido lático), responsável por aquelas de curta duração (provas de velocidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias formas de desenvolver a capacidade aeróbia: andar, trotar, correr, pedalar, nadar, remar e dançar são algumas delas. Quanto à capacidade anaeróbia são os exercícios de alta intensidade e curta duração ("sprints") que causam o seu aprimoramento.&lt;br /&gt;Há vários protocolos já bem conhecidos (Bruce, Ellestad, Wingate) que podem avaliar estas capacidades. Salienta-se que a capacidade aeróbia é o primeiro componente que deve ser trabalhado em qualquer programa de condicionamento físico, pois ele fornece a base para o desenvolvimento de outras capacidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os itens anteriormente abordados têm como finalidade discutir conceitos básicos, não tendo o objetivo outro que não o de alertar todos os profissionais da área esportiva para o estabelecimento objetivo e realista de metas para um programa de treinamento que leve em conta: as características fisiológicas do atleta, com reavaliações freqüentes destas capacidades, as características biomecânicas de cada esporte, para que se possa maximizar o desempenho esportivo minimizando o número de lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocorrência de uma lesão decorrente de treino, a quantificação, subdivisão e organização deste mesmo treino nos seus componentes permite uma rápida identificação do agente causal com pronta intervenção terapêutica ara diminuir suas conseqüências.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2504453299134490951?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2504453299134490951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2504453299134490951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/06/aspectos-preventivos-no-esportes.html' title='Aspectos preventivos no esportes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CxgSZY0iy1M/TajpPI-temI/AAAAAAAAGJ8/ej7A34JvMr4/s72-c/lesao-esporte.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8686600932523490838</id><published>2011-06-14T05:31:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T05:31:00.546-07:00</updated><title type='text'>Músculo Psoas: vilão ou aliado dos triatletas?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.deeptissue.com/learn/hip/psoas.jpg" src="http://www.deeptissue.com/learn/hip/psoas.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos praticantes de triathlon já sentiu aquele desconforto na virília ou dores na lombar. Mas enfim, qual pode ser a causa destas dores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O músculo psoas, associoado a outros músculos (mais 29 músculos que fazem parte do Core) são os grandes estabilizadores da região lombar-pelve-quadril, controlando e suportando os movimentos da perna durante a atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Este grande CENTRO (lombar-pelve-quadril) é responsável pera geração e dissipação de forças para o resto do corpo, principalmente para os membros inferiores. Isto é válido tanto para o ciclismo quanto para a natação e corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Os triatletas, principalmente os de Ironman tem por rotina de treinamento um grande volume sobre a bike em cima do clip. Nesta posição de “fechamento” o músculo psoas está em encurtamento e é constantemente solicitado na puxada do pedal e na estabilização para uma boa pedalada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Este músculo extremamente encurtado e rígido leva a um desequilíbrio muscular da pelve. Isso se explica porque um músculo rígido e encurtado não trabalha na sua maior eficiência, comprometendo a mobilidade da pelve e coxofemural, diminuindo também sua capacidade de produção de força e por um mecanismo neurológico chamado de inibição recíproca: quando um músculo contrai o oposto relaxa, e neste caso como o psoas está sempre em tensão ele acaba inibindo o glúteo máximo (outro estabilizador pélvico) causando assim um desequilíbrio pélvico maior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Esta instabilidade e desequilíbrio muscular pélvico gera um uso excessivo e inadequado de toda unidade funcional inferior sendo responsável não só por dores na própria região pélvica (piriforme, glúteos, adutores, púbis), mas também por dores e lesões lombares e de todo membro inferior (tendinites de posteriores de coxa, quadríceps, aquiles, fasceítes plantares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Por estes motivos o tratamento destas lesões deve ser muito bem planejado, visando primeiramente o reequilíbrio desta região pélvica, tanto nos encurtamentos e mobilidade natural quanto na reativação dos músculos que estão inibidos e consequente estabilização central e somente então tratar se necessário a lesão em si. Caso contrário estas lesões irão sempre reincidir, pois não será solucionada a causa do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Sendo assim, se dermos atenção devida aos alongamentos, mobilidade e estabilidade desta região pélvica o músculo psoas pode passar de vilão à aliado dos triatletas. Já que esta área em constante equilíbrio é uma grande produtora de forças para a melhora da performance e auxilía na prevenção de lesões dos mais variados tipos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Treine com saúde! Previna!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Caroline Gassen&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8686600932523490838?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8686600932523490838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8686600932523490838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/06/musculo-psoas-vilao-ou-aliado-dos.html' title='Músculo Psoas: vilão ou aliado dos triatletas?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6209189179859406838</id><published>2011-06-08T06:25:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T06:25:00.340-07:00</updated><title type='text'>Eficácia da Fisioterapia na propriocepção do joelho após a ruptura do LCA</title><content type='html'>A articulação do joelho é a maior e a mais complexa das articulações sinoviais do corpo, nela estão inseridos, entre outros, o ligamento cruzado anterior (LCA), onde se vai incidir este estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta articulação de carga, une dois ossos longos com superfícies articulares pouco congruentes estando sujeito a lesões traumáticas, sendo uma das articulações mais lesadas do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LCA é o ligamento do joelho que apresenta ruptura completa com maior frequência, sendo responsável por 50% de todas as lesões ligamentares. A maioria das lesões do LCA ocorre em actividades desportivas, principalmente naquelas que envolvem movimentos de desaceleração, rotação e saltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ruptura deste ligamento não causa apenas alterações articulares das estruturas e nas suas funções, mas também representa a perda da função proprioceptiva na articulação do joelho. Estes factores podem provocar alterações das propriedades eléctricas dos músculos que atravessam a articulação do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, optou-se por aprofundar o tema: a propriocepção na articulação do joelho após a ruptura do LCA, diante desses aspectos o presente trabalho pretende responder “Será que a fisioterapia auxilia na reabilitação da propriocepção do joelho após a ruptura do LCA?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo principal deste estudo é aglomerar informações sobre os diferentes tratamentos fisioterapêuticos e valorizar a importância da incorporação de um elemento proprioceptivo, uma vez que em qualquer programa de reabilitação se justifica, pelo facto de restaurar a sensibilidade proprioceptiva e melhorar o funcionamento da articulação, diminuindo o risco de ocorrências de novas lesões. Para tal vai ser realizado um estudo quantitativo, descritivo e transversal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo vai ser aplicado no distrito de Bragança em centros que realizem fisioterapia (incluindo Hospitais, Centro de Saúde e Clínicas de Reabilitação) e serão seleccionados pacientes com ruptura do LCA, que respeitem os critérios de inclusão do referido estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como questões secundárias serão investigadas a idade, o tipo de enxerto, e as complicações após cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo da fisioterapia no processo de reabilitação é de enfatizar o retorno às actividades de vida diárias normais, com integral amplitude de movimento e força adequada promovendo ao paciente estabilidade e funcionalidade na articulação lesada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estudo é valido e exequível uma vez que o tratamento fisioterapêutico melhora a propriocepção da articulação do joelho após a ruptura total do LCA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.   REVISÃO DA LITERATURA&lt;br /&gt;2.1. Anatomia do Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O joelho, origem do latim Genu, é um complexo articular que envolve três estruturas ósseas que são as seguintes: o fémur; a tíbia e a rótula (GOROTRON, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação do joelho permite mobilidade e estabilidade, alongando e encurtando o membro inferior para elevar e baixar o corpo ou mover o pé no espaço. Actua também no suporte de carga quando o indivíduo está em pé juntamente com a anca e tornozelo (KISNER &amp;amp; COLBY, 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto podemos designar duas articulações funcionais tais como a articulação fémero-tibial, a articulação entre o fémur e a tíbia e a articulação fémero-rotuliana, entre o fémur e a patela, que permite a flexão e extensa, assim como a rotação quando está flectida, o que lhe permite aproximar ou afastar o extremo do membro da sua raiz (KAPANDJI, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.1. Cápsula articular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No joelho encontram-se superfícies articulares alojadas na mais extensa cápsula do corpo. Cápsula essa que está suportada a nível estático como dinâmico devido aos ligamentos adjacentes e estruturas musculotentinosas (Gould, 1993, cit. por SILVA et al., 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cápsula articular do joelho é em geral muito fina e deficiente em algumas zonas, reveste as articulações tíbio-femural e fémuro-rotuliana. Esta tem quatro inserções, que são as seguintes, no fémur acima da fossa intercondilar; no bordo dos côndilos femurais; no bordo da rótula e nos bordos dos côndilos tibiais (GOROTRON, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente a cápsula é reforçada por músculos e pelos ligamentos poplíteo oblíquo e arqueado. As laterais da cápsula são reforçadas pelos ligamentos colaterais. A parte anterior desta é forçada pela da rótula, pelo tendão do quadricípete superior e o ligamento rotuliano. Na zona anteromedial e anterolateral formam-se os retináculos rotulianos que são expansões do músculo vasto medial e vasto lateral, que vão da rótula e do ligamento rotuliano aos ligamentos colaterais (GOROTRON, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.2. Ligamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ligamentos são constituídos por um feixe de tecido fibroso, formado por tecido conjuntivo, que unem duas estruturas ósseas de uma articulação ou mantém um órgão interno na sua posição habitual. Na sua constituição tem fibras colágenas ordenadas em feixes que lhe oferece grande resistência mecânica (KAPANDJI, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os ligamentos do joelho são importantes para a sua estabilidade. Devido à tensão dos ligamentos em extensão, o end-feel do joelho é duro, embora não havendo embate ósseo (GOROTRON, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.2.1. Ligamentos colaterais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ligamentos colaterais são extracapsulares. O ligamento colateral medial tem a sua origem no epicôndilo femural medial, orientado anteriormente para inserir-se na face medial da tíbia. Profundamente a este ligamento podem estar presentes uma ou mais bolsas. O ligamento colateral lateral, tem uma configuração mais arredondado e em forma de cordão. Este ligamento tem a sua origem no epicôndilo femural lateral e insere-se posteriormente, na cabeça do perónio. O ligamento colateral lateral não tem fixações no menisco ou na cápsula articular ao contrário do medial (GOROTRON, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.2.2. Ligamentos cruzados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ligamentos cruzados são intra-articulares, estão localizados no centro da cápsula, encontrando-se fora da cavidade sinovial. Recebem esta denominação devido as suas inserções tibiais e por se cruzarem no centro do joelho. O LCA tem origem no côndilo femural lateral, na parte postero-interna deste, passando sob o ligamento transverso e de seguida insere-se na tíbia anterior. O ligamento cruzado posterior (LCP) por usa vez tem origem na parte interna do côndilo femural medial e de seguida insere-se na parte posterior da tíbia, este é menos oblíquo e tem um tamanho mais reduzido do que o LCA. Ambos os ligamentos têm fascículos que podem ser divididos em banda anterior medial e banda posterior lateral (GOROTRON, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.3. Músculos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal músculo responsável pela extensão do joelho é o quadricípete, sendo o recto anterior a sua única porção que cruza as duas articulações. Os músculos responsáveis pela flexão são os ísquio-tibiais, auxiliados pelo recto interno, sartório e gémeos. Para Gardner (1988, cit. por GOROTRON, 2007) é improvável que o poplíteo contribua para a flexão do joelho. O bícipete femural é o responsável pela rotação lateral, enquanto o semitendinoso e o semimembranoso são responsáveis pela rotação medial. Segundo o mesmo autor, o semimembranoso não participa na rotação medial, mas sim o poplíteo, sendo considerado importante para “destrancar” a articulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura que se segue representa a anatomia do Joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figura 1: Anatomia do Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.gustavokaempf.com.br/joelho/anatomia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura anterior (Figura 1) é composta por quadro imagens do joelho. A primeira imagem representa o plano ósseo da articulação do joelho, sendo ela composta pelo fémur, tíbia e a rotula. A segunda imagem ilustra a localização das bolsas, cápsula articular, a membrana sinobial, a cartilagem articular, entre outras. A terceira imagem representa a vista anterior em flexão, ilustrando toda a sua anatomia. Por fim a quarta imagem representa a vista posterior em extensão do joelho, ilustrando toda a sua anatomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2.  Anatomia do LCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LCA e o LCP são estruturas responsáveis pela estabilidade do joelho. São ligamentos extra sinoviais, apesar de serem ligamentos intra-articulares. Ambos recebem esta denominação devido à sua inserção tibial, e  por se cruzarem no centro do joelho (CASTRO et al., 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ligamentos cruzados têm como função promover a estabilidade ântero-posterior da articulação do joelho. Estudos realizados por Hebert, (2003, cit. por BORBA &amp;amp; PETROCHI, 2005) comprovam que o LCA tem comportamento mecânico individualizado. O LCA é o ligamento mais fraco, esta característica deve-se ao número reduzido de vasos sanguíneos e colágenos do tipo IV (Andrews, 2000; Harrelson, 2000; Wilk, 2000, cit. por SAVOLDI, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LCA tem a origem na porção postero-lateral do intercondilo e a respectiva inserção dirige-se para a frente no centro do platô tibial no lado externo e à frente da espinha anterior da tíbia. Contudo, a inserção tibial é mais firme do que a inserção femoral por ocupar uma área mais ampla e deprimida (Campbell, 1996, cit. por BORBA &amp;amp; PETROCHI, 2005; Crenshaw, 1989, cit. por PAIZANTE &amp;amp; KIRKWOOD, 2007; Irrgang &amp;amp; Rivera, 1994, cit. por PAIZANTE &amp;amp; KIRKWOOD, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LCA é o principal estabilizador do joelho contra a translação anterior da tíbia sob o fémur e contra a rotação externa do fémur sobre a tíbia, tendo também importante contri­buição (juntamente com o ligamento colateral medial) na estabilização contra o stress valgo. Além desta função mecâ­nica, tem sido descrito, ainda, um papel complementar proprioceptivo, por meio de terminações nervosas contidas no mesmo (Frank &amp;amp; Jackson, 1997, cit. por VIEIRA et al., 2005; MELLO et al., 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3. Lesão do LCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa etária mais comum associado com rupturas do LCA está entre 15 e 25 anos de idade, porém esta lesão também tem sido vista em indivíduos activos com até 50 anos. Além disso, existem factores que predispõem o indivíduo à lesão do LCA inclui os seguintes: nó intercondilar estreito, rotação tibial, hipermobilidade, alinhamento do pé e largura da pelve no atleta do sexo feminino (Maxey &amp;amp; Magnusson, 2003, citado por SAVOLDI, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ruptura completa do LCA é a ruptura do ligamento do joelho que se apresenta com maior frequência, sendo este responsável por 50% de todas as lesões ligamentares no desporto. Onde os principais mecanismos de lesão são: rotação externa, abdução e forças anteriores aplicadas na tíbia; rotação interna do fémur sobre a tíbia; hiperextensão do joelho; desaceleração e saltos. A lesão ligamentar do LCA pode também ocorrer por mecanismo directo, quando o joelho é atingido por um corpo externo (Barber-Westin &amp;amp; Noyes, 1993, cit. por LUSTOSA et al., 2007; Benedito &amp;amp; Reis, 2004, cit. por SAVOLDI, 2005; Bollen, 1998, citado por BONFIM &amp;amp; PACCOLA, 2000; Bollen, 1998, cit. por CARDOSO et al., 2008; Brito et al., 2009; Duthon et al., 2006, cit. por CARDOSO et al., 2008; Gould, 1993, cit. por SALVOLDI, 2005; Hebert, 2003, cit, por BORBA &amp;amp; PETROCHI, 2005; MELLO et al., 2003; Sampaio &amp;amp; Souza, 1997;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Benedito e Reis (2005, cit. por SAVOLDI, 2005) o LCA tem basicamente duas funções, a mecânica e a proprioceptiva. Relativamente à função mecânica esta evita que o fémur se mova posteriormente durante a sustentação de peso; estabiliza o joelho na extensão total e evita a hiperextensão. Também estabiliza a tíbia contra a rotação interna excessiva e serve como limitador secundário para stress em valgo/varo quando o ligamento colateral estiver lesado. Relativamente à função proprioceptiva, esta por conter mecanorreceptores, o ligamento informa ao sistema nervoso central (SNC) sobre mudanças de posição e stress articular que ocorrem no membro. Com a ruptura do LCA o joelho fica desprovido tanto de informações proprioceptivas originadas do ligamento, quanto de sua função mecânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4. Cirurgia do LCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a evolução das técnicas de anestesia, assepsia e terapia antibiótica, a abordagem cirúrgica no tratamento da lesão do LCA começou a ganhar espaço (PENTEADO et al., 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reconstrução do LCA é um dos procedimentos mais comummente realizados na área da medicina desportiva. Este procedimento obteve grande avanço nos últimos anos com a introdução da técnica artroscópica. Apesar da incidência das complicações ter diminuído, o cirurgião deve ter conhecimento profundo da anatomia e das técnicas cirúrgicas a serem realizadas, para procurar evitá-las (PENTEADO et al., 2003; FAUSTINO, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Kisner e Colby, (1998, cit. por SALVOLDI, 2005) a intervenção cirúrgica é indicada quando a instabilidade articular causa incapacidade e limitações funcionais ou pode eventualmente levar à deterioração das superfícies articulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ellenbercker (2002, cit. por SALVOLDI, 2005), os principais objectivos da reconstrução do LCA e de sua reabilitação são a restauração da estabilidade do joelho, preservação dos meniscos e das superfícies articulares, retorno seguro e rápido às actividades normais e identificação precoce de possíveis complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5. Escolha do enxerto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor escolha do enxerto para a substituição do LCA é importante para a melhor obtenção final da reconstrução (SAVOLDI, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na selecção de um enxerto, temos que ter em conta as propriedades biomecânicas do enxerto, facilidade para a colecta e fixação do enxerto, a morbilidade para o local doador e preocupações individuais dos pacientes (SAVOLDI, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na actualidade os enxertos mais utilizados são: o terço médio do ligamento rotuliano, os tendões dos músculos isquiotibiais (mais propriamente o músculo semitendíneo e recto interno), e o tendão quadricipital, por ordem de maior popularidade (PENTEADO et al., 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tendão rotuliano é o enxerto mais pretendido pelos ortopedistas, devido às suas propriedades mecânicas, à sua revascularização, resiste ao estiramento e porque a sua fixação é a mais forte (Jones, 1963; O’brien, 1992, cit. por PACCOLA et al., 2000; PENTEADO et al., 2003; Gould, 1993 cit. por SAVOLDI 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enxertos homólogos ainda são pouco utilizados e obtêm-se a partir de cadáveres humanos, a justificação para tal é devido à baixa disponibilidade e ao seu custo elevado de processamento (PENTEADO, 2003). Como principais vantagens podemos referir a baixa morbidade do paciente, o tempo cirúrgico ser reduzido e a dor pós-operatório ser menor (PACCOLA, 2000; PENTEADO, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6. Propriocepção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Bacarin et al., (2004, cit. por SALVOLDI, 2005) o termo propriocepção é utilizado para descrever todas as informações neurais originadas nos proprioceptores das articulações, músculos, tendões, cápsulas e ligamentos, que são enviadas através de vias aferentes ao SNC, de modo consciente ou inconsciente, sobre as relações biomecânicas dos tecidos articulares, as quais podem influenciar o tónus muscular, programas de execução motora e coordenação, cinestesia, reflexos musculares, equilíbrio postural e estabilidade articular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes et al., (2003, cit. por OLIVEIRA et al., s/data) define propriocepção como a capacidade inconsciente de sentir o movimento e a posição de uma articulação no espaço. É caracterizada por aferencias neurais cumulativas originadas de mecanorreceptores. Na articulação do joelho esses mecanorreceptores situam-se nas cápsulas, ligamentos, músculos e tendões com aferências ao sistema nervoso central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação da propriocepção do joelho, autores de vários estudos baseiam-se na utilização do aparelho de movimentação passiva contínua (Continuous Passive Motion – CPM) (BONFIM &amp;amp; PACCOLA, 2000; SAMPAIO &amp;amp; SOUZA 1994;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6.1. Receptores proprioceptivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, Lemos (cit. por BENEDITO et al., 2008) define como mecanorreceptores estruturas terminais especializados, cuja função é de transformar a energia mecânica da deformação física (alongamento, compressão e pressão) em potenciais de acção nervosos que geram as informações proprioceptivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estruturas músculo-cápsulo-menisco-ligamentares do joelho, além da função estabilizadora mecânica da articulação, são sede de corpúsculos mecanorreceptores, também chamados de proprioceptores, que constituem o órgão sensorial dessa articulação (Boyd, 1954; Clark &amp;amp; Burgess, 1975; Finsterbush &amp;amp; Friedman, 1975; Krause, 1974; O’Connor &amp;amp; McConnaughey, 1978, cit. por SAMPAIO &amp;amp; SOUZA, 1994) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Bacarin et al. (2004, cit. por SAVOLDI, 2005) os proprioceptores são receptores mecânicos, também chamados de mecanorreceptores, que são sensibilizados durante a deformação articular, levando informações sobre a angulação e velocidade do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para SAMPAIO e SOUZA, (1994) os mecanorreceptores oferecem informações para o SNC sobre as mudanças de posição, movimento e stress articular num determinado tempo de resposta, por sua vez o cérebro inicia reflexo de contracção da musculatura em torno do joelho, criando um campo de protecção e estabilização dessa articulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvestre e Lima, (2003) (cit. por SAVOLDI, 2005) classifica os principais proprioceptores em três tipos (tipo I, II e III). Em que o mecanorreceptores do tipo I, situam-se na camada externa da cápsula fibrosa. Responsáveis pela disposição ordenada dos músculos tónicos de adaptação lenta. Os mecanorreceptores do tipo II, situam-se na camada inferior da cápsula fibrosa. Responsáveis pelo sentido do movimento ordenado aos músculos fásicos de adaptação lenta. E por fim os  mecanorreceptores do tipo III, situam-se próximos aos ligamentos da  articulação. Responsáveis pelo efeito inibidor dos reflexos sobre os neurónios motores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6.2. Proprioceptores do Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais proprioceptores são os receptores articulares, compostos por terminações livres e pelos corpúsculos de Ruffini, Paccini e Golgi, e relacionam-se com as sensações de posição e direcção do movimento, sendo sensíveis as variações de amplitude e velocidade angular, bem como à pressão intra-articular. Nos ligamentos, funcionam como protectores e informam a posição respectiva do membro além da tensão ligamentar. Os receptores são estimulados através da sua deformação, sendo esta por meio da tracção ou coaptação articular (Lehmkuhl &amp;amp; Smith, 1999, cit. por MARTIMBIANCO et al., 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os receptores do LCA fornecem informações sobre a mudança de posição, movimento e tensão da articulação para o SNC, que estimula a contracção activa dos músculos isquiotibiais. Existe um tempo ideal de latência na reacção neuromuscular, que se encontra alterada, após a lesão do LCA, e diminuída através do treino proprioceptivo (Beard, 1993, cit. por PAIZANTE &amp;amp; KIRKWOOD, 2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns estudos realizados, foram encontradas fibras nervosas que penetram os ligamentos cruzados. E identificados receptores tipo Golgi nas inserções do LCA, mais especificamente na superfície desse ligamento. Mais recentemente, foram descobertos receptores tipo Ruffini, Golgi e Paccini, que, em dissecções, mostraram ocupar 1% da área do LCA (Gardner, 1948; Kennedy et al., 1982; Schultz et al., 1984, cit. por SAMPAIO &amp;amp; SOUZA, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ellenbecker, (2002, cit. por SAVOLDI, 2005) a informação proprioceptiva protege a articulação contra lesões causadas pelo movimento que excede a amplitude de movimento fisiológica e normal, ajudando a determinar o apropriado equilíbrio entre forças sinergistas e antagonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Sampaio e Souza, (1994, cit. por PAIZANTE &amp;amp; KIRKWOOD, 2007) a perda de informação proprioceptiva no joelho, em decorrência de lesão do LCA, contribui para o agravamento da instabilidade devido à diminuição da sensação de posição e pela ausência do estímulo para a contracção muscular reflexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fuso muscular é constituído por fibras intrafusais inervadas por neurônios motores aferentes tipo gama e neurônios motores aferentes tipo Ia e tipo II. Isto ocorre devido aos receptores estarem localizados na zona equatorial do fuso e serem estimulados quando o músculo é alongado (Voight &amp;amp; Cook, 2003, cit. por BENEDITO &amp;amp; REIS, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o órgão tendinoso de Golgi é um receptor localizado na junção músculo e tem por objectivo fornecer informações sobre a tenção no interior dos músculos (contracção). Por estarem conectados a um pequeno grupo de fibras musculares, estes receptores tornam-se muitos sensíveis (respondem a forças inferiores 0,1G impostas nas porções musculares) a qualquer alteração de comprimento do músculo demonstrando assim sua função protectora (BENEDITO &amp;amp; REIS, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6.3. Proprioceptores do LCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo BENEDITO e REIS, (2008) no LCA, encontramos mecanorreceptores de dois tipos de adaptação, rápida e lenta. O mecanorreceptor do tipo Golgi possui carácter dinâmico, adaptação lenta aos estímulos e registam a verdadeira posição articular estando localizados nas inserções deste ligamento. Já o mecanorreceptor do tipo Ruffini possui carácter estático e dinâmico, adaptação lenta aos estímulos e tem como objectivo informar a mudança na posição articular. O outro mecanorreceptor existente no ligamento é o que pertence ao tipo Pacini cujas características são de adaptar-se lentamente aos estímulos, possui carácter dinâmico e fornece informações sobre a velocidade articular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o LCA exerce um papel importante na função sensitiva, enviando impulsos aferentes ao sistema nervoso central e, portanto, promovendo reflexos que inibem movimentos potencialmente lesivos ao joelho (Macnicol, 2002, cit. por SAVOLDI, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Voight e Cook, (2003, cit. por BENEDITO &amp;amp; REIS, 2008) após a reconstrução do ligamento, os principais objectivos da reabilitação são o retorno da força muscular; recuperação da amplitude de movimento; melhorar o equilíbrio estático e dinâmico sobre o membro operado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.7. Tratamento fisioterapêutico para ganho de propriocepção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Papler et al., (1999, cit. por SAVOLDI, 2005) o treino proprioceptivo tem papel importante no tratamento das lesões ligamentares. Parece haver uma interrupção no mecanismo de feedback mecânico nessas lesões, o que aparentemente se restabelecem parcialmente com a reabilitação, tanto no tratamento conservador como no tratamento cirúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kerkour e Salgado, (2003, cit. por SAVOLDI, 2005) a reprogramação neuromotora tem como objectivo final colocar o paciente nas condições de informações sensoriais próprias para a execução dos programas motores. Pela estimulação de receptores, o indivíduo passa pela etapa de aprendizagem, em seguida de adaptação antes de automatizar o gesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pesquisas têm sido conduzidas no sentido de procurar uma melhor compreensão dos possíveis mecanismos neuromusculares envolvidos no controle da estabilidade articular (He et al., 1988; Ihara &amp;amp; Nakayama, 1986; MacDonald et al., 1996; Solomonow et al., 1987, cit. por AQUINO, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAIZANTE e KIRKWOOD, (2007) constataram a importância do treino proprioceptivo pós-lesão do LCA, observando ser possível realizá-lo com materiais simples e de baixo custo, possibilitando assim fácil acesso aos profissionais da área de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluíram também que é clara a importância da propriocepção na reabilitação do joelho, contribuindo para a retoma eficaz da habilidade e confiança na realização de qualquer actividade que exija a utilização da articulação do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAMPAIO e SOUZA (1994) observaram que em todos os relatórios da avaliação subjectiva dos pacientes, houve uma perda do medo no retorno às actividades e ao desporto devido à reeducação proprioceptiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trabalho realizado por OLIVEIRA et al., (2007) foi encontrada diferença significativa no teste de actividade funcional entre o grupo de atletas e o grupo de sedentários, porém não foi encontrada diferença significativa entre o grupo da amostra de LCA em relação aos outros dois grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BONFIM e PACOOLA, (2000) observaram no seu estudo que a reconstrução do LCA com o enxerto de ligamento rotuliano possui deficiência proprioceptiva significante quando comparado com o joelho contralateral normal. Dizendo por fim que não há diferença significante na propriocepção entre os joelhos reconstruídos com enxerto autólogo de ligamento rotuliano e os joelhos reconstruídos com enxerto homólogo de ligamento rotuliano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente trabalho de investigação, tinha como principal objectivo verificar a eficácia da Fisioterapia na propriocepção do joelho após a ruptura do LCA, posto isto foram analisados inúmeros artigos científicos, que por sua vez foram utilizados na revisão bibliográfica. Verificamos que a ruptura do LCA é uma lesão que ocorre com bastante frequência nos dias que decorrem, principalmente na prática desportiva, isto devido, a desacelerações, rotações e saltos, como tal assume-se um grande desafio para a reabilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em concordância com os resultados obtidos em diversos trabalhos realizados por outros investigadores referidos no enquadramento teórico, prevê-se que a fisioterapia influencie de forma positiva o nível de reabilitação da propriocepção dos pacientes com ruptura do LCA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fisioterapeuta, como profissional de saúde, inserido numa equipa multidisciplinar desempenha um papel muito importante na reabilitação de pacientes com ruptura do LCA, como também na sua prevenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora este estudo de investigação tenho sido apenas teórico, conseguimos recolher mais e melhor informação sobre esta lesão, para posteriormente, conseguirmos realizar de forma mais profissional o nosso papel de Fisioterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, pode-se referir que foram sentidas algumas dificuldades devido à falta de experiência na elaboração deste tipo de investigação e da falta de referências bibliográficas no estudo da propriocepção do LCA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.physionext.com/?page_id=1503"&gt;Veja o trabalho todo, com bibliografia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6209189179859406838?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6209189179859406838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6209189179859406838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/06/eficacia-da-fisioterapia-na.html' title='Eficácia da Fisioterapia na propriocepção do joelho após a ruptura do LCA'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8753566171710736107</id><published>2011-06-02T06:58:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T06:58:00.728-07:00</updated><title type='text'>Osteopatia: uma aliada à prática esportiva</title><content type='html'>Todos que praticam atividade física – seja qual for a modalidade – convivem quase que regularmente com algum tipo de dor. A osteopatia é eficaz para prevenir e aliviar dores nos músculos, tendões, ligamentos ou dores nevrálgicas. O método consiste em uma ciência terapêutica baseada na biomecânica do corpo. Trata-se de um processo de diagnóstico e terapias manuais das disfunções de mobilidade articular e tecidual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos, a dor causa uma limitação de movimento, dificultando ou impossibilitando a prática do esporte. Com as técnicas que a osteopatia oferece é possível ter uma melhora considerável ou até a solução do problema, melhorando o desempenho e a qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa técnica pode ser indicada para tratar diversas lesões, entre elas, tendinites, distensões, contusões, entorses de joelho, tornozelo, punho, dor ciática etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas categorias, os motivos mais freqüentes de dores relatadas são de praticantes de atividade física. Porém, uma parcela significativa dessas dores e tensões é de origem secundária, ou seja, decorrente de problemas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção é o melhor remédio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, praticantes de atividade física procuram tratamento quando já têm algum tipo de problema (lesão). A prevenção é a solução para evitar as lesões, restabelecer a função articular e muscular e diminuir as chances de fraturas e luxações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade física regular é, sem dúvida, uma das maiores aliadas à saúde global e à manutenção do bem estar físico e mental. Mas não se esqueça que o corpo tem de estar em perfeita harmonia. Respeite sempre os seus limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: www.posturaesaude.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8753566171710736107?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8753566171710736107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8753566171710736107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/06/osteopatia-uma-aliada-pratica-esportiva.html' title='Osteopatia: uma aliada à prática esportiva'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-261855725001275579</id><published>2011-05-12T06:51:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T09:50:06.437-07:00</updated><title type='text'>Lesões na mão no esporte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.mulheraovolante.com.br/thumb.php?p=5&amp;amp;f=1249501628.jpg" src="http://www.mulheraovolante.com.br/thumb.php?p=5&amp;amp;f=1249501628.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos esportes tem a MÃO como instrumento para a prática. A mão é uma das partes mais exposta e vulnerável do corpo humano. Dados estatísticos comprovam que cerca de ¼ das lesões esportivas atingem a mão ou o punho. Algumas mais mais comuns são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVULSÃO DE TENDÃO FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma lesão geralmente encontrada nos atletas praticantes de judô e jiu-jitsu e também no rúgbi e futebol americano, freqüentemente não diagnosticadas de imediato. Ocorre durante a extensão forçada do dedo na máxima contração do músculo flexor profundo, como, por exemplo, quando o atleta agarra a camisa do outro. Isso ocasiona arrancamento do tendão flexor profundo dos dedos da sua inserção, na base da falange distal, podendo ou não haver fratura associada da falange distal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRATURA DO BOXER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas do colo do quinto metacarpiano são conhecidas como a fratura do “boxer”, na qual o desvio volar do fragmento distal é causado pelo impacto direto do punho fechado, como em um soco no boxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LESÃO DO PUNHO NO TÊNIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região do punho existe uma estrutura triangular conhecida como ”o menisco do punho”, que é a fibrocartilagem triangular. Ela conecta os ossos do antebraço (rádio e ulna) ao punho com importante função de estabilização no movimento de rotação e amortecendo a força de preensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEURITE DO CICLISTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ciclistas adeptos de longo percurso podem apresentar formigamento nos dedos, especialmente no anular e mínimo. Isto ocorre, pois a mão apoiada em extensão sobre o guidão deixa o nervo ulnar exposto á compressão ao nível do punho. É importante encorajar o ciclista a alterar a posição da mão para evitar compressão crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalojogo.com.br/?p=1168"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-261855725001275579?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/261855725001275579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/261855725001275579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/05/lesoes-na-mao-no-esporte.html' title='Lesões na mão no esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5967298604368905632</id><published>2011-05-10T06:20:00.001-07:00</published><updated>2011-05-10T06:20:35.712-07:00</updated><title type='text'>Em alta no Brasil, uso de bandagem fisioterápica vira rotina entre atletas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p&gt; 	O avanço da medicina esportiva tem visto crescer um componente que já  se tornou inseparável de muitos jogadores, seja no basquete, no vôlei ou  principalmente no futebol. Uma bandagem de cor é indicada por diversos  fisioterapeutas para prevenir e amenizar lesões musculares e de  articulação. Como no Fluminense, em que o profissional da área, Fábio  Marcelo, já desfilou por grande parte do elenco.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	- Estou surpreso. Nem eu imaginava que haveria tanta receptividade. Não  tive nenhum jogador que disse depois que não serviu para nada - disse o  fisioterapeuta do Tricolor, citando Fred, Conca e Deco, entre outros,  como os beneficiados pela bandagem, usada muito nas coxas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A técnica, no entanto, é antiga. No Brasil, só foi introduzida na  década de 1990, mas até hoje siofre resistência e jamais teve o destaque  atual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	- Se aplicar sem a devida técnica, pode causar problema  osteoarticulares e até de pele. Em algum momento, pode haver um processo  alérgico - alertou o fisioterapeuta Mauricio Garcia.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5967298604368905632?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5967298604368905632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5967298604368905632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/05/em-alta-no-brasil-uso-de-bandagem.html' title='Em alta no Brasil, uso de bandagem fisioterápica vira rotina entre atletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-3249621158924325388</id><published>2011-05-05T06:49:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T06:49:00.074-07:00</updated><title type='text'>Lesões de tornozelo em atletas de voleibol</title><content type='html'>As lesões no tornozelo ocorrem em 15 a 60% nos voleibolistas, principalmente quando tocam no solo após um salto (BRINER JUNIOR &amp; KACMAR, 1997). As contusões mais comuns após o bloqueio acontecem por supinação e no ataque por inversão (BRINER JUNIOR &amp; BENJAMIN, 1999). Segundo CHIAPPA (2001) as lesões mais comuns no tornozelo acontecem por entorse (entorse: distensão articular que ocasiona lesão no tornozelo). Podendo ser por um simples estiramento - espessamento do tendão até uma ruptura do ligamento (CHIAPPA, 2001). GHIROTOCC &amp; GONÇALVES (1997) informam que a entorse de tornozelo acontece uma vez por ano em voleibolistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As lesões no tornozelo nos atletas de voleibol também ocorrem por causa de instabilidade, ruptura de ligamento, dor o tornozelo e outras (CHIAPPA, 2001). As contusões no tornozelo dos atletas de voleibol acontecem com mais freqüência no sexo feminino, dos 15 a 19 anos, no masculino, dos 30 a 39 anos (GERBERICH et at., 1987). Sendo que muitas das lesões no tornozelo estão associadas com interrupção da prática do voleibol (GHIROTOCC &amp; GONÇALVES, 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    GROSS &amp; MARTINI (1999) informam que a instabilidade do tornozelo e a entorse são comuns em voleibolistas porque esta modalidade é muito intensa e possui longa duração, colaborando com essas contusões. Um dos motivos da instabilidade do tornozelo são as várias entorses ocorridas nos desportistas do voleibol proveniente do impacto da queda do salto principalmente (GROSS &amp; MARTINI, 1999). AAGAARD et al. (1997) escreveram que as lesões no tornozelo dos jogadores de quadra tem uma freqüência de 22%, enquanto nos desportistas do vôlei na areia competido em dupla, acontece 2%. Para AAGARD et al. (1997) o principal motivo de todas as contusões dos voleibolistas no tornozelo, é o uso excessivo (overuse) desses componentes anatômicos durante sessões e jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Para prevenirmos as lesões no tornozelo de qualquer modalidade, recomenda-se o uso de um suporte (tornozeleira) no tornozelo para dar mais estabilidade nesta região anatômica quando usamos o tênis (THACKER et al., 1999). O tênis deve ser de solado baixo para a tornozeleira ter mais eficácia (SITLER &amp; HORODYSKI, 1996). Tênis de solado alto possibilita maiores chances de lesão no tornozelo. Para THACKER et al. (1999), sessões de agilidade e flexibilidade reduzem as lesões no tornozelo. A AMERICAN VOLLEYBAL COACHES ASSOCIATION (AVCA) (1997) indica exercícios específicos para o fortalecimento do tornozelo com o intuito de amenizar a possibilidade de lesão, mas não nos fornece exemplos de atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    CHIAPPA (2001) recomenda sessões de dorsiflexão e flexão plantar para a fortificação do tornozelo, com o objetivo de diminuir as contusões ou recuperar o atleta da lesão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd68/volei.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3249621158924325388?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3249621158924325388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3249621158924325388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/05/lesoes-de-tornozelo-em-atletas-de.html' title='Lesões de tornozelo em atletas de voleibol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1113922813493847102</id><published>2011-04-29T06:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-29T06:36:00.238-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na lesão em tendão de Aquiles</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.dicasdedanca.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tendao-aquiles-237x300.jpg" src="http://www.dicasdedanca.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tendao-aquiles-237x300.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Além da melhora da lesão e sintomas, o tratamento fisioterapêutico tem como objetivo o retorno à corrida sem riscos de recidivas (nova lesão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa fase inicial de lesão, o objetivo é minimizar a lesão tecidual com a utilização de ultra-som e gelo numa posição alongada do músculo da panturrilha, ou seja, com o tornozelo dobrado (dedos em direção à "canela").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa fase intermediária, é indicada a utilização de ultra-som e laser para estimular a síntese de colágeno e cicatrização. Um alongamento suave dos músculos da panturrilha contribuirá para o realinhamento das fibras de colágeno e deve ser seguido pela aplicação de gelo numa posição alongada do tendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a fase final do tratamento visa melhorar a cicatrização da lesão e fortalecer os músculos. Deve-se aplicar o gelo no final dos exercícios com objetivo de diminuir a dor e prevenir possíveis reações inflamatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação de técnicas de massagem também auxiliará na melhora das aderências e contribuirá para a reorganização das fibras do tendão, além de ajudar no deslizamento da camada que o recobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músculo da panturrilha ou tríceps sural é um músculo estático, ou seja, tem a função de sustentação, manutenção de postura e posição, além de auxiliar na flexão do joelho e fazer a flexão plantar (dedos para baixo, longe da "canela"). Por estes motivos e por sua própria fisiologia, tem tendência a se encurtar (mesmo em quem não pratica esportes!). Além disso, o encurtamento deste músculo estimula a pronação do retropé e predispõe a lesões e alterações na postura. Por isso é importante mantê-lo alongado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é comum alterações posturais predispor a lesões, técnicas como a RPG (reeducação postural global), que visam alinhar o corpo e seus segmentos, podem auxiliar no tratamento ou evitar lesões, além de contribuir para a melhora da flexibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão importante quanto os alongamentos e fortalecimentos que irão reequilibrar a musculatura são os exercícios de propriocepção que levam informações ao cérebro e otimizam a função motora. Eles melhoram as reações da articulação quando há mudanças de direção, velocidade e terreno, favorecendo a biomecânica correta da corrida e evitando lesões. Eles devem ser orientados pelo fisioterapeuta, de forma gradual e introduzidos na fase correta do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno à corrida deve ser gradual, acompanhado dos exercícios para alongar e fortalecer os músculos da panturrilha, até que força, resistência, flexibilidade e amplitude de movimento estejam adequadas (quando comparados ao lado não lesionado). Dessa forma o tendão estará preparado para exercer sua função plenamente e receber as tensões transferidas a ele durante a corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção é a melhor medida quando falamos em lesão tendínea. Apesar do tendão ser inelástico, ele se beneficia com o alongamento muscular pois ocorre diminuição das forças e tensões sobre ele. Portanto, o alongamento deve ser realizado mesmo distante dos treinos (pode ser feito em casa) para manter a elasticidade do músculo e evitar lesões no tendão. Da mesma forma, é importante fazer um aquecimento adequado da musculatura para que esta esteja preparada para a corrida, além do desaquecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1113922813493847102?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1113922813493847102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1113922813493847102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/04/fisioterapia-na-lesao-em-tendao-de.html' title='Fisioterapia na lesão em tendão de Aquiles'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5261830705514441316</id><published>2011-04-20T06:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T06:36:46.704-07:00</updated><title type='text'>Saiba tudo sobre a lesão do atacante Adriano</title><content type='html'>&lt;img style="width: 335px; height: 219px;" alt="http://2.bp.blogspot.com/_t1HDSxKMl4o/TK8xh3qn7BI/AAAAAAAAADE/HMm-RQ599Lk/s1600/tendiniteaquiliniana.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_t1HDSxKMl4o/TK8xh3qn7BI/AAAAAAAAADE/HMm-RQ599Lk/s1600/tendiniteaquiliniana.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atacante Adriano se submeteu a uma cirurgia, na manhã de hoje, por causa de uma ruptura total de ligamentos no tendão de Aquiles. Essa lesão no tendão de Aquiles é muito comum, principalmente quando falamos de um esporte como a corrida, que tanto solicita a função do músculo da panturrilha. Estima-se que 11% de todas as patologias que acometem corredores estão relacionadas ao tendão de Aquiles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é um grande e calibroso tendão que se localiza atrás do tornozelo, ligando os músculos da panturrilha (sóleo e gastrocnêmio) ao osso do calcanhar (calcâneo). Ele fornece força na fase de impulso da passada (ciclo da marcha), pois sua função é levar a ponta do pé para baixo, ou seja, nos ajuda ficar na ponta do pé (flexão plantar) ou saltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É formado por um tecido inelástico, composto, na sua maior parte, por colágeno, porém é pobre em suprimento sanguíneo. São as fibras colágenas que dão resistência às trações sofridas pelo tendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a corrida ou atividades que incluem saltos, o tendão de Aquiles sofre forças de tensão repetidas por contração e estiramento dos músculos da panturrilha e isso pode facilitar o aparecimento de lesões por falta de oxigênio (hipóxia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lesão no tendão de Aquiles pode causar desde um processo degenerativo ou inflamatório até uma ruptura que pode ser parcial ou total. Uma inflamação no tecido que envolve o tendão é chamada de paratendinite. Já a inflamação ou degeneração sofrida pelo próprio tendão é conhecida popularmente como tendinite de Aquiles (atualmente conhecida por tendinose de Aquiles).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendinose é o termo mais adequado para descrever o processo degenerativo que ocorre no tendão, pois estudos comprovaram que, numa lesão, o processo inflamatório é ausente ou insignificante, predominando a degeneração. A inflamação, se ocorrer, é mínima e nos primeiros dias de lesão apenas. Por este motivo, o termo "tendinite" está sendo substituído por "tendinose". Esta pode ser considerada aguda ou crônica, de acordo com o tempo de permanência dos sintomas. Já a ruptura pode ser total ou parcial, que é quando parte das fibras são lesadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.fisiostore.com.br/Affiliate/AffiliateProductResults.aspx?partner=afl76&amp;amp;prod_h=3&amp;amp;prod_v=1&amp;amp;dept=503" border="0" marginheight="0" marginwidth="0" vspace="0" framespacing="0" width="550" frameborder="0" height="300" scrolling="NO"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas podem acometer somente um lado ou bilateralmente. A dor geralmente se localiza de 2 a 6 cm acima do calcanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estamos falando sobre lesões do tendão de Aquiles e estas incluem desde um processo inflamatório numa fase inicial até uma lesão completa do tendão, é importante salientar que os sintomas podem ser parecidos, apesar das lesões se diferenciarem, como nos casos das tendinoses e rupturas parciais. Por isso, é importante a consulta com um médico ortopedista para que seja feito um diagnóstico correto e um tratamento adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de uma lesão aguda os sintomas se manifestam com as seguintes características:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dor no tendão durante os exercícios. Melhora com o repouso. A dor aparece gradualmente durante os exercícios, podendo até diminuir ou desaparecer ao longo da corrida.&lt;br /&gt;- Edema (inchaço) sobre o tendão.&lt;br /&gt;- Vermelhidão sobre a pele, no local da lesão.&lt;br /&gt;- O atleta pode sentir um rangido quando pressiona seu dedo no tendão ou move seu pé.&lt;br /&gt;- As dores experimentadas na fase aguda da patologia tendem a desaparecer após um aquecimento antes da corrida, mas retornam quando a atividade é interrompida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendinose ou ruptura crônica é uma condição difícil de tratar, particularmente em atletas mais velhos que parecem sofrer mais desta patologia. Se não tratada, os sintomas pioram até ficar impossível correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas são parecidos com a fase aguda, só que mais presentes ou intensos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dor difusa e rigidez no tendão, principalmente pela manhã ou após tempo prolongado na posição sentada. A dor não cede ao repouso.&lt;br /&gt;- Podem aparecer nódulos ou regiões inchadas no tendão.&lt;br /&gt;- Edema, vermelhidão e aumento de temperatura sobre o tendão.&lt;br /&gt;- Dor no tendão quando anda, especialmente em subidas ou ao subir escadas.&lt;br /&gt;- Diminuição de força dos músculos da panturrilha, que pode acontecer durante a caminhada ou corrida.&lt;br /&gt;- Limitação da amplitude de movimento do tornozelo na flexão dorsal, ou seja, quando dobramos o tornozelo levando os dedos em direção à "canela".&lt;br /&gt;- Pode ocorrer crepitação durante os movimentos ativos do tornozelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos casos de ruptura do tendão, o atleta poderá sentir um estalo e muitas vezes se descreve uma sensação de ter levado uma pedrada na panturrilha ou um chute (síndrome da pedrada). Nos casos de ruptura total haverá impossibilidade de levantar o calcanhar do solo quando em pé ou de fazer o movimento como de acelerar quando sentado ou deitado. E no exame físico se percebe um "defeito" no local onde ouve a ruptura do tendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AS PRINCIPAIS CAUSAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sobrecarga ou excessos no treino (tempo, distância e intensidade). Uma tensão exagerada ou tensões repetitivas em demasia aumentam o risco de lesões no tendão por falta de oxigênio (hipóxia), o que dificulta a recuperação deste tecido após grandes atividades.&lt;br /&gt;- Trauma causado pela contração repentina e/ou excessiva dos músculos da panturrilha como num sprint final.&lt;br /&gt;- Falta de flexibilidade da musculatura da panturrilha.&lt;br /&gt;- Uso de calçados inadequados.&lt;br /&gt;- Alterações posturais como anteversão do fêmur, tíbia vara, pé pronado, entre outras.&lt;br /&gt;- Alterações da biomecânica na corrida: modo como o pé toca no solo, movimentos dos membros inferiores, passada, ritmo, correr sem tocar o calcanhar no solo.&lt;br /&gt;- Corridas em aclives, corridas com saltos ou subidas em escadas: correr nestas condições tencionará o tendão, que ficará mais alongado do que numa passada larga (passo grande) e isso fará com que ele fique fadigado mais precocemente.&lt;br /&gt;- Tipo de pisada: pronação excessiva pode aumentar a tensão no tendão. Como o pé rola para dentro (pé chato), a região inferior da perna roda para dentro assim como roda o tendão de Aquiles, causando um estresse longitudinal, em toda sua extensão.&lt;br /&gt;- Aumento súbito na velocidade ou distância percorrida.&lt;br /&gt;- Tempo de descanso insuficiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5261830705514441316?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5261830705514441316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5261830705514441316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/04/saiba-tudo-sobre-lesao-do-atacante.html' title='Saiba tudo sobre a lesão do atacante Adriano'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t1HDSxKMl4o/TK8xh3qn7BI/AAAAAAAAADE/HMm-RQ599Lk/s72-c/tendiniteaquiliniana.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6337766568548631106</id><published>2011-04-20T06:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T06:25:56.417-07:00</updated><title type='text'>Prevenção em lesões de joelhos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://bibliotecademedicina.com.br/blogfisioterapia/wp-content/uploads/2010/08/joelho.jpg" src="http://bibliotecademedicina.com.br/blogfisioterapia/wp-content/uploads/2010/08/joelho.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Joelho é uma articulação complexa com três ossos (Fêmur, tíbia e patela), dois graus de liberdade de movimento (Flexo-extensão e rotação), e três superfícies que se articulam: as articulações tibiofemural medial, tibiofemural lateral e patelofemoral, as quais estão encerradas dentro de uma cápsula articular comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionalmente, o joelho é capaz de suportar o peso corporal na posição ereta sem contração muscular; ele participa em abaixar e elevar o peso corporal ( até 0.5 m ) ao sentar, acocorar ou subir; e permite a rotação do corpo quando virando-se sobre o pé plantado, como um jogador de futebol americano faz quando evita o contato de um perseguidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na marcha, o joelho normal reduz o dispêndio de energia ao diminuir as oscilações verticais e laterais do centro de gravidade do corpo, enquanto sustenta forças verticais iguais a 4 a 6 vezes o peso corporal. As múltiplas funções dos joelhos normais são: Resistir a grandes forças, fornecer grande estabilidade e proporcionar grande amplitude de movimento que são alcançadas de maneira única. A mobilidade é provida pelos tecidos moles: Ligamentos ( Ligamento Colateral Lateral, Ligamento Colateral Medial, Ligamentos cruzados anterior e posterior e Ligamento transverso ), Músculos ( Quadríceps que realiza a extensão, Bíceps Femoral que realiza a flexão e rotação lateral, Semitendinoso e Semimembranoso que realizam a flexão e rotação medial ) e Cartilagem ( Meniscos ). Lesões atléticas e industriais a estas estruturas de estabilização são comuns e frequentemente são causadas pelos maiores torques desenvolvidos pelas forças que atuam sobre os longos braços de alavanca do fêmur e tíbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meniscos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Meniscos são as estruturas mais conhecidas do joelhos pois são mais frequentes as lesões e comentados toda hora na televisão revistas e jornais. Afinal quase todos os jogadores de futebol apresentam algum tipo de lesão nessa estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meniscos lateral e medial são fibrocartilagens avasculares que servem para aumentar a congruência das articulações e para distribuir a pressão. São móveis dentro da cápsula preso apenas por algumas faixas fibrosas e ligamentos que permite a sua mobilidade de acordo com o movimento realizado. O ligamento Colateral Medial é fixado no menisco medial sendo esse com uma maior número de lesão. Se um menisco deixar de mover-se com os côndilos femorais, como pode ocorrer com torção súbita (comum em jogador de futebol ) ou um movimento forçado, o menisco pode ser esmagado ou lacerado pelos côndilos. Se engana que pensa que os dois meniscos são iguais, o menisco medial tem a forma de uma meia lua, enquanto que o lateral é menor e mais fechado chegando quase a formar um circulo. A remoção cirúrgica dos meniscos diminui a área de superfície e causa aumento de pressão sobre os côndilos femorais e tibiais, o que pode levar mais tarde à osteoartrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamentos Cruzados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Ligamentos Cruzados anterior e posterior conferem controle e estabilidade ao joelho durante os movimentos de flexão e extensão. Estes ligamentos ficam no centro da articulação. Eles recebem esse nome porque formam uma cruz vistos de lado ou de frente. O ligamento cruzado anterior controla o movimento para frente da tíbia sobre o fêmur e o ligamento cruzado posterior controla o movimento para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os músculos que movem o joelho, particularmente o grupo do quadríceps, contribui consideravelmente para a sua estabilidade e podem compensar até certo ponto o ferimento ligamentoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame de Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O andar. O paciente que tem um joelho dolorido anda habitualmente com o joelho rígido devido ao espasmo muscular. Um paciente com o joelho instável pode evitar movimentos súbitos giratórios que podem fazer com que o joelho "ceda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deformidade. São comuns as deformidades de flexão. Um joelho "trancado" é aquele que não se estende completamente, apesar de ser possível flexioná-lo. O "trancar" pode envolver apenas os últimos 10-15 graus de extensão. As deformidades de adução e abdução são comuns – perna arqueada ( coxa vara) e reentrância do joelho ( coxa valga ). Se essas deformidades são persistentes, predispõem à artrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atrofia do quadríceps é quase sempre inevitável com a patologia orgânica do joelho. É habitualmente mais óbvia com a proeminência carnuda do vasto medial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inchaço do joelho é habitualmente devido a um derrame ou espessamento sinovial ou a ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inchaços localizados podem aparecer em qualquer parte em volta do joelho, particularmente na fossa poplítea e relacionados ao menisco lateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos típicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente, normalmente um jovem, torce o joelho, enquanto está fletido e o peso dele está sobre esta perna. Ele sente alguma coisa rompendo e sente dor no lado do joelho onde o menisco rompeu-se. O joelho pode trancar-se, isto é, a extensão pode tornar-se impossível. Ocasionalmente alguém pode manipular o joelho e este subitamente "destranca-se".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ferimento é grave. O jogador de futebol fica incapaz de continuar jogando e pode Ter de ser carregado para fora do campo. O joelho incha, habitualmente dentro das próximas 6-12 horas. Ocasionalmente o inchaço ocorre dentro de 15-30 minutos. Isto é devido à hemartrose e pode significar o rompimento sinovial ou de um ligamento cruzado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso típico é então que o inchaço e a dor acalmem-se dentro dos poucos dias e o joelho recupera gradualmente a extensão completa. Ocasionalmente a articulação permanece trancada e o inchaço e a dor persistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 12-14 dias, o joelho pode voltar ao normal. Os sintomas podem então recorrer se o joelho for provocado, por exemplo, pelo futebol ou pelo estirar de uma torcedura no trabalho. Pode então curar-se intermitentemente, "ceder" devido à inibição reflexa do quadríceps e causar o episódio de dor e inchaço. A dor pode deslocar-se de seu local de origem, causando dificuldades diagnósticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ligamentos mediais e cruzados anteriores são lesados frequentemente com o menisco medial causando instabilidade na articulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro clínico é, com frequência, muito menos clássico que o descrito acima, e uma rotura pode ocorrer com violência mínima. Nestes casos é muitas vezes a persistência dos sintomas que leva ao diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer um diagnóstico exato, o paciente deve apresentar seja uma história clássica ou sinais físicos ou de preferência ambos. Muitos pacientes são atípicos e podem apresentar problemas difíceis para o diagnóstico. As doenças mais comuns de serem confundidas com uma rotura de menisco são as distensões ligamentares, a osteocondrite dissecante, a osteoartrite e a sinovite aguda. Mesmo na cirurgia, alguns pacientes com uma boa história e sinais físicos são considerados como não tendo nenhuma patologia óbvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exame comum ao raio-X só tem valor para confirmar ou excluir outras doenças. A artografia de contraste usando-se qualquer meio rádio-opaco ou com ar pode ser de muito auxilio em mãos experientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A artroscopia é uma técnica nova que utiliza um instrumento semelhante a um cistoscópio que é passado dentro da articulação por uma pequena incisão. Dá uma visão excelente da maioria das estruturas na articulação, incluindo a metade posterior dos meniscos que não são visíveis através de uma incisão anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses processos ajudam a evitar a extirpação de um menisco normal sem necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento Fisioterápico para Problemas do Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia para as alterações da articulação do joelho é comum a todas elas; porém a ênfase pode variar de acordo com a alteração a ser tratada, o grau de dor e deficiência, e a cirurgia realizada. A finalidade do tratamento é de aliviar a dor, desenvolver a potência e força muscular e manter íntegra a amplitude do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos Utilizados para aliviar a dor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   * A aplicação de calor ou frio sob qualquer forma com finalidade de tirar inflamação e dor ( casos Crônicos ).&lt;br /&gt;   * Hidroterapia: o calor e apoio da água, aliviando a dor e facilitando o movimento.&lt;br /&gt;   * Crioterapia ( casos Agudos ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs. Hoje em dia, é cada vez mais comum o uso da Acupuntura no tratamento com o objetivo de aliviar a dor do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento da força muscular e da mobilidade do membro e particularmente ao redor do joelho pode ser conseguido por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   * Exercícios isométricos e técnicas de mobilização passiva&lt;br /&gt;   * Técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptivas (FNP) e técnicas com o intuito de induzir reações posturais normais.&lt;br /&gt;   * Exercícios de resistência com peso, e quando possível, exercícios de resistência a grandes pesos.&lt;br /&gt;   * Hidroterapia&lt;br /&gt;   * Uso da " Cama Elástica " com intuito de FNP e ganho de amplitude de movimento.&lt;br /&gt;   * Aulas sobre o Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisioterapeuta deve observar e avaliar os efeitos do tratamento e mudar, adaptar ou interrompê-lo, se necessário. A criatividade do Fisioterapeuta conta muito nesse estágio de cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes que requerem cirurgia corretiva, por exemplo aqueles com luxação recorrente da patela, são geralmente jovens que tiveram crises de dor e de incômodo durante um certo tempo, e que, após a operação, tendem a ser muito apreensivos e relutantes para mover o membro inferior, necessitando de encorajamento e confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisioterapia pós-operatória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a cirurgia, o membro é amparado por um gesso ou uma atadura de pressão e tala posterior. Exercícios de glúteos, exercícios isométricos para quadríceps e movimentos para os pés são promovidos imediatamente mas uma contração satisfatória do quadríceps só pode ser atingida quando a dor diminuir e a elevação do membro inferior estirado não é geralmente tentada nos primeiros dias. O suporte de carga é determinado pelo tipo de cirurgia e a critério do cirurgião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a atadura é removida, são iniciados exercícios de mobilização e de fortalecimento do joelho, devendo-se tomar cuidado de evitar excessivos movimentos de alavanca no joelho até que a incisão cicatrize.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hidroterapia é uma forma efetiva de tratamento nos estágios iniciais da imobilização, o calor e apoio da água, ajudando a vencer a apreensão e facilitando o movimento ativo. A tala posterior é mantida durante a marcha até que o paciente consiga a extensão total ativa do joelho, 70-90 graus de flexão e bom controle do movimento ao redor do raio. Uma vez estabelecida a confiança em si próprio seja restabelecida, a reabilitação avança rapidamente e o paciente retoma gradualmente suas atividades normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas Importantes para seu Joelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui seguem algumas dicas para que você, atleta ou não, conserve o seu joelho integro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   * Faça um bom alongamento antes e depois de cada treino. Cuidado com os excessos, principalmente após o treino quando o seu corpo já está aquecido&lt;br /&gt;   * Aqueça bem antes de tiros, treinos fortes ou dias frios.&lt;br /&gt;   * Cuide sempre dos seus músculos, deixando-os fortalecidos, para isso a musculação é indicada.&lt;br /&gt;   * Nunca ultrapasse o limite do seu corpo. Seja consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Artemio D'Agosto Ayala&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6337766568548631106?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6337766568548631106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6337766568548631106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/04/prevencao-em-lesoes-de-joelhos.html' title='Prevenção em lesões de joelhos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6419010701043621148</id><published>2011-04-04T03:40:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T03:40:33.333-07:00</updated><title type='text'>Músculo deltóide na natação: técnica de crawl/crol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_lF189mMGKKI/TMG5RdOzuoI/AAAAAAAAAAo/emAUv0cRj90/s1600/2966322900_d0aa9ff819.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_lF189mMGKKI/TMG5RdOzuoI/AAAAAAAAAAo/emAUv0cRj90/s1600/2966322900_d0aa9ff819.jpg" width="337" height="226"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;No desporto de alta competição, a melhoria do rendimento desportivo decorre, principalmente, da melhoria dos métodos de treino e da melhoria da saúde e bem-estar do desportista. Tem-se tentado, cada vez mais, modificar os movimentos dos desportistas e o respectivo controlo motor, especialmente em desportos cíclicos e rítmicos dos quais a natação e a corrida são exemplos paradigmáticos (Clarys e Rouard, 1996). Segundo Clarys (1983), o padrão da acção muscular em natação pura desportiva (NPD) é um elemento muito importante, não podendo esta informação ser obtida simplesmente através de deduções anatómo-funcionais. Neste sentido, a investigação tem sido cada vez maior na área da biomecânica, na qual a electromiografia (EMG), tendo como objecto de estudo a actividade eléctrica muscular, se enquadra. A EMG tem sido usada por cientistas num vasto conjunto de áreas, que vão desde a Anatomia, à Reabilitação, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Medicina, Odontologia, Psicologia, assim como no Desporto e Educação Física. Mais especificamente na NPD, segundo Wakayoshi et al. (1994), a EMG tem sido utilizada para descrever os aspectos da participação muscular e analisar e/ou avaliar variações nas técnicas de nado. No entanto, com a EMG é também possível estudar a técnica e a coordenação intramuscular durante a realização dos movimentos, assim como validar meios de treino, sendo estes alguns dos aspectos que nos despertaram interesse para a realização do presente estudo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    De entre os métodos utilizados pela biomecânica para abordar as diversas formas de movimento, i. e. a cinemetria, a dinamometria, a antropometria e a electromiografia (Winter, 1991), a EMG é aquele que apresenta condições para a realização de estudos da dinâmica muscular, ou seja, do estudo da função dos músculos. A EMG baseia-se num princípio estabelecido há mais de 200 anos por Galvani (Basmagian e DeLuca, 1985): um músculo-esquelético, quando estimulado electricamente, contrai-se e, por outro lado, produz corrente eléctrica quando se contrai voluntariamente. Na biomecânica, a EMG, é o único método directo de avaliação não intrusiva que permite determinar directamente parâmetros biomecânicos internos do corpo humano durante o movimento (Ervilha et al., 1999). Sendo que nadar o mais rápido e economicamente possível é um dos principais objectivos em NPD (Chatard et al., 1990), o que implica uma maior eficiência propulsiva e um menor arrasto (Vilas-Boas, 1997), torna-se muito importante estudar aspectos biomecânicos do nadador de forma a minimizar os erros técnicos que influenciam diretamente o seu desempenho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O objetivo principal deste estudo consiste na caracterização do padrão electromiográfico do músculo deltóide nos diferentes tipos de recuperação dos membros superiores (MS) na técnica de crol, nomeadamente no padrão de recuperação rectilínea (PRR) e no padrão de recuperação lateral (PRL).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd113/estudo-electromiografico-do-musculo-deltoide-na-tecnica-de-crol.htm"&gt;Saiba mais sobre esse estudo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6419010701043621148?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6419010701043621148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6419010701043621148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/04/musculo-deltoide-na-natacao-tecnica-de.html' title='Músculo deltóide na natação: técnica de crawl/crol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lF189mMGKKI/TMG5RdOzuoI/AAAAAAAAAAo/emAUv0cRj90/s72-c/2966322900_d0aa9ff819.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6933126877656810312</id><published>2011-03-28T10:16:00.001-07:00</published><updated>2011-03-28T10:16:21.176-07:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fisioterapia Desportiva</title><content type='html'>&lt;div id="aba_conteudo"&gt;              &lt;h2&gt;Conteúdo Programático do curso online Fisioterapia Desportiva&lt;/h2&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/Imagem%20-%20Fisioterapia%20desportiva.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/Imagem%20-%20Fisioterapia%20desportiva.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;              		 		               &lt;div class="left_cp_one"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Avaliação física do atleta;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame físico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame laboratoriais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame físico do atleta iniciante;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fisiopatologia desportiva, o conceito de overuse;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atividade atlética e as síndromes por overuse;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Graduação das lesões de continuidade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Análise das diferentes graduações das lesões por overuse;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modalidades específicas de tratamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Taping (bandagens);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crioterapia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Repouso;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A reabilitação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do ombro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Luxações e subluxações;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tendinite biciptal;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Síndrome do impacto ou bursite subacromial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesão do manguito rotador;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do cotovelo;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Lesões do compartimento lateral e medial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tendinite tricipital;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do punho e mão;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;             &lt;/div&gt;             &lt;div class="left_cp"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Exame físico do punho e dedos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Síndromes compressivas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tenossinovites;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deslocamentos das articulações interfalangeanas proximais e distais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deslocamentos das articulações metacarpofalangeanas;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Lesões e tratamento da coluna vertebral;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instabilidades da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tetraparesia transitória;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas vertebrais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento fisioterapêutico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do quadril;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Pubalgia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões osteocondrais (osteoartroses);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Disfunções sacro-ílíaca;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bursite trocantérica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do joelho;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões ligamento-meniscais;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Lesões osteocondrais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões e tratamento do tornozelo e pé.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/356"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg"&gt;&lt;/a&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6933126877656810312?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6933126877656810312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6933126877656810312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/03/curso-online-de-fisioterapia-desportiva.html' title='Curso Online de Fisioterapia Desportiva'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-3436011588447079743</id><published>2011-03-16T13:49:00.001-07:00</published><updated>2011-03-16T13:49:22.769-07:00</updated><title type='text'>Distensão na panturrila</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_TX0lH6t2etE/TEOpR5FaK4I/AAAAAAAABVY/SVGOYREZmCI/s1600/Panturrilha.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_TX0lH6t2etE/TEOpR5FaK4I/AAAAAAAABVY/SVGOYREZmCI/s1600/Panturrilha.jpg" height="343" width="303"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;O que é?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nossos ossos são sustentados por uma combinação de músculos e tendões. Tendões conectam os músculos aos ossos. Uma distensão é o resultado de uma lesão tanto no músculo como no tendão. A distensão pode ser uma simples &amp;quot;esticada a mais&amp;quot; nessas estruturas, ou um rompimento completo (ou parcial) na combinação músculo-tendão, neste caso, da panturrilha (ou também, tríceps sural).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que provoca?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Geralmente, a distensão é proveniente de esforços exagerados sem o aquecimento, alongamento e preparação adequada para uma atividade. Causas, como músculos curtos e tensos, além da  sobrecarga nos músculos em indivíduos não condicionados, não são incomuns.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como prevenir?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com aquecimento, alongamento e preparação adequada da musculatura de forma prévia, durante e após as atividades esportivas. Em nosso serviço de reabilitação, costumamos orientar nossos atletas a seguir a seguinte proporção:&lt;br&gt; &lt;br&gt;5% do tempo total de treino em alongamento;&lt;br&gt;10%, no aquecimento;&lt;br&gt;70%, no treino propriamente dito;&lt;br&gt;10%, no desaquecimento,e&lt;br&gt;5% no alongamento final. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Qual o prazo de recuperação?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em média, de uma a duas semanas com repouso, gelo, compressão e elevação. Esse tratamento deve ser seguido de exercícios simples para diminuir a dor e restaurar a mobilidade. No caso de um rompimento sério, pode ser necessário que se repare cirurgicamente por um cirurgião ortopedista, necessitando de um prazo de 8 a 12 semanas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3436011588447079743?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3436011588447079743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3436011588447079743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/03/distensao-na-panturrila.html' title='Distensão na panturrila'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TX0lH6t2etE/TEOpR5FaK4I/AAAAAAAABVY/SVGOYREZmCI/s72-c/Panturrilha.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4019769478908565331</id><published>2011-02-25T09:18:00.001-08:00</published><updated>2011-02-25T09:18:29.332-08:00</updated><title type='text'>Rugbi aposta em fisioterapia preventiva</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A fisioterapia preventiva é feita  sempre antes dos treinamentos, com exercícios específicos para  fortalecer as musculaturas mais exigidas nos treinos e jogos. Este  método tem atividades elaborados, implantados e executados pelo  fisioterapeuta da OMDA/Unisul, Dr. Sayron Elias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Procuro fazer com que os atletas  entendam a importância desse trabalho, pois o bom resultado depende da  dedicação e disciplina deles nos exercícios. Tento sempre fazer  variações e torná-los descontraídos, isso ajuda a manter os atletas  motivados na execução dos exercícios", comenta Sayron.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;"Esse trabalho é de extrema  importância para a equipe de rúgbi, pois os jogos exigem muito  fisicamente dos atletas, a perda de um atleta por lesão modifica todo o  planejamento e estratégia de jogo, podendo ser decisivo no desempenho da  equipe na competição", comentou Fábio Hardt, técnico da equipe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Além desse trabalho, os atletas  devem iniciar a musculação e acompanhamento nutricional para  complementar e garantir a ideal forma física nas competições. O primeiro  compromisso será o 4° Campeonato Brasileiro em maio na cidade de Belo  Horizonte/MG.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Pessoas com deficiência interessadas  em participar das atividades e empresas dispostas a entrar no time de  patrocinadores da OMDA /Unisul devem entrar em contato pelo email &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:omda@omda.org.br"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;omda@omda.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; ou pelos telefones (48) 9967-4749 ou (48) 8812-1852.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4019769478908565331?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4019769478908565331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4019769478908565331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/02/rugbi-aposta-em-fisioterapia-preventiva.html' title='Rugbi aposta em fisioterapia preventiva'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7545123693353553320</id><published>2011-02-04T11:33:00.001-08:00</published><updated>2011-02-04T11:33:04.431-08:00</updated><title type='text'>Lesões no Handebol</title><content type='html'>&lt;br&gt;O handebol é considerado um esporte olímpico desde 1972. Muito praticado em países europeus, foi introduzido no Brasil pelos imigrantes por volta de 1930, principalmente pela colônia alemã. O handebol ganhou popularidade sendo considerado hoje um dos esportes mais praticados no país, principalmente no meio universitário.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O handebol é um esporte rápido, de muito contato, que exige do atleta uma grande habilidade para execução de gestos com tomadas de decisões rápidas. Dessa forma, o atleta deve desempenhar tarefas com uma boa coordenação do sistema sensório-motor, caso contrário, a execução desses gestos pode levar a um risco maior de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A ocorrência de lesões no handebol pode estar relacionada a diversos fatores:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Intrínsecos: idade, sexo, flexibilidade, equilíbrio muscular, lesões pregressas, emocional;&lt;br&gt;Extrínsecos: calçado, piso, treinamento, regras, biomecânica do gesto esportivo, trauma direto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As regiões mais comumente lesionadas nesses atletas são tornozelo, joelho, mãos e dedos, superando o ombro. Isso demonstra, que apesar do handebol ser uma modalidade que tem como fundamento principal o arremesso, exige do atleta uma grande variedade de movimentos. Observa-se um maior índice dentre as lesões os entorses de tornozelo e a ruptura do LCA. As lesões traumáticas podem ser ocasionadas pelo contato com o oponente, com o solo ou mesmo com a bola. Ainda, há lesões que podem ser causadas pela repetição do gesto e/ou excesso de treinamento, dentre as quais as mais relatadas são as tendinopatias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com a posição do jogador e outras características, como tempo de prática da modalidade, pode-se correlacionar a uma maior incidência de determinada lesão. O goleiro de handebol pode apresentar epicondilites de cotovelo e lesões cápsulo-ligamentares dos dedos das mãos, por causa do trauma repetitivo realizado na defesa da bola.  Já os meias e pontas por realizarem mais arremessos, jogadores com mais tempo de atividade, podem apresentar lesões por sobrecarga no ombro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além disso, é necessário sempre pensar em um trabalho de prevenção de lesões para estes atletas. E esta é uma prática que tem crescido muito entre os profissionais envolvidos no esporte e que, para ser efetiva, deve contar com conhecimento do gesto esportivo especifico do esporte e da incidência de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ft. Gabriela Borin&lt;br&gt;Fonte&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7545123693353553320?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7545123693353553320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7545123693353553320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/02/lesoes-no-handebol.html' title='Lesões no Handebol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1390324467903568320</id><published>2011-01-06T06:05:00.001-08:00</published><updated>2011-01-06T06:05:41.899-08:00</updated><title type='text'>Lesões no basquete</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;O basquetebol tem como uma de suas características, a grande exigência muscular que é empregada nos membros inferiores, devido a uma sucessão de esforços intensos e breves, realizados em ritmos diferentes, através de um conjunto de constantes lançamentos, saltos (verticais e horizontais) e corridas, além do fato de que todas estas ações podem ocorrer em curto espaço físico e de tempo. Outra característica importante do basquetebol é a variabilidade de ritmo e intensidade na execução das ações. Apesar de não ser considerado um esporte violento, as dimensões exíguas da quadra e o número de jogadores em disputa, movimentando-se velozmente, provocam freqüentes contatos corporais, o que pode causar os mais variados tipos de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os diversos estudos sobre lesões no basquetebol apontam que joelhos e tornozelos são as partes do corpo mais afetadas com a predominância de entorses e rompimento de ligamentos. Essas lesões decorrem, principalmente, do contato entre os atletas, das aterrissagens dos saltos em rebotes e arremessos e das mudanças bruscas de direção e giros. As lesões musculares também podem aparecer, mas com menor frequênca.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em estudo realizado com atletas de basquetebol brasileiros, De Rose e col (2006) obtiveram os seguintes resultados:&lt;br&gt;&lt;br&gt;344 atletas entre 14 e 35 anos; 174 homens e 170 mulheres&lt;br&gt;269 atletas (78%) relataram ter tido algum tipo de lesão – 137 homens e 132 mulheres&lt;br&gt; Dos lesionados, 80% tiveram lesões nos membros inferiores, sendo 150 (55%) nos  tornozelos , com predominância de entorses 95 (35%) nos joelhos, com predominância de entorses e rompimento de ligamento cruzado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lesões nos membros superiores, principalmente luxações nos dedos das mãose lesões na cabeça (nariz) também ocorrem com certa frequência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um fator importante para a prevenção de lesões no esporte é a elaboração adequada do treinamento. Esse treinamento deve integrar de forma adequada a preparação física, técnica e tática, apresentando os cuidados necessários com as sobrecargas e intervalos de recuperaçã. Não respeitar os conceitos básicos do treinamento esportivo e a condição individual, proporcionando os intervalos necessários para a recuperação das fontes energéticas podem levar à fadiga muscular e esta induzir a uma queda de rendimento e até uma lesão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em relação às crianças os cuidados devem ser ainda maiores para que não se comprometa a estrutura física e psicológica do jovem atleta que pode ainda não estar devidamente desenvolvido para receber determinadas cargas de trabalho e cobranças quanto ao seu desempenho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outro fato hoje muito difundido é o trabalho de propriocepção, muito difundido nos meios esportivos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As lesões no esporte podem ser causadas por&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Contato ou impacto: nas modalidades esportivas coletivas são provenientes do contato físico entre os atletas e o impacto no solo (saltos, deslocamentos)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Sobrecarga dinâmica: proveniente da carga de treinamento a qual os atletas são submetidos constantemente&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Uso excessivo (overuse): excesso de treinamento ou de competições, sem períodos de recuperação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vulnerabilidade estrutural: proveniente da própria estrutura genética do indivíduo&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Inflexibilidade: proveniente da falta de mobilidade articular&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Desequilíbrio muscular: proveniente do desequilíbrio entre treinamento de força e alongamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crescimento rápido: proveniente da falta de adaptação do organismo em relação ao crescimento. Muito comum em atletas adolescentes&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;br&gt;As lesões podem ser classificadas como:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lesões crônicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Decorrem do excesso de treinamento, cargas repetidas, técnica errada ou, ainda, podem ser resultantes de outras lesões não curadas totalmente, gerando sobrecarga das articulações e de grupos musculares envolvidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Lesões agudas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Podem ser resultado de um único trauma, ou de degenerações teciduais promovidas pelas lesões crônicas (que permitem maior susceptibilidade à uma lesão aguda).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não podemos esquecer que o ambiente de treinamento e competição também pode evitar inúmeras lesões. Manter as quadras em boas condições é obrigação das instituições no sentido de preservar a saúde e bem estar dos atletas e praticantes.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1390324467903568320?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1390324467903568320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1390324467903568320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/01/lesoes-no-basquete.html' title='Lesões no basquete'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-3683016768291151947</id><published>2011-01-06T05:52:00.001-08:00</published><updated>2011-01-06T05:52:37.223-08:00</updated><title type='text'>Lesões mais comuns em competições de judô</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;img src="http://biginingofworld.files.wordpress.com/2009/11/judo2.jpg"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt; &lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Esse artigo tem como objetivo relatar as lesões mais comuns nas competições realizadas pela FJERJ, indicando a conduta médica no primeiro atendimento ao atleta lesionado. Em um primeiro momento, visamos à manutenção das funções vitais e,  posteriormente, uma orientação adequada para o tratamento definitivo da lesão e um maior conforto do paciente. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As escoriações são as lesões mais freqüentes, geralmente localizadas na face. Tratamos, então, com hemostasia (tamponamento) no momento da luta e, em seguida, com assepsia e curativo. As lesões corto-contusas por trauma direto (cabeçada, cotovelada etc.), localizadas comumente na face, são raras. Nesses casos, tratamos com hemostasia, assepsia, curativo e, se necessário, encaminhamento à clínica para realização de sutura.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As rupturas musculares, chamadas inadequadamente de distensão muscular, acometem normalmente grandes grupos musculares e nossa conduta é de aplicar gelo no local, receitar miorrelaxantes e analgésicos, além de manter o músculo lesado em repouso. A gravidade da lesão deve ser, assim, reavaliada posteriormente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As entorses acometem normalmente as articulações dos dedos das mãos e tratamos com imobilização provisória, feita com esparadrapo e gelo local. As entorses de cotovelo, punho, joelho e tornozelo são tratadas com gelo local, analgésicos, anti inflamatório e imobilização provisória com tipóia. É importante orientar o paciente para uma avaliação radiológica da entorse, determinando o grau de lesão ligamentar e a existência ou não de fratura.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A luxação mais freqüente acontece na articulação acromio-clavicular, seguida de perto pelas articulações interfalangianas, escápulo-umeral e cotovelo. A conduta indicada é um exame rápido da articulação, podendo haver uma tentativa de redução da luxação, seguida de imobilização provisória, gelo local, anti inflamatórios, analgésicos e remoção imediata para estudo radiológico e prescrição de tratamento clínico ou cirúrgico definitivo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Já as fraturas são lesões pouco freqüentes e ocorrem geralmente nos seguintes ossos: falanges, metatarso, metacarpo, tíbia, fíbula, rádio, ulna, clavícula e costelas. O tratamento se assemelha com a conduta para luxações. Vale lembrar que as manobras de redução de luxação e fratura podem ser feitas pelo médico da competição, porém não devemos insistir nessas manobras quando houver riscos de lesões de vasos e/ou nervos próximos ao local da lesão (ex.: cotovelo). Nesses casos, devolvemos o paciente para a clínica especializada para realização de raio-x diagnóstico, anestesia e redução da lesão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As lesões mais graves necessitam de avaliação rápida e conduta adequada, visando à manutenção das funções vitais e imediata remoção para unidades de saúde. São lesões graves : traumatismo crânio-encefálico, trauma raqui-medular, ruptura de órgãos internos (pulmão, baço e rim), parada cárdio-respiratória, acidente vascular cerebral, hipoglicemia severa, hipopotassemia e arritmia cardíaca. As condutas devem ser as seguintes: oxigenoterapia, massagem cardíaca, respiração boca a boca, traqueostomia, imobilização firme, hidratação e reposição venosa (glicose, sódio e potássio), remoção adequada e imediata. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Apesar do número elevado de lesões, é importante esclarecer que a grande maioria dos atendimentos é para tratar de lesões sem gravidade. Em oito anos trabalhando em competições de judô, o caso mais grave foi a ruptura do baço (esplenectomia) de um atleta adolescente, operado no dia seguinte à lesão. O judoca, após quatro meses, voltou a treinar sem qualquer limitação física. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;*&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Eduardo Fontel é diretor-médico da FJERJ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size: 13.5pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3683016768291151947?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3683016768291151947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3683016768291151947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2011/01/lesoes-mais-comuns-em-competicoes-de.html' title='Lesões mais comuns em competições de judô'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-5836495183656673907</id><published>2010-12-27T11:07:00.001-08:00</published><updated>2010-12-27T11:07:05.094-08:00</updated><title type='text'>Fratura de costela por esforço</title><content type='html'>É a fissura ou  quebra do osso normal devido à repetição de esforços localizados que enfraquecem a arquitetura natural da caixa torácica.  Esta, por ser fixa tanto anteriormente quanto posteriormente, limita os movimentos da espinha torácica. Inclinar-se à frente (flexão) ou para trás (extensão) através da espinha torácica produz uma deformação rotacional ao longo do eixo longitudinal das costelas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Em Remo, esta deformação é concentrada em um lado do corpo, pela rotação da coluna no momento de pegar a remada (lado esquerdo, se for boreste; lado direito, se for bombordo).  Embora esta deformação ocorra em qualquer remador, nem todos sofrerão fratura da costela.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Este tipo de fratura em remadores, portanto, é conseqüência da rigidez da coluna, o que exacerba a torção longitudinal ao longo da costela.  Estão mais sujeitos a ela os remadores de elite, que treinam de 12 a 20 vezes por semana e remam 150 km.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em remadores de palamenta dupla, onde não há torção para qualquer lado e o movimento é mais simétrico, a fratura de costela por esforço está relacionada à tração de músculos sobre as costelas, arqueando-as, especialmente o Grande Dentado e os Romboides.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O esforço em foco ocorre, aproximadamente, na linha média axilar da quarta para a oitava costela.  A linha média axilar é uma linha imaginária vertical que vai do ápice da axila para baixo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A fratura de costela por esforço pode se iniciar do mesmo modo que uma tensão na cabeça da costela, ou pode começar com uma dor repentina e forte no local da fratura.  Respirar profundamente torna-se desconfortável, assim como qualquer coisa que comprima o peito, como deitar sobre a área afetada e, às vezes, deitando mesmo em qualquer posição.  Os movimentos em geral são dificultados.  A costela fraturada fica sensível no local da fratura. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Este tipo de fratura nem sempre é visível no Raio X, sendo que a única forma de evidenciá-la é através de ressonância magnética.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tratamento : &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como as costelas são presas uma nas outras (com exceção da 11ª e 12ª), esta fratura é melhor tratada com repouso, suspendendo o exercício que a provocou por 4 a 6 semanas. Geralmente, é necessário ter repouso total por 3 semanas, introduzindo-se um treinamento de manutenção física, seguido de retorno gradual ao Remo, depois que a dor desaparecer.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Prevenção :&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mantenha a mobilidade da espinha torácica e da caixa torácica por meio de exercícios que imitem um 8 (veja figura a seguir) e, quando em treinamento intensivo, com massagens para aliviar a coluna a cada três meses.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Exercício para manter a mobilidade da espinha torácica e da caixa torácica. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-5836495183656673907?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5836495183656673907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/5836495183656673907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/fratura-de-costela-por-esforco.html' title='Fratura de costela por esforço'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1870532440224481539</id><published>2010-12-27T10:45:00.001-08:00</published><updated>2010-12-27T10:45:03.320-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapeuta na distenção muscular</title><content type='html'>Não é raro ouvir notícias a respeito das distensões musculares. Quem acompanha a transmissão de eventos esportivos pela TV, certamente já ouviu falar bastante sobre elas. Muitas pessoas que praticam exercícios, tanto as que o fazem de maneira regular quanto os &amp;quot;atletas de fim de semana&amp;quot;, também já passaram por essa experiência nada agradável e geralmente bastante dolorosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Não é difícil entender o modo pelo qual ocorre uma distensão muscular. Os músculos são tecidos compostos das chamadas fibras musculares, onde estão localizadas células capazes de realizar contrações, encurtando determinas regiões e produzindo tensão. Essas fibras musculares são tão abundantes em nosso organismo que normalmente constituem cerca da metade do peso total do corpo humano.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pois bem, a distensão muscular ocorre exatamente quando há rompimento de fibras musculares. Isso acontece, no mais das vezes, quando a pessoa sofre um traumatismo local, quando a musculatura não está preparada para receber uma contração muscular muito forte e rápida ou quando é executado um movimento brusco e exagerado contra uma resistência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De qualquer modo, há circunstâncias que podem favorecer significativamente a ocorrência de distensões, tais como a escassez de flexibilidade corporal, o sobrepeso, o cansaço e a falta de aquecimento muscular adequado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Trata-se de um quadro clínico que pode ocorrer em diferentes grupos musculares. Porém, as regiões da virilha, da coxa e da panturrilha, apresentam distensões com maior freqüência. Quando ocorre a lesão, é comum o paciente apresentar inchaços e queixar-se de fortes dores na região atingida. Além disso, devido ao extravasamento interno de sangue, é comum surgirem hematomas, cuja intensidade varia conforme a proximidade e a coloração da pele.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Habitualmente, as distensões musculares são classificadas em graus, de acordo com a gravidade da lesão. A de primeiro grau dá-se quando a quantidade de fibras musculares rompidas é muito pequena. Já a de segundo grau, apresenta um número considerável de roturas. E por fim, a distensão muscular de terceiro grau, a mais grave, ocorre quando há uma ruptura completa da musculatura, produzindo grande incapacidade de movimentar a região implicada e fortes dores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;É recomendável procurar orientação médica tão logo a distensão ocorra, sendo que na maioria dos casos é aconselhável a aplicação imediata de gelo, por cerca de 20 minutos, enquanto se aguarda a prestação do atendimento por esse profissional da saúde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Vale assinalar que a distensão é um fenômeno diferente do estiramento muscular. Embora muitas pessoas confundam, é certo que nos estiramentos há um alongamento exagerado da musculatura, mas, sem que as fibras se rompam, como acontece nas distensões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os sintomas mais comuns da distensão muscular são dores locais, principalmente durante o movimento, edemas, enfraquecimento muscular e alterações na coloração e na temperatura da pele do local da lesão. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O seu tratamento depende do grau, da localização e outras particularidades de cada caso. Normalmente, são prescritos pelo médico antiinflamatórios, analgésicos e Fisioterapia. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O Fisioterapeuta pode administrar uma série de condutas que vão depender da situação concreta que lhe é apresentada. Em geral, no tratamento fisioterapêutico dessa lesão, são empregados aparelhos para combater a inflamação e promover alívio de dores e desconfortos; realizadas bandagens, compressões locais e aplicações de gelo para combater a formação de edemas e hematomas, acelerando-se assim o processo de recuperação; são, também, prescritos exercícios terapêuticos específicos, intercalados com repouso relativo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Cuide de sua saúde, mantendo-se sempre bem informado!&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.crefito9.org.br/artigos.php?abre=20"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1870532440224481539?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1870532440224481539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1870532440224481539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/fisioterapeuta-na-distencao-muscular.html' title='Fisioterapeuta na distenção muscular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2216164862515744475</id><published>2010-12-20T10:02:00.001-08:00</published><updated>2010-12-20T10:02:58.723-08:00</updated><title type='text'>Tendinopatia no Esporte</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_RjG4yg4GiKs/TPK2MHUBZII/AAAAAAAAAPI/cuSEKkkoR5A/s1600/iStock_000000414177XSmall.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_RjG4yg4GiKs/TPK2MHUBZII/AAAAAAAAAPI/cuSEKkkoR5A/s320/iStock_000000414177XSmall.jpg" border="0" width="320" height="212"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  As tendinopatias são uma das lesões mais comuns no esporte pelo estresse e força gerada no tendão durante as atividades esportivas, o que aumenta o risco de lesões.&lt;br&gt;Movimentos repetitivos de determinados segmentos corporais e/ou posturas anormais que modificam o padrão normal das forças que o tendão pode suportar, são exemplos claros de mecanismos facilitadores de lesão tendínea. A lesão tendínea que resulta de fatores externos é comumente denominada de overuse ou lesão por excesso de uso.&lt;br&gt; O tendão pode ser danificado por três fatores, tensão, compressão e/ou abrasão. O mesmo é pouco vascularizado e possui baixa taxa metabólica, necessitando de um tempo maior para resíntese de colágeno, diminuindo dessa forma seu processo de recuperação após a ocorrência de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Estudos histológicos de tendões utilizando ultrasom diagnóstico e Doppler apresentaram áreas de neovascularização no tendão. Foram avaliados tendões de calcâneo, patelar, extensores do carpo, porção longa do bíceps, supra-espinal, bíceps femoral...  Um desses estudos realizou um bloqueio neural mediante um anestésico local injetado na área que apresentava neovascularização o que eliminou a dor temporariamente. Estudos com análise imunohistoquímica que demonstraram a presença de estruturas nervosas adjacentes aos neovasos sendo que as mesmas não foram encontradas nos controles. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os autores concluíram que tais estruturas nervosas que acompanham os neovasos estão implicadas na dor presente nas tendinopatias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diversos estudos com análise histológica dos tendões normais e com tendinopatias, apresentam evidências cientificas suficientes para afirmar  que a patologia do tendão não é do tipo inflamatório mas sim degenerativo, como se demonstram os resultados das biópsias e os estudos radiológicos (ausência de infiltrado celular inflamatório e degeneração colágena) e ainda existe uma correlação entre a neovascularização e as mudanças estruturais e a dor nas tendinopatias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na literatura atual existem inúmeros artigos sobre a eficácia da utilização de exercícios excêntricos no tratamento das tendinopatias. Os resultados são bem eficazes, normalizando a função, reduzindo/abolindo a dor e melhorando a estrutura histológica do tendão. Os principais autores que estudam as tendinopatias são H. Alfredson, J. Cook, dentre outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Baseado na literatura estudada pode-se concluir que o exercício excêntrico é um meio de tratamento eficaz para as tendinopatias, com exceção da tendinose de inserção do tendão de Aquiles. A evidência sugere que o exercício excêntrico contribui para melhorar as tendinopatias dos membros inferiores, possivelmente mediante a isquemia nos neovasos e reorganização colágena.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  O tratamento excêntrico utilizado é com altas cargas, sempre sintomático, antes do ponto de incapacidade funcional. O protocolo padrão mais utilizado é : 3 x 15 repetições, duas vezes ao dia, sete dias por semana. A duração média do tratamento é de 8 a 12 semanas. O exercício deve ser realizado lentamente, deve-se aumentar a carga quando a dor for mínima ou ausente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Outra técnica que apresenta boa resposta no tratamento das tendinopatias é a crochetagem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Crochetagem é uma técnica manipulativa fisioterapêutica, baseada na utilização de ganchos para o tratamento dos tecidos lesionados. Tem como objetivo remover aderências e/ou fibrose do tecido miofascial ocasionadas por disfunções mecânicas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A manipulação através do gancho sobre o tecido cutâneo promove realinhamento e restaura o movimento entre as fibras do tecido miofascial, restaurando assim, as características anatômicas.  A crochetagem tem apresentado bons resultados no tratamento das tendinopatias, pois promove uma hiperemia profunda melhorando a nutrição tecidual e otimizando a recuperação, visto que o tendão é pouco vascularizado, auxiliando na retirada de metabólitos do local, além de promover um realinhamento &lt;br&gt; &lt;br&gt;Outra técnica que apresenta bons resultados na abordagem de tratemento das tendinopatias é a Kinesio Taping, melhorando a vascularização local, corrigindo disfunções fasciais e reduzindo as tensões imposta no tendão, visto que dificilmente um atleta irá ficar 10 semanas tratando uma lesão sem treinar ou competir, a não ser que esta limite consideravelmente sua capacidade funcional.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A fisioterapia desportiva tem como objetivo identificar alterações biomecânicas do movimento, avaliar as condições fisiológicas do atleta e intervir precocemente, atuando de forma preventiva a possíveis lesões ou mecanismos lesionais conhecidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A fisioterapia desportiva deve utilizar todas as abordagens de tratamento disponíveis para otimizar o tratamento deste atleta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://ftmanual.blogspot.com/2010/11/tendinopatias-no-esporte.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2216164862515744475?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2216164862515744475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2216164862515744475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/tendinopatia-no-esporte.html' title='Tendinopatia no Esporte'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RjG4yg4GiKs/TPK2MHUBZII/AAAAAAAAAPI/cuSEKkkoR5A/s72-c/iStock_000000414177XSmall.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7182901464216827116</id><published>2010-12-14T05:08:00.001-08:00</published><updated>2010-12-14T05:08:06.986-08:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fisioterapia Desportiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/Imagem%20-%20Fisioterapia%20desportiva.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/Imagem%20-%20Fisioterapia%20desportiva.jpg" width="306" height="204"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Conteúdo Programático do curso online Fisioterapia Desportiva:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Avaliação física do atleta;&lt;br&gt;Exame físico;&lt;br&gt;Exame laboratoriais;&lt;br&gt;Exame físico do atleta iniciante;&lt;br&gt; Fisiopatologia desportiva, o conceito de overuse;&lt;br&gt;Atividade atlética e as síndromes por overuse;&lt;br&gt;Graduação das lesões de continuidade;&lt;br&gt;Análise das diferentes graduações das lesões por overuse;&lt;br&gt;Modalidades específicas de tratamento;&lt;br&gt; Taping (bandagens);&lt;br&gt;Crioterapia;&lt;br&gt;Repouso;&lt;br&gt;A reabilitação;&lt;br&gt;Lesões e tratamento do ombro;&lt;br&gt;Luxações e subluxações;&lt;br&gt;Tendinite biciptal;&lt;br&gt;Síndrome do impacto ou bursite subacromial;&lt;br&gt;Lesão do manguito rotador;&lt;br&gt; Lesões e tratamento do cotovelo;&lt;br&gt;Lesões do compartimento lateral e medial;&lt;br&gt;Tendinite tricipital;&lt;br&gt;Fraturas;&lt;br&gt;Lesões e tratamento do punho e mão;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Exame físico do punho e dedos;&lt;br&gt;Síndromes compressivas;&lt;br&gt; Tenossinovites;&lt;br&gt;Deslocamentos das articulações interfalangeanas proximais e distais;&lt;br&gt;Deslocamentos das articulações metacarpofalangeanas;&lt;br&gt;Lesões e tratamento da coluna vertebral;&lt;br&gt;Instabilidades da coluna cervical;&lt;br&gt; Tetraparesia transitória;&lt;br&gt;Fraturas vertebrais;&lt;br&gt;Tratamento fisioterapêutico;&lt;br&gt;Lesões e tratamento do quadril;&lt;br&gt;Pubalgia;&lt;br&gt;Tratamento;&lt;br&gt;Lesões osteocondrais (osteoartroses);&lt;br&gt;Disfunções sacro-ílíaca;&lt;br&gt;Bursite trocantérica;&lt;br&gt; Lesões e tratamento do joelho;&lt;br&gt;Lesões ligamento-meniscais;&lt;br&gt;Lesões osteocondrais;&lt;br&gt;Lesões e tratamento do tornozelo e pé.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Comentários de quem já fez este curso&lt;br&gt;&lt;br&gt;Excelente curso de aprimoramento e reciclagem, com material de fácil entendimento, e referências bibliográficas atuais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Arlete Pinto João - Santos - SP&lt;br&gt;&lt;br&gt;Gostei muito do curso, indicarei aos meus amigos, pois é 10 !!!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Taciana Aparecida da Cruz - São Paulo - SP&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muito bom, gostei!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Wagner Luiz da Silva - passo fundo - RS&lt;br&gt; &lt;br&gt;Gostei muito do curso, o material é bem elaborado e de fácil aprendizagem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;RENATO DO NASCIMENTO - Rio de Janeiro - RJ&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/356"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7182901464216827116?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7182901464216827116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7182901464216827116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/curso-online-de-fisioterapia-desportiva.html' title='Curso Online de Fisioterapia Desportiva'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-236624147919069979</id><published>2010-12-06T05:20:00.001-08:00</published><updated>2010-12-06T05:20:56.463-08:00</updated><title type='text'>O que é canelite?</title><content type='html'>&lt;br&gt;As dores nos membros inferiores em corredores podem ter várias causas: musculares, tendinosas e/ou ósseas. A síndrome de estresse do tibial medial, popularmente conhecida como periostite medial de tíbia ou Canelite, é uma inflamação do principal osso da canela, a tíbia, ou dos tendões e músculos da tíbia, podendo se tornar fratura por estresse. É uma queixa comum em atletas, principalmente aqueles que costumam correr médias e longas distâncias. Além da corrida, essa síndrome pode estar presente em outros esportes que envolvam o ato de pular, sendo os pousos e decolagens em superfícies duras, a principal causa da dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A Canelite é caracterizada por dor na região anterior da perna que inicialmente ocorre durante o exercício e melhora após algumas horas, evoluindo para dor persistente mesmo com a cessação da atividade, podendo dificultar até o andar de forma lenta. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Canelite é caracterizada por dor na região anterior da perna que inicialmente ocorre durante o exercício&lt;br&gt;&lt;br&gt;Inicialmente ocorre uma inflamação no periósteo (fina camada que recobre o osso) e estruturas adjacentes como músculos e tendões da perna, podendo evoluir para micro fissuras no osso e até promover uma fratura por estresse caso o individuo não pare de correr.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dentre os fatores de risco para o aparecimento da Canelite, podemos citar:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Aumento excessivo no volume e/ou intensidade de treinamento, como também treinamento sem orientação de um profissional de educação física.&lt;br&gt; - Pessoas iniciantes no esporte ou que mudaram de atividade recentemente.&lt;br&gt;- A fraqueza dos músculos dos membros inferiores, como também a falta de alongamento dos músculos da panturrilha.&lt;br&gt;- Pisos duros e compactados como concreto e asfalto devem ser evitados, dê preferência a grama ou pisos de terra, evite também terrenos acidentados. Concreto é seis vezes mais severo para os seus tecidos da tíbia do que o asfalto. O asfalto é três vezes mais severo do que a terra batida. A grama é ainda mais macia, e diminui significativamente o risco de inflação na região da tíbia. &lt;br&gt; - Pés hiperpronados e hipersupinados.&lt;br&gt;- Correr inclinando o tronco para frente. &lt;br&gt;- Mulheres na menopausa.&lt;br&gt;- Tênis inadequado para o seu tipo de pisada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O diagnóstico exato da lesão é feito pelo médico, a fim de excluir a possibilidade de ser uma fratura por estresse. O relato da história clínica, como também o exame físico, é de fundamental importância para o diagnóstico. Caso o médico suspeite da fratura por estresse, a radiografia convencional é o primeiro exame a ser solicitado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento é feito através de:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Correção de qualquer condição estrutural com o uso de calçados e caso necessário, palmilhas personalizadas para o pé. - Modificação da atividade, evitando-se as corridas e os saltos por aproximadamente 10 dias. Durante esse período o condicionamento cardiorrespiratório deverá ser mantido através de exercícios na piscina com flutuador, como também no ciclo ergômetro.&lt;br&gt; - A Crioterapia (gelo) e o TENS (estimulação elétrica trans cutânea) podem ser usados objetivando a analgesia local.&lt;br&gt;- Exercícios de alongamento para musculatura posterior da perna (Panturrilha).&lt;br&gt;- Com a regressão dos sintomas, devem-se iniciar de maneira progressiva, os exercícios de fortalecimento para toda musculatura que envolve a articulação do tornozelo (tibiais, fibulares e tríceps sural).&lt;br&gt; - Assim que o atleta estiver assintomático, pode-se iniciar o trote/corrida sobre a grama, por aproximadamente 20 minutos, com uma progressão de 10 a 15% semanalmente. É importante ressaltar que ele já deverá estar adaptado ao tênis, caso seja portador de algum problema estrutural.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Algumas medidas devem ser adotadas na prevenção da canelite, dentre elas podemos destacar:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Uso do tênis correto. Adequado ao seu tipo de pé e com amortecimento também na parte anterior. O uso de uma palmilha de silicone pode ajudar.&lt;br&gt; - Alongue antes da corrida, e mais uma vez depois do aquecimento.&lt;br&gt;- Aquecer. Informe ao seu corpo que ele será sobrecarregado. Podem-se usar meias de cano longo para ajudar no aquecimento.&lt;br&gt;- Não corra com dor nem em excesso. Respeite os sinais do corpo.&lt;br&gt; - Aumento gradual no volume ou intensidade do treinamento (não aumentar mais que 10% à 15% semanalmente). Não faça treino de velocidade prematuramente.&lt;br&gt;- Caso cometa um erro no treinamento e sinta dor na canela, coloque gelo, tome antiinflamatórios não esteróides e não cometa o mesmo erro novamente.&lt;br&gt; - Faça musculação. Músculos fortes diminuem o impacto sobre ossos e articulações.&lt;br&gt;- Corra em superfícies adequadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dica: Aos primeiros sinais de dores na região anterior da perna, procure um profissional para uma completa avaliação e o correto diagnóstico e tratamento, só assim você terá condições de realizar suas atividades esportivas sem maiores complicações. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-236624147919069979?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/236624147919069979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/236624147919069979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/o-que-e-canelite.html' title='O que é canelite?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4303153944598011163</id><published>2010-12-01T07:57:00.001-08:00</published><updated>2010-12-01T07:57:54.521-08:00</updated><title type='text'>Tenis Elbow</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;Como não poderia deixar de ser, não se pode falar em tênis e fisioterapia sem falarmos do tennis elbow, porém tentaremos abordar também outras patologias que podem aparecer devido à técnica inadequada e suas relações com as raquetes.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Antes de qualquer coisa é importante definir dois grandes grupos, o primeiro dos atletas de elite e também dos amadores competitivos e o segundo, o dos atletas recreacionais, que também são chamados de atletas de fim-de-semana. O primeiro grupo tem características bem diferentes do segundo, de maneira geral o atleta está bem preparado fisicamente, joga tênis desde criança, tem técnica apurada e atividade específica constante, já o segundo grupo não apresenta bom condicionamento físico, tem uma técnica pobre e não apresentam uma regularidade na prática do tênis. E porque fazer essa diferença entre os dois grupos, simplesmente porque atleta de elite não apresenta esse tipo de lesão, só o atleta recreacional é que vai apresenta-los.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;img alt="http://www.herbalgranny.com/wp-content/uploads/2009/08/tennis-elbow.jpg" src="http://www.herbalgranny.com/wp-content/uploads/2009/08/tennis-elbow.jpg"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tennis elbow, cujo nome correto da patologia é epicondilite lateral do úmero, normalmente vai aparecer no cotovelo do atleta de fim-de-semana, que bate o backhand (golpe de revés ou esquerda no tênis) com uma das mãos, com o cotovelo flexionado, usando os músculos extensores do punho para resistir ao impacto contra a bola, porém o golpe correto deve ser realizado como um &amp;quot;desembainhar de uma espada&amp;quot;, cotovelo estendido no contato com a bola, usando o punho apenas para acelerara-lá usando o spin no fim do movimento, porém mesmo que ele tenha uma técnica apurada, se o condicionamento físico não estiver em dia, depois de alguns games ele não vai mais conseguir entrar na bola para golpear e começará a esticar o braço à frente para aumentar o alcance e novamente utilizará os músculos do punho para golpear, e ainda assim, mesmo tendo a boa técnica e o bom condicionamento, o atleta recreacional ainda pode favorecer o aparecimento da patologia devido a uma troca de raquetes, por exemplo, na mudança de uma mais pesada para uma de titânio, o atleta precisará aumentar a aceleração no golpe e conseqüentemente aumentará a vibração na mão, no punho e no cotovelo do tenista, o que também pode acontecer pelo aumento inadvertido da tensão nas cordas da raquete, em ambas as situações o produto final do aumento da vibração provocada pelas raquetes e/ou cordas será a irritação das estruturas miotendinosas da loja extensora do punho, junto ao cotovelo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Outras patologias também estão ficando comuns, com a era Guga, os golpes de direita ou o forehand têm sido treinados mais de frente para a bola, onde um movimento extremo de extensão de ombro e principalmente de punho é necessário para golpear bem, porém é também muito estressante para a musculatura flexora do punho, o que pode provocar uma epicondilite medial do cotovelo também conhecida como golf elbow, apesar de aparecer jogando tênis. A dor no ombro do tenista também pode aparecer. Nesse caso principalmente pelo erro da técnica onde rotações da articulação do são solicitadas para realizar um movimento que seria realizado por toda unidade funcional superior (coluna dorsal, cervical, escápula, ombro, cotovelo, punho e mão), pode também aparecer no início da utilização do saque com topspin onde uma rotação interna excessiva do ombro será solicitada no ponto mais alto de elevação do braço na hora do contato com a bola, o que pode provocar uma inflamação das estruturas do ombro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dicas importantes: Lembre-se, sempre é melhor prevenir que remediar,&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Alongue bem a musculatura do membro superior sempre, principalmente se for jogar no saibro (depois da coluna passada você já sabe porque);&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Procure tomar aulas para melhorar a técnica dos golpes;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Melhore o seu condicionamento físico;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Procure assistência especializada na hora de comprar uma raquete nova ou na hora de mudar a tensão do encordoamento.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Porém se a alteração já está instalada, não adianta chorar, é melhor parar um pouco e procurar um especialista na área desportiva para tratamento clínico e funcional. Depois de tratada a inflamação e restaurada a boa função do membro superior, o retorno à atividade é estimulado, porém no período inicial só batendo bola com um encordoamento 10% mais leve e de preferência com cordas de material orgânico, devido a menor vibração gerada por elas, após um mês com aumento gradativo da tensão das cordas, pode-se muda-las para as sintéticas que têm maior durabilidade. Alguns pacientes relatam alívio com o uso do brace de ante-braço porém sua eficácia na prevenção dos problemas descritos não apresenta embasamento científico. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4303153944598011163?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4303153944598011163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4303153944598011163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/tenis-elbow.html' title='Tenis Elbow'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-4138713528816798605</id><published>2010-12-01T07:56:00.001-08:00</published><updated>2010-12-01T07:56:12.798-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapeutas em torneio de Tênis</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;img alt="http://fisiotenis.files.wordpress.com/2010/09/quadril.jpg?w=300&amp;amp;h=187" src="http://fisiotenis.files.wordpress.com/2010/09/quadril.jpg?w=300&amp;amp;h=187"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Eles ficam o tempo todo com o rádio ligado, e é só aparecer um chamado,  que a correria começa. Já com maleta na mão, em instantes os  fisioterapeutas do VIII aberto  de tênis de São Paulo, torneio  internacional realizado no Parque Villa Lobos até 6 de janeiro, já estão  na quadra atendendo o atleta lesionado. Procedimentos como manipulação  na coluna e bandagens funcionais têm de ser feitos no máximo em 3  minutos, ou em apenas um minuto e meio, se o atendimento ocorre nos  intervalos do jogo. Mas o trabalho não para por aí. A equipe de dois  fisioterapeutas e um médico também atende durante todo o dia os tenistas  no ambulatório instalado no local do evento, além de fazer um trabalho  de prevenção. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar de ser montado para funcionar alguns  dias, o ambulatório tem uma estrutura comparável a de torneios  internacionais e equipamentos de ponta para receber os 128 atletas,  muitos deles vindos de outros países. O ambulatório conta com máquina de  gelo, maca para relaxamento, aparelhos de eletroterapia, com ultrasom,  laser e outras correntes elétricas. No ambulatório os fisioterapeutas  fazem manipulações, RPG e até acupuntura.  Foram cerca de 20  atendimentos em ambulatório e oito em quadra por dia, totalizando, em  todo o torneio, cerca de 270 atendimentos. Segundo o fisioterapeuta Dr.  Willian Miotto Nadir, com 11 anos de experiência em fisioterapia do  esporte, todos os atletas do evento são atendidos pela equipe, pois  praticamente todos apresentam algum tipo de lesão. Entre as lesões mais  comuns estão as musculares, como contraturas e estiramentos. Algumas das  áreas mais atingidas são coluna, cotovelo, ombro e joelho. &lt;br&gt;&lt;br&gt;De  acordo com o tenista Tomas Bellucci, um dos atletas atendidos, a  fisioterapia é uma das áreas da saúde mais importantes dentro do  esporte. "O esporte está muito agressivo, há muita exigência, sempre tem  alguém com alguma dor ou um probleminha". Ele ressalta que o fato de o  esporte estar cada vez mais competitivo aumenta o número de jogadores  com lesões. "Hoje os tenistas jogam por 30 semanas em média. É duro de o  corpo agüentar".  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente há exigência de pelo menos um  fisioterapeuta nos torneios de tênis da Associação de Tenistas  Profissionais (ATP). De acordo com o supervisor da ATP, Paulo Pereira, a  necessidade de fisioterapeutas é grande no tênis, já que é um esporte  que exige muito impacto, muita mudança de ritmo. Além disso, Pereira diz  que a temporada dos tenistas em geral dura o ano inteiro, com apenas  duas semanas de férias, o que propicia o aumento de lesões. Pereira  explica também que o fato de o tênis ser um esporte individual contribui  ainda mais para a importância do fisioterapeuta nos torneios, pois se  um dos jogadores tem de parar, a partida é interrompida. Assim, o  atendimento fisioterapêutico possibilita condições para os atletas  conseguirem terminar o jogo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Dr. Willian afirma que há muito  espaço para os fisioterapeutas na área do esporte, mas enfatiza que é  preciso que o profissional crie estruturas, explore novos caminhos. Mais  do que agilidade, é necessário também que o fisioterapeuta do esporte  tenha amplo conhecimento da área e das diversas técnicas  fisioterapêuticas. Segundo Dr. Willian, é fundamental que o profissional  faça especialização e saiba falar línguas estrangeiras, como o inglês e  o espanhol.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fisionet.com.br/materias/interna.asp?cod=266" target="_blank"&gt;Vi aqui&lt;/a&gt; e achei bacana.&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-4138713528816798605?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4138713528816798605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/4138713528816798605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/12/fisioterapeutas-em-torneio-de-tenis.html' title='Fisioterapeutas em torneio de Tênis'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-1119604578305123489</id><published>2010-11-23T19:01:00.001-08:00</published><updated>2010-11-23T19:01:27.008-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na futebol</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;O futebol é a modalidade esportiva mais praticada no mundo. O futebol arte vem sendo substituído pelo futebol força, resultando em estresse físico e psicológico dos atletas. Por ser uma modalidade de exigências múltiplas acerca do corpo, o risco de lesões é muito grande, por ser de alta competitividade e de grande contato físico. Essa questão é ainda mais preocupante quando envolve atletas jovens com o sistema osteomioarticular em desenvolvimento. Considerando essa realidade, o futebol em ''em alguns clubes'' do Brasil é um dos esportes que mais investe em medicina esportiva (preparadores físicos, fisiologistas, fisioterapeutas, médicos, nutricionista, psicólogo), porém em contrapartida a esses avanços, temos o excesso de jogos e treinamentos que colocam os atletas nos limites de ocorrência de lesões.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A Fisioterapia Desportiva é uma especialização da fisioterapia que trabalha na prevenção e reabilitação do atleta acometido por lesão relacionada a sua prática desportiva ,ou seja,  dedica-se não somente ao tratamento do atleta lesado, mas também, à adoção de medidas preventivas, a fim de reduzir a ocorrência de lesões.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Como aspectos preventivos, temos os intrínsecos (relacionados ao atleta) como biótipo do atleta,  a presença de lesões prévias, as capacidades físicas desenvolvidas, a presença de alterações corporais. Os desequilíbrios musculares presentes, são tão importantes nesta análise quanto os extrínsecos (relacionados ao esporte), por exemplo: tipo de esporte, material utilizado, tipos de campo (solo), quantidade e qualidade de treinamento ministrado. Atualmente, o repouso, é uma das medidas preventivas bem observadas e utilizadas pela fisioterapia pois quando em pouca quantidade ou inexistente, pode gerar lesões por uso excessivo, o "over use".Quando pela ausência de atividades direcionadas pode gerar instabilidade muscular e articular.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Uma avaliação física, com o intuito de identificar áreas com maior suscetibilidade a lesões; elaboração de um programa preventivo (treinamento proprioceptivo) e de estratégias para a otimização do desempenho, realizado por uma equipe multidisciplinar, é de extrema importância para um melhor seleção , qualificação e futuro rendimento do atleta. Além disso, devemos educar e ou reeducar o atleta sobre a importância do auto conhecimento,  assim reconhecer o próprio corpo e seus limites (conexão corpo/ mente)  no treinamento diário, evitando  assim  a probabilidade de uma lesão e estando melhor preparado para o  caso a mesma ocorra.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Acreditamos também que organizar , quantificar e qualificar um trabalho de treinamento é a melhor forma para que a equipe multidisciplinar de futebol fale a mesma línguagem visando identificar fatores de risco no cronograma de treino, prevenindo perdas de atletas em atividade na pré temporada e na temporada.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em conclusão, podemos afirmar a importância da fisioterapia desportiva preventiva, assim como a integração entre equipes multidiciplinares, como fatores preponderantes extremante essenciais para a resposta positiva nos objetivos de um clube que deseja alcançar o ápice: "a vitória"!. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-1119604578305123489?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1119604578305123489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/1119604578305123489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/11/fisioterapia-na-futebol.html' title='Fisioterapia na futebol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-3490345622776782757</id><published>2010-11-08T16:37:00.001-08:00</published><updated>2010-11-08T16:37:34.791-08:00</updated><title type='text'>Movimento Funcional Humano: Mensuração e Análise</title><content type='html'>&lt;br&gt; 						 			 			 				 					&lt;span id="goog_1066839280"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="/"&gt;&lt;span id="goog_1066839283"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="position: relative;" class="image ui-draggable" alt="movimento+funcional+humano:+mensuracao+e+analise" id="IMGProduct_159700" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/159700.jpg"&gt;&lt;span id="goog_1066839284"&gt;&lt;/span&gt; 				&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_1066839281"&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/159700/movimento+funcional+humano:+mensuracao+e+analise?menuId=1381/?franq=172965"&gt;Clique aqui para ver mais informações&lt;/a&gt;&lt;br&gt; 				 				&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em volume sucinto, este livro apresenta uma análise do movimento humano vista pela perspectiva do profissional de saúde.&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Movimento Funcional Humano&lt;/b&gt;  é um ponto de partida ideal para profissionais cujas atividades incluem  a restauração da função em indivíduos que apresentam distúrbios do  movimento.&lt;br&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O leitor será capaz de compreender a natureza científica  do movimento humano normal e as maneiras pelas quais este pode ser  descrito, medido e analisado.&lt;br&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abordagem única, aproximando a teoria da prática;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Referências completas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Colaboradores especialistas no campo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Revisões autorizadas de pesquisadores conceituados, descrevendo o conhecimento relacionado às funções e métodos de avaliação.&lt;/li&gt; &lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Manole 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;BRIAN R. DURWARD &amp;amp; GILLIAN D. BAER &amp;amp; PHILIP J. ROWE 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8520411649 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2001 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;233 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/159700/movimento+funcional+humano:+mensuracao+e+analise?menuId=1381/?franq=172965"&gt;Clique aqui para ver mais informações&lt;/a&gt;&lt;br&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3490345622776782757?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3490345622776782757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/3490345622776782757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/11/movimento-funcional-humano-mensuracao-e.html' title='Movimento Funcional Humano: Mensuração e Análise'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6254835486286450132</id><published>2010-10-13T06:09:00.001-07:00</published><updated>2010-10-13T06:09:54.547-07:00</updated><title type='text'>Obrigada Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???&lt;br&gt; &lt;br&gt;Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vozinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tirão o sorriso da cara. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoas. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6254835486286450132?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/10/obrigada-fisioterapia.html' title='Obrigada Fisioterapia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7047041012291052903</id><published>2010-10-04T10:35:00.001-07:00</published><updated>2010-10-04T10:35:57.639-07:00</updated><title type='text'>Cuidado com as lesões no ciclismo</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Pedalar parece muito simples para aqueles que andam de bicicleta  desde criança. Basta pegar sua magrela e passear por aí, seja com um  grupo de ciclismo ou sozinho pelas ruas e ciclovias. Certo? Errado.  Inúmeros aventureiros da bike sofrem com lesões e incômodos dos mais  diversos tipos, cujas causas variam desde as quedas, o uso inadequado  dos equipamentos até a má postura e acidentes sérios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Em  ciclistas é comum observarmos problemas nas rótulas e tendinites nos  joelhos e no tendão de aquiles. Muitos relatam dores no pescoço, na  lombar, e ao redor dos ombros na região dos músculos do trapézio&amp;quot;, de  acordo com o ortopedista Fabio Ravaglia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O empresário Raphael Pazos pratica triathlon, modalidade que  envolve natação, ciclismo e corrida, há seis anos. Apesar de não  utilizar o esporte como profissão, ele leva os treinos e competições  bastante a sério, mas já teve problemas de saúde por conta do esporte.  &amp;quot;Em uma queda, acabei machucando o ombro. A ferida não cicatrizava, mas  não dei muita importância na hora. Tempos depois, descobri um câncer  de pele, relacionado à exposição ao sol e a falta de cuidado que tive  com esse machucado&amp;quot;.  Uma boa dica que o esportista dá para aqueles que encaram competições  ou longos percursos é não utilizar equipamentos diferentes daqueles  utilizados nos treinos: &amp;quot;não invente de usar uma bermuda nova, que pode  lhe causar machucados. Também é bom evitar comer durante a prova um  lanche que você nunca ingeriu antes, por exemplo&amp;quot;. Outro ponto  importante é ter cuidado com a lombar, preocupando-se em fortalecê-la  com exercícios de musculação. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="Bicicleta - Foto: Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/11923/bike1_11923_17640.jpg" alt="Bicicleta - Foto: Getty Images" style="border-width: 0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Previna assaduras&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;As  assaduras são também um problema frequente, porém fácil de serem  resolvidas. O posicionamento correto do selim (assento) é fundamental,  pois se ele estiver muito alto (em relação ao pedal) vai exigir maior  movimentação das pernas e aumentar o atrito, favorecendo a irritação da  pele. Além disso, o mais indicado é que o selim esteja em posição reta  ou levemente abaixada. Os selins com amortecedor e com uma abertura  central ajudam a evitar as assaduras. E vale usar bermudas de ciclismo  que mantêm a pele livre de umidade.&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="Bicicleta - Foto: Getty Images" class="FotoDirMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/11923/bike2_11923_17641.jpg" alt="Bicicleta - Foto: Getty Images" style="border-width: 0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Mantenha a pose&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  A postura é fundamental para evitar dores e até lesões a longo prazo.  &amp;quot;O guidão deve estar em uma altura que permita que você mantenha as  costas eretas e os braços relaxados, mas não muito próximos ao corpo  para não sobrecarregar as articulações&amp;quot;, explica Fabio Ravaglia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Há  um truque simples para saber a altura correta do assento: &amp;quot;fique em pé  do lado da bicicleta - o assento deverá estar na altura do seu quadril&amp;quot;,  diz Fabio. É importante manter a cabeça alinhada, além de coluna e pescoços  relaxados. &amp;quot;Relaxe também as mãos, os cotovelos e os ombros. Mantenha o  joelho em uma altura inferior às mãos durante as pedaladas&amp;quot;, diz o  ortopedista.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;div class="CitacaoEsqMat"&gt;&lt;blockquote class="TxtCitacaoMat"&gt;&amp;quot;Fique em pé do lado da bicicleta - o assento deverá estar na altura do seu quadril.&amp;quot;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl3_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Cuide da lombar&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  As dores lombares são uma reclamação frequente e costuma também ser  decorrente da má postura do ciclista sobre a bike. &amp;quot;Fortalecer o abdômen  é um truque importante para a sustentação do corpo do ciclista sobre a  bike e evitar as dores&amp;quot;. Na academia ou em casa, capriche nos exercícios  de musculação e abdominais para fortalecer o &amp;quot;core&amp;quot; ou cinturão de  força, que é a região muscular que envolve essa região da coluna  vertebral. É fundamental fazer alongamentos antes e depois de pedalar. E para quem  está começando, vale pedalar por um período de tempo que não cause dores  nas costas e ir aumentando o tempo gradativamente.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl4_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Proteja os joelhos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  Outro cuidado é que pedalar de maneira incorreta ou a sobrecarga pode  causar tendinite nos joelhos ou problemas nas rótulas. &amp;quot;Manter o pedal  muito frouxo contribui para esses problemas, além de aumentar as chances  de estiramento no tornozelo&amp;quot;, diz Fabio. No entanto, também é  importante não jogar o peso do corpo todo sobre os membros superiores.  Outra dica importante é não movimentar o quadril para os lados, como se  estivesse rebolando, evitando problemas na articulação dos quadris. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                      &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl5_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Pequeno ciclista &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Não  é só gente grande que deve se proteger contra lesões e acidentes. Os  pequenos também. Um estudo realizado pela Faculdade de Odontologia da  Unicamp, em Piracicaba, acompanhou 757 pacientes e concluiu que, nos  casos de fratura facial, 98% das crianças não usavam acessórios de  segurança ao andar de bicicleta, como o capacete.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os meninos eram  os maiores atingidos: 70% dos casos. Ou seja, vale lembrar aos pais  que, mesmo na hora da brincadeira, é importante o uso, pelo menos, do  capacete, que evita quase que por completo as lesões em casos de quedas e  batidas leves. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7047041012291052903?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7047041012291052903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7047041012291052903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/10/cuidado-com-as-lesoes-no-ciclismo.html' title='Cuidado com as lesões no ciclismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6185926244754585823</id><published>2010-09-22T15:41:00.001-07:00</published><updated>2010-09-22T15:41:38.780-07:00</updated><title type='text'>Lesões no Atletismo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Por ser um esporte que exige muito do atleta fisicamente, o atletismo depende de treinamentos eficazes para suportar as exigências que são impostas ao seu corpo sem a ocorrência de lesões. O presente estudo teve como objetivo analisar os tipos e as causas das lesões decorrentes da prática do atletismo. A amostra foi constituída por quarenta e três atletas, sendo dezesseis do sexo masculino e vinte e sete do feminino, com média de idade de 23,2 anos.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para determinar as principais lesões decorrentes da prática do atletismo, foi utilizado, como instrumento de medida, um questionário contendo cinco questões abertas e cinco questões fechadas. Os resultados mostraram que 84% do atletas já sofreram lesões, sendo que destas, 77% ocorreram nos treinamentos e 23% nas competições. As lesões mais freqüentes foram estiramentos, tendinites, torções, contraturas e inflamações. A região mais atingida foi a dos membros inferiores, com 85% dessas lesões ocorrendo nos saltadores, 85% nos corredores e 60% nos lançadores. Durante o surgimento das lesões, 76% dos saltadores, 84% dos corredores e 85% dos lançadores não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, porém, deste total, 52,7% dos atletas estavam ansiosos para competir, e 13,8% apresentavam dificuldades de concentração. Em relação ao tratamento, 55,5% procuraram a fisioterapia, e 16,6% a fisioterapia e o médico. &lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As conseqüências das lesões para a performance dos atletas foram: 75% perderam competições importantes e 70% ficaram meses sem treinar, esperando a recuperação total da lesão. Conclui-se que o melhor meio para evitar a lesão é a prevenção, a utilização de equipamentos, locais adequados e treinamentos eficazes e individualizados, elaborados por&lt;div&gt; especialistas qualificados.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/3806/2619"&gt;Veja o artigo completo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6185926244754585823?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6185926244754585823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6185926244754585823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/lesoes-no-atletismo.html' title='Lesões no Atletismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8236380921995964322</id><published>2010-09-22T15:36:00.001-07:00</published><updated>2010-09-22T15:36:59.276-07:00</updated><title type='text'>Banho de gelo em atletas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A técnica de banho de gelo, ou o de imersão, começou no esporte. A primeira modalidade a usar foi o atletismo e atualmente essa técnica já foi difundida. Para se ter uma idéia, até a seleção &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/banho-de-gelo-usado-por-atletas.html#" style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; float: none !important; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;feminina&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; de futebol usa a técnica de imersão.&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Para lutar pelo ouro olímpico, por exemplo, as jogadoras fazem qualquer sacrifício, até entrar literalmente numa fria. Como mergulhar numa banheira de gelo todos os dias após os &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/banho-de-gelo-usado-por-atletas.html#" style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; float: none !important; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;treinos&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; e jogos. É nessa parte que entra a técnica de imersão. &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;As aplicações do frio são utilizadas desde antes de Cristo, quando gregos e romanos utilizavam gelo natural e neve para tratar problemas &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/banho-de-gelo-usado-por-atletas.html#" style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; float: none !important; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;médicos&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;. Já no século 19, as compressas frias foram reconhecidas como auxiliares nas cirurgias. E hoje, século 21, aprimoramos técnicas e conhecemos fisiologicamente seus efeitos.&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/banho-de-gelo-usado-por-atletas.html#" style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; float: none !important; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Benefícios&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; -&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; O uso da crioterapia (que pode ser através de banho de gelo) produz anestesia, analgesia, diminui espasmo muscular, incrementa o relaxamento, permite mobilização precoce, incrementa o limite de movimentos, quebra o ciclo dor-espasmo-dor e diminui o metabolismo.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A temperatura da água utilizada nos banhos de imersão varia de -1 grau a cinco graus. Utilizamos sempre esta técnica após atividade física, e em um tempo de três a cinco minutos. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O banho de imersão em água com gelo é muito utilizado em provas de Fast Triathlon, onde ao término de cada bateria, o atleta dirigi-se à banheira e fica imerso em água com gelo. Esta é uma ótima técnica para recuperação muscular e prevenção de algum tipo de dor, através do efeito causado pelo gelo. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Mas cuidado. É muito importante levar em conta que quando aplicada a imersão nos pés, nas pontas dos dedos é possível que aja uma isquemia e que você não sinta a ponta dos seus dedos, além de diminuir também, a circulação de sangue local. Isso porque temos poucas terminações nervosas nessas partes do corpo. Por isso uma boa saída para esse problema é colocar uma luva cirúrgica na ponta dos dedos.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#363636"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.4em; color: rgb(0, 0, 0); margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 18px/normal georgia, times, &amp;#39;times new roman&amp;#39;, serif; font-weight: bold; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; display: inline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Mais sobre crioterapia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 18px/normal georgia, times, &amp;#39;times new roman&amp;#39;, serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; display: inline; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#000000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Efeito fisiológico -&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; O efeito fisiológico da crioterapia sobre a dor se dá pela diminuição da velocidade de condução nervosa de forma proporcional à quantidade de resfriamento.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Contra indicação -&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; Não deve ser usado quando há ferida aberta ou até mesmo em pessoas que possuam algum tipo de lesão nervosa, que faça com que tenha diminuição da sensibilidade. Infecções de pele e gastrointestinais, sintomas agudos de trombose venosa profunda, doença sistêmica e tratamento radioterápico em andamento, micoses, fungos dentre outros.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Quando usar -&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; Em fraturas consolidadas ou em fase de consolidação, alterações posturais, pós-lesões traumáticas como entorses, luxações, subluxações, lesões impactantes, etc., além de pós-operatórios ósseos e articulares. Após atividade física prolongada e de esforço físico máximo. Isso tudo de acordo com cada pessoa.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Resultados -&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; Dentre os resultados podemos citar: benefícios como aumento da amplitude de movimento, diminuição da tensão muscular, relaxamento, analgesia, melhora na circulação, absorção do exudato inflamatório e debridamento de lesões, bem como incremento na força e resistência muscular, além de equilíbrio e propriocepção redução do tônus muscular.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Lembre-se que o gelo se usado indiscriminadamente (sem a técnica adequada ou por tempo excessivo) pode ser lesivo para os tecidos (principalmente a pele).&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#363636"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Por &lt;/font&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(38, 94, 152); font-weight: bold; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;David Homsi - &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.webrun.com.br/" style="color: rgb(43, 169, 79); text-decoration: none; float: none !important; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;www.webrun.com.br&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); font-weight: normal; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(38, 94, 152); font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); font-weight: normal; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(38, 94, 152); font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); font-weight: normal; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Vi no excelente &lt;a href="http://www.facafisioterapia.net"&gt;Faça Fisioterapia&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(38, 94, 152); font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(54, 54, 54); font-weight: normal; "&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8236380921995964322?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8236380921995964322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8236380921995964322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/banho-de-gelo-em-atletas.html' title='Banho de gelo em atletas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2780022080462594053</id><published>2010-09-19T10:21:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T10:21:00.463-07:00</updated><title type='text'>Prevenção de lesões desportivas</title><content type='html'>O aquecimento antes de iniciar exercícios extenuantes ajuda à prevenção das lesões. Exercitar-se com passo calmo durante 3 a 10 minutos aquece os músculos o suficiente para os tornar mais flexíveis e resistentes às lesões. Este método activo de aquecimento prepara os músculos para exercícios enérgicos com maior eficácia que os métodos passivos como a água quente, as almofadas de calor, os ultra-sons ou a lâmpada de raios infravermelhos. Os métodos passivos não aumentam a circulação de sangue de modo significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrefecimento significa uma redução gradual da velocidade antes de interromper o exercício e evita a tontura ao manter a circulação sanguínea. Quando se interrompe bruscamente um exercício enérgico, o sangue pode acumular-se nas veias das pernas (estagna), reduzindo momentaneamente a irrigação cerebral. O resultado pode ser tonturas e inclusive desfalecimento. O arrefecimento também ajuda a eliminar os resíduos como o ácido láctico dos músculos, mas não parece prevenir a dor muscular no dia seguinte, causada pela lesão das fibras musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios de estiramento não parecem prevenir as lesões, mas alongam os músculos de tal forma que se podem contrair mais eficazmente e funcionar melhor. Para evitar lesões musculares durante o estiramento, este deve ser realizado depois do aquecimento ou do exercício. Cada estiramento deve ser suficientemente cómodo para se conseguir contar até 10 ensaios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palmilhas para o calçado (ortopédicas) podem muitas vezes corrigir os problemas do pé como a pronação. As palmilhas, que podem ser flexíveis, semi-rígidas ou rígidas, e podem variar em comprimento, devem ser colocadas dentro de sapatilhas de desporto adequadas. As sapatilhas de desporto de boa qualidade têm um calcanhar rígido (a parte posterior da sapatilha que cobre o calcanhar) para controlar o movimento da face posterior do pé, um suporte de um lado ao outro do peito do pé (guarnição), para prevenir a pronação excessiva, e uma abertura acolchoada (colar), para apoiar o tornozelo. O calçado deve ter o espaço adequado para a palmilha. As palmilhas ortopédicas geralmente reduzem o tamanho do calçado num número. Por exemplo, um sapato 38 com uma palmilha ortopédica transforma-se em 37.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2780022080462594053?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2780022080462594053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2780022080462594053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/prevencao-de-lesoes-desportivas.html' title='Prevenção de lesões desportivas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-2182425849205605230</id><published>2010-09-11T10:17:00.000-07:00</published><updated>2010-09-11T10:17:00.802-07:00</updated><title type='text'>Tratamento em lesões desportivas</title><content type='html'>O tratamento imediato para quase todas as lesões do desporto consiste em repouso, gelo, compressão e elevação. A parte lesada é imediatamente imobilizada para minimizar a hemorragia interna e o inchaço e para evitar que a lesão piore. A aplicação de gelo faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, ajudando a limitar a inflamação e a reduzir a dor. Ligar a parte lesionada com fita adesiva ou uma ligadura elástica (compressão) e colocá-la acima do coração (elevação) ajuda a limitar o inchaço. Uma bolsa de gelo como as que se encontram no comércio, ou uma bolsa de gelo triturado ou picado, que se molda ao contorno do corpo melhor do que o gelo em cubos, pode ser colocada numa toalha em cima da zona lesada durante 10 minutos. Uma ligadura elástica pode envolver, sem apertar, a bolsa de gelo e a zona lesada. A zona lesada deve manter-se elevada, mas o gelo deve ser retirado durante 10 minutos, com uma nova aplicação ao fim desse tempo durante outros 10 minutos e assim sucessivamente durante uma ou duas horas. Este processo pode repetir-se várias vezes durante as primeiras 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gelo acalma a dor e o inchaço de vários modos. A parte lesionada incha porque o líquido sai dos vasos sanguíneos. A aplicação de frio (que causa uma contracção dos vasos sanguíneos) reduz essa tendência do líquido para sair; deste modo restringe-se a quantidade de líquido e o inchaço da parte lesada. Diminuindo a temperatura da pele sobre a lesão, pode-se reduzir a dor e os espasmos musculares. O gelo também limita a destruição dos tecidos mediante a diminuição da velocidade dos processos celulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a aplicação demasiado prolongada de gelo pode lesar os tecidos. A pele reage por reflexo quando atinge uma temperatura baixa (cerca de 27ÞC), dilatando os vasos sanguíneos da zona. A pele torna-se avermelhada, aquece, causa ardor e pode doer. Estes efeitos aparecem geralmente de 9 a 16 minutos depois de se ter aplicado o gelo e diminuem em 4 a 8 minutos, depois de retirado o gelo. Portanto, deve-se tirar o gelo quando se manifestarem esses efeitos ou ao fim de 10 minutos de aplicação, mas pode-se repetir ao fim de outros 10 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As injecções de corticosteróides na articulação lesionada ou nos tecidos circundantes aliviam a dor, reduzem o edema e podem em certas ocasiões ser uma ajuda adicional para o repouso. Contudo, estas injecções podem atrasar o processo de cura, aumentando o risco de lesão do tendão ou da cartilagem. A lesão pode piorar se a pessoa usar a articulação lesada antes que esta sare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fisioterapeutas podem aplicar calor, frio, electricidade, ultra-sons ou estabelecer a prática de exercícios na água como parte de um plano de reabilitação. Aconselha-se também o uso de palmilhas especiais para o calçado ou outros acessórios ortopédicos. A duração da terapia física depende do grau de gravidade e complexidade da lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade ou o desporto que causou a lesão devem ser evitados até à cura. A substituição por actividades que não forcem a zona lesionada é preferível à abstenção de toda a actividade física, dado que a inactividade completa causa a perda da massa muscular, da força e da resistência. Por exemplo, uma semana de repouso requer pelo menos duas semanas de exercício para voltar ao nível de estado físico anterior à lesão. As actividades que podem substituir a habitual incluem ciclismo, natação, esqui e remo, quando a parte inferior da perna ou do pé estão lesados; correr sem se mover do mesmo sítio ou sobre um trampolim, natação e remo quando as lesões se localizam na parte superior da perna; ciclismo e natação, quando são na zona inferior das costas, e corrida, patinagem e esqui, quando são no ombro ou no braço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-2182425849205605230?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2182425849205605230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/2182425849205605230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/tratamento-em-lesoes-desportivas.html' title='Tratamento em lesões desportivas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8393888979627744563</id><published>2010-09-06T10:16:00.000-07:00</published><updated>2010-09-06T10:16:00.597-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Desportiva -   Curso</title><content type='html'>&lt;object width="600" height="475"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H7JQPRVCG_Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H7JQPRVCG_Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="475"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/cursos/cursos_detalhes.asp?id=356&amp;p=73" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277010809120834.gif" alt="Educação a Distância" width="468" height="60" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8393888979627744563?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8393888979627744563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8393888979627744563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/fisioterapia-desportiva-curso.html' title='Fisioterapia Desportiva -   Curso'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6007764502042917645</id><published>2010-09-02T16:20:00.001-07:00</published><updated>2010-09-02T16:20:09.650-07:00</updated><title type='text'>Acidentes relacionados ao ciclismo</title><content type='html'>&lt;br&gt;&amp;quot;O ciclismo é um tipo popular de recreação entre as pessoas de todas as idades, porém acidentes relacionados a esta modalidade são bastante comuns, podendo levar a seqüelas e até à morte. Em geral os acidentes são mais comuns com pessoas do sexo masculino e estão relacionados com a velocidade, sendo os fatais com freqüência devido a colisões com outros veículos motorizados. Apesar das lesões superficiais da pele e da musculatura serem as mais comuns, os traumas cranianos são os responsáveis pela maior mortalidade e pelo maior tempo de inatividade&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Introdução&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1994, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, nos Estados Unidos, estimou que 72,7% das crianças com idade entre cinco e 14 anos possuíam algum tipo de bicicleta (62% do tipo mountain-bike), perfazendo um total de 27,7 milhões de crianças ciclistas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um trabalho apresentado por MATTHEW J. THOMPSON, M.B., CH.B, and FREDERICK P. RIVARA, M.D., M.P.H. da University of Washington School of Medicine, Seattle, Washington, apresenta dados interessantes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os autores mencionam que os acidentes relacionados ao ciclismo são responsáveis por aproximadamente 900 mortes, 23.000 internações hospitalares, 580.000 visitas ao departamento de emergência e, a mais de 1,2 milhões de visitas médicas, por ano, nos Estados Unidos. O custo anual estimado em mais de oito bilhões de dólares. Em 1988 foi estimado que aproximadamente 4,4 milhões de crianças, com idade entre cinco e 17 anos, foram feridas em acidentes envolvendo a participação em esportes ou recreação, sendo que destes, 10% a 40 % se relacionavam com o ciclismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fatores de risco&lt;br&gt;&lt;br&gt;Entre as condições de risco para os acidentes devido ao ciclismo, o estudo destaca: ciclista do sexo masculino; idade entre nove e 14 anos; verão; fim de tarde ou no início da noite; não usar capacete; automóvel envolvido; ambiente inseguro; ciclista portador de distúrbio psiquiátrico; intoxicação (álcool e outras drogas); competições com de mountain-bike.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Causas&lt;br&gt;&lt;br&gt;As causas apontadas foram principalmente falhas do ciclista como perda de controle, inexperiência, realização de acrobacias e alta velocidade, falha do motorista de outro veículo envolvido, ambientes perigosos (obstáculos, cascalho na pista) e problemas mecânicos na bicicleta. Em geral, as colisões com outros veículos e a alta velocidade são os responsáveis pelos acidentes fatais. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Tipos de trauma&lt;br&gt;&lt;br&gt;No levantamento realizado as lesões se localizam primeiramente nas extremidades, seguidas de lesões na cabeça, face, abdômen ou tórax e pescoço. Os traumas superficiais são os mais freqüentes e se caracterizam por abrasões, contusões e lacerações. As abrasões podem envolver parcial ou totalmente a espessura da pele, sendo no último caso, necessária uma intervenção cirúrgica para prevenir "tatuagens traumáticas". As distensões, fraturas e luxações também são comuns, podendo ser identificadas por deformidades, edema, dor, hematomas ou alteração da função. Muitas vezes é necessário um estudo de imagem para o diagnóstico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os traumas cranianos (contusão cerebral, hemorragia intracraniana, fraturas) ocorreram em 22% a 47% dos ciclistas acidentados, sendo responsáveis por 60% dos óbitos e por um longo tempo de inatividade. As lesões do pescoço foram raras, e geralmente decorreram de colisão direta com outro veículo. O trauma abdominal é representado por lesões no baço, fígado, pâncreas, rins, hérnias traumáticas e fraturas pélvicas dentre outras. O trauma perineal pode envolver os órgãos genitais e a uretra. Foi mencionado que os ciclistas "rurais" (off-road) têm uma incidência de acidentes 40% menor que os urbanos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outras lesões&lt;br&gt;&lt;br&gt;O trabalho destacou que a atividade ciclística propicia, além do trauma, lesões tardias, que ocorrem principalmente devido à constância da atividade (principalmente em competidores) e ao posicionamento incorreto do ciclista (com relação ao assento e ao pedal). As dores no pescoço e nas costas foram as queixas mais comuns dos ciclistas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Prevenção&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os especialistas sugerem que os alongamentos são benéficos antes do ciclismo e que se deve diminuir a distância ao guidão e reduzir discretamente a inclinação do selim.(10 a 15 graus). A pressão prolongada do guidão e a posição dos punhos podem levar a uma neuropatia progressiva nas mãos, sendo a mais comum a síndrome do túnel do carpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outras medidas preventivas sugeridas incluíram utilizar um selim mais confortável, vestir bermudas com almofadas e utilizar todos os equipamentos de segurança. A interação entre atrito, suor e roupas justas propicia maceração e irritação da pele na virilha.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O uso de capacetes produz um efeito substancial reduzindo em 74% a 85% as lesões na cabeça e em aproximadamente 65% traumas na região superior da face e no nariz, desde que utilizado corretamente. Medidas de conscientização quanto ao uso de capacetes estão sendo muito eficazes nos Estados Unidos, propiciando um aumento na adesão de 40% a 50% em várias comunidades. A utilização de luvas reduz substancialmente as lesões superficiais da mão e previne a compressão de nervos. O uso de óculos de policarboneto protege contra os raios solares e corpos estranhos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No geral, crianças menores de 10 anos devem evitar pedalar em locais com tráfego de veículos e as demais devem treinar, antecipar os erros dos motoristas e avaliar as condições de tempo. Outras medidas eficazes sugeridas consistem em separar ciclistas e motoristas (ciclovia) e proibir que eles andem no passeio (um estudo recente mostrou que andar no passeio é mais perigoso que andar nas ruas). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Comentário&lt;br&gt;&lt;br&gt;É muito oportuna a discussão sobre os riscos e a prevenção de acidentes envolvendo ciclistas. O número de adeptos do ciclismo em todo o mundo é muito grande, seja como atividade esportiva, recreativa ou de trabalho. As crianças e os adolescentes são especialmente vulneráveis aos acidentes com bicicletas. Andar de bicicleta está associado a uma sensação de liberdade, aventura e prazer. Os benefícios para o desenvolvimento físico e emocional são inequívocos, entretanto, ao adotar o hábito é fundamental que os jovens sejam corretamente orientados e supervisionados pelos adultos responsáveis.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: Boa Saúde- UOL&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6007764502042917645?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6007764502042917645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6007764502042917645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/09/acidentes-relacionados-ao-ciclismo.html' title='Acidentes relacionados ao ciclismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8697640012515292376</id><published>2010-08-19T17:50:00.001-07:00</published><updated>2010-08-19T17:50:30.409-07:00</updated><title type='text'>Treinamento funcional e equilíbrio corporal</title><content type='html'>&lt;br&gt;Do ponto de vista biomecânico voltado ao futebol, todo gesto motor apresenta instabilidade articular, principalmente dos membros inferiores. A corrida, o chute, o salto para um cabeceio, uma disputa de bola, todos esses movimentos dentre os milhares que existem neste esporte apresentam uma complexidade de sistemas corporais interagindo para que o organismo possa melhor executá-lo sem grandes perturbações e com extrema precisão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com BERG (1989) citado por GOLDENBERG &amp;amp; TWIST, o equilíbrio pode ser entendido por três caminhos: a capacidade de manter uma posição, a capacidade para voluntariamente mover-se e a capacidade para reagir a uma perturbação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os músculos do corpo apresentam continuamente uma corrente para corrigir os distúrbios no centro de gravidade. Vale ressaltar que, quando o atleta está em pé, o centro de gravidade passa proximalmente e anteriormente à segunda vértebra sacral da coluna e esse ponto se modifica conforme os movimentos do jogo. Sendo assim, posso citar como exemplo o desafio do equilíbrio que força o corpo para frente, quando a base de suporte está nos pés e a cadeia de sistemas que contrapõe esse movimento começa com o tornozelo. Os músculos posteriores do tornozelo e das pernas contrairão para contrapor-se ao movimento, puxando o corpo e conseguindo promover o equilíbrio de modo a levar o ponto gravitacional ao lugar específico do corpo. Se o equilíbrio está forçando para trás, os músculos anteriores da perna serão contraídos e o trabalho para puxar as costas para o centro de gravidade se realizará. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-8697640012515292376?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8697640012515292376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/8697640012515292376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/08/treinamento-funcional-e-equilibrio.html' title='Treinamento funcional e equilíbrio corporal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6286886110185082002</id><published>2010-08-18T10:54:00.001-07:00</published><updated>2010-08-18T10:54:12.152-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia nos esportes</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 25px; "&gt;A área desportiva é, sem dúvida alguma, uma das especializações que mais crescem na área da fisioterapia. Hoje em dia, o esporte movimenta milhões de dólares e o cuidado com o atleta se tornou ferramenta de grande valia para clubes e agremiações. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; Conseqüentemente, o investimento em profissionais altamente qualificados e especializados é inevitável. Atualmente, o fisioterapeuta da área desportiva deve ter conhecimento nas três áreas de atuação fisioterapêutica: primária, secundária e terciária. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; Na fase primária, que envolve a prevenção de lesões, o fisioterapeuta deve ter conhecimento específico em Anatomia e Histologia Esportiva, Fisiologia do Exercício, bem como a Biomecânica e a Cinesiologia Desportiva, nas quais se estudam movimentos e forças atuantes nas estruturas osteomioarticulares do corpo humano; além de conhecimentos básicos de Farmacologia e Nutrição Esportiva, os quais são essenciais para conseguir identificar fatores que possam contribuir para trabalho preventivo. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; O estudo das principais lesões esportivas e suas respectivas etiologias se torna imprescindível, tanto para um trabalho na fase primária, como na secundária, a qual atua no tratamento das afecções esportivas. Na fase terciária, objetiva-se a manutenção da performance atlética e a prevenção de recidivas de lesões. O uso de técnicas adequadas, aprimoramento tecnológico e a busca de conhecimentos científicos aliados à prática clínica devem ser os objetivos do fisioterapeuta atuante na área desportiva. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; Assim sendo, o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Fisioterapia Desportiva da Unimep (um dos mais antigos, em funcionamento desde 1986) permanece como excelência no meio desportivo atual. A cada ano, são incorporados à sua grade curricular módulos importantes que suprem a necessidade do fisioterapeuta que ingressará em exigente e competitivo mercado de trabalho. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; vertical-align: baseline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt; Nosso corpo docente é dotado de renomados professores, todos mestres ou doutores na área específica de cada módulo. Também como diferencial em nosso curso, o discente tem a oportunidade de estágio prático em Fisioterapia Desportiva, além de atuar no atendimento a atletas nos jogos regionais e abertos, por meio de um convênio firmado entre a Unimep e a Prefeitura Municipal de Piracicaba. &lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 25px; "&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 25px; "&gt;Fonte: BLOG &lt;a href="http://esportecomsaude.blogspot.com/2007/12/fisioterapia-nos-esportes.html"&gt;ESPORTE COM SAÚDE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6286886110185082002?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6286886110185082002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6286886110185082002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/08/fisioterapia-nos-esportes.html' title='Fisioterapia nos esportes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-6636842634685871402</id><published>2010-08-01T19:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-01T19:28:02.871-07:00</updated><title type='text'>Tendinites em corredores</title><content type='html'>Os tendões são estruturas fibrosas, com pouca vascularização, pois recebem pouco aporte sanguíneo. Eles têm como principal função transmitir a força gerada pelos músculos aos ossos, determinando os movimentos do nosso corpo. As inflamações que ocorrem nos tendões podem ser denominadas tendinites. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As causas que podem gerar um processo inflamatório sobre o tendão são diversas. Entre os corredores podemos citar: Falta de alongamento e flexibilidade de algum grupo muscular, aquecimento inadequado ou inexistente antes de atividades esportivas, excesso de movimentos repetitivos, sobrecarga dos treinamentos e calçados inadequados. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As tendinites se manifestam através de dores localizadas próximas as articulações. Geralmente são dores difusas que podem aparecer após uma atividade física intensa ou em atividades simples como andar, abaixar, subir e descer escadas. O diagnóstico é realizado através das queixas do atleta ou paciente através de palpação do local da dor, presença de calor e rubor (vermelhidão) no local. Além disso, exames de ultra-som e ressonância magnética podem ser empregados. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre as tendinites mais comuns que acometem os corredores podemos citar:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tendinite de Calcâneo (Aquiles) &lt;br&gt;&lt;br&gt;Também conhecida como tendinite de Aquiles, é a lesão inflamatória mais comum entre os corredores e acomete o tendão dos músculos da panturrilha (Tríceps Sural) e as dores se localizam na região posterior do calcanhar. Essa lesão pode ocorrer por insuficiência e/ou desequilíbrio muscular da panturrilha, excesso e/ou aumento da carga de treinamento e uso de calçados inadequados para a prática esportiva, como por exemplo, aqueles sem elevação do calcanhar. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Tendinite Patelar &lt;br&gt;&lt;br&gt;Lesão conhecida como tendinite do saltador, geralmente associada a atletas de vôlei e basquete, nos últimos anos tem aumentado entre um grande número de corredores. Acomete o tendão do músculo anterior da coxa (Quadríceps) e as dores são localizadas bem abaixo do osso patelar. Esse tipo de lesão pode ocorrer por movimentos repetitivos, excesso de treinamento e desequilíbrio dos músculos da coxa. Pode também estar associada com o desalinhamento dos membros inferiores como: joelho valgo (desalinhamento lateral dos joelhos), quadris largos (principalmente em mulheres) e pé plano (Chato). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Dicas e cuidados&lt;br&gt;&lt;br&gt;As tendinites fazem parte de um grupo de patologias chamadas tendinopatias, ou seja, lesões que acometem os tendões. Geralmente uma tendinite mal avaliada, sem tratamento ou tratada de forma incorreta, pode gerar uma tendinose, que passa a ser a condição de total degeneração do tendão, o que pode levar a ruptura do mesmo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos casos em que ocorre a ruptura do tendão, o tratamento passa a ser cirúrgico e o atleta geralmente fica afastado por alguns meses da prática esportiva para tratamento e recuperação. Dependendo da gravidade da degeneração o atleta pode ser afastado definitivamente do esporte. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Portanto, se você já apresentou caso anterior de tendinite ou tem dores nas regiões distais dos músculos próximos às articulações, procure profissionais médicos e fisioterapeutas, a fim de obter diagnóstico e tratamento adequados. Só assim você terá condições de continuar sua prática esportiva com segurança. &lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja os melhores &lt;a href="http://banner.wmonline.com.br/linkbanner.php?id=153904"&gt;EQUIPAMENTOS&lt;/a&gt; de fisioterapia&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-6636842634685871402?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6636842634685871402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/6636842634685871402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/08/tendinites-em-corredores.html' title='Tendinites em corredores'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-7822143184789489439</id><published>2010-07-27T06:59:00.001-07:00</published><updated>2010-07-27T06:59:30.603-07:00</updated><title type='text'>Como funcionam os protetores esportivos</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-family:Arial;line-height:17px"&gt;A principal finalidade dos acessórios é proteger as articulações e os músculos. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;line-height:17px"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;line-height:17px"&gt;De acordo com os fabricantes, sua utilização é indicada para uso ortopédico ou para a prática esportiva, auxiliando na recuperação de lesões por meio da compressão e retenção do calor corporal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;line-height:17px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;line-height:17px"&gt;No entanto, esta indicação só pode ser feita por um profissional, pois seu uso inadequado pode ser determinante para o agravamento de uma lesão, podendo até virar um caso cirúrgico. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Uma das grandes armadilhas dos protetores é justamente a sensação de segurança que provocam. Por serem feitos de tecidos elásticos, eles comprimem os vasos sanguíneos e dificultam a irrigação nas articulações, afetando as noções de força, equilíbrio e espaço do corpo. Dessa forma, o sujeito fica muito mais suscetível a tombos e torções. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;O segundo perigo é o risco de uma nova lesão. &amp;quot;O acessório tira a sensibilidade do local lesionado, o que gera a falsa sensação ao corpo de que o problema não existe mais. Quando a utilização do acessório é suspensa, qualquer movimento pode causar o retorno ou ainda o agravamento da lesão&amp;quot;, explica o fisiologista do exercício Paulo Correia, da Unifesp. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;  &lt;font face="Arial"&gt;&lt;span style="line-height:17px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial, sans-serif;font-size:13px;border-collapse:collapse"&gt;&lt;ul&gt; &lt;li style="margin-left:15px"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/portal/Dia-dos-pais-2010-Dia-do-Presente/21632068/?offset=0&amp;amp;limit=20&amp;amp;order=sellRankingQty&amp;amp;dir=desc&amp;amp;menuId=21298&amp;amp;listid=slfapairouter&amp;amp;WT.mc_id=diad_homehs&amp;amp;WT.mc_ev=click/&amp;amp;FRANQ=172965" style="color:rgb(0, 101, 204)" target="_blank"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;HD EXTERNO SAMSUNG 500 GB&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="margin-left:15px"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/portal/Dia-dos-pais-2010-Dia-do-Presente/21555894/?offset=0&amp;amp;limit=20&amp;amp;order=sellRankingQty&amp;amp;dir=desc&amp;amp;menuId=21298&amp;amp;listid=slfapailivros&amp;amp;WT.mc_id=diad_homehs&amp;amp;WT.mc_ev=click/&amp;amp;FRANQ=172965" style="color:rgb(0, 101, 204)" target="_blank"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;CRESPÚSCULO - EDIÇÃO ESPECIAL&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="margin-left:15px"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/menu/1030/Celular+Telefonia/?franq=172965" style="color:rgb(0, 101, 204)" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;SMARTPHONES LINDOS&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-7822143184789489439?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7822143184789489439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800018281072096359/posts/default/7822143184789489439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desportiva.facafisioterapia.net/2010/07/como-funcionam-os-protetores-esportivos.html' title='Como funcionam os protetores esportivos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800018281072096359.post-8725426815422616068</id><published>2010-06-17T13:41:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T13:41:23.134-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia no futebol</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;A fisioterapia é a ciência que trabalha para prevenir e remediar distúrbios do movimento. A prática esportiva depende essencialmente do movimento. Só essas duas informações já são suficientes para mostrar a importância que essa área tem para qualquer modalidade de alto rendimento. &lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o futebol, é claro, não foge a essa regra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por ser uma modalidade de exigências múltiplas acerca do corpo, o futebol exige dos profissionais da fisioterapia um conhecimento amplo sobre o funcionamento das articulações e sobre outras ciências que fornecem suporte teórico para o desenvolvimento de técnicas fisioterapêuticas, sobretudo quanto à prevenção de lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em um panorama normal, a atuação do fisioterapeuta no futebol acontece a partir de exames para identificar possíveis problemas físicos em jogadores e para fornecer informações sobre esses fatores aos profissionais da comissão técnica. Além disso, essa área deve contribuir de forma incisiva para a concepção dos treinamentos, a fim de evitar atividades que sejam prejudiciais à saúde e ao rendimento dos jogadores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;--&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Participe deste blog. 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