A Síndrome do estresse tibal medial, SETM, ou popularmente como é conhecida "canelite"; é caracterizada por dor ao longo da tíbi...

Síndrome do estresse tibal medial, a canelite



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A Síndrome do estresse tibal medial, SETM, ou popularmente como é conhecida "canelite"; é caracterizada por dor ao longo da tíbia anterior.

Esta síndrome é comum, causada por uso excessivo, em corredores e atletas de esportes que exijam muita corrida. Geralmente, calçados inadequados, pisos desiguais e com longos declives podem propiciar esse tipo de lesão, assim como o aumento abrupto no volume e/ou intensidade dos treinos. Os atletas com pisadas do tipo pronada e super pronada parecem fazer parte do grupo do risco para a síndrome. Se não for tratada precocemente pode gerar até mesmo uma fratura por estresse.

A dor tem carater progressivo, iniciando apenas durante os treinos e posteriormente tornando se constante, outros sinais ou sintomas como o edema, geralmente, não são visualizados.

O diagnóstico é clínico e exames complementares, como a radiografia e a cintilografia, poderão ser solicitados para excluir outras causas de dor como a própria fratura por estresses.

O tratamento da fase aguda consiste em: proteção, repouso, gelo, compressão e elevação. A fisioterapia auxilia na diminuição da dor. Para evitar reicidivas é necessário identificar o fator causal e tratá-los. O uso de palmilhas, diminuição dos treinos, calçados adequados e fisioterapia podem ser necessários.

Torcer o joelho durante uma prova ou treino pode ser bastante doloroso, mas  muitas vezes não é uma lesão grave. Se você sofreu uma t...

Cuide e evite uma lesão grave após sofrer entorse no joelho


 Joelho Eu atleta (Foto: Getty Images)

Torcer o joelho durante uma prova ou treino pode ser bastante doloroso, mas  muitas vezes não é uma lesão grave. Se você sofreu uma torção no joelho, você pode ter um pouco de dor, inchaço, hematomas e eventualmente cursar com instabilidade, a falta de firmeza.
        
Para se recuperar mais rápido de uma entorse do joelho, você precisa seguir um plano de cinco etapas do tratamento, clinicamente conhecido como PRICE (proteção, repouso, gelo, compressão, elevação).

Passo 1 – PROTEÇÃO
No momento agudo da torsão, exponha a área lesionada, proteja com algo rígido, como uma tala ou uma faixa. Pare imediatamente de fazer a atividade, pois se insistir em continuar pode agravar a lesão e siga os passos seguintes.

Passo 2 – REPOUSO/ DESCANSO
Após sofrer uma entorse no joelho, o descanso é provavelmente a parte mais importante do tratamento. Tente evitar colocar peso no joelho (carga) e ande o mínimo possível.

Passo 3 – GELO
O gelo ajuda a aliviar a inflamação (dor, calor, inchaço e vermelhidão). Coloque os cubos de gelo ou gelo picado em um saco plástico lacrado. Embrulhe a bolsa em uma toalha ou pano. Coloque sobre o joelho na área dolorida por 15 a 20 minutos, três vezes por dia. Continuar tratando o joelho com gelo por pelo menos três dias.

Passo 4 – COMPRESSÃO/ IMOBILIZAÇÃO
Comprima o joelho envolvendo-o com uma bandagem elástica (tapes) ou estabilizadores / joelheiras. Envolva com uma faixa firme o suficiente para suportar o seu joelho, mas não tão apertado que prenda a sua circulação.

Passo 5 – ELEVAÇÃO
Eleve o joelho dolorido, tanto quanto possível. Tente manter seu joelho acima do seu coração para diminuir o fluxo de sangue e inchaço no seu joelho. Deite-se de costas e coloque dois ou três travesseiros debaixo de sua entorse no joelho durante o sono.

ATENÇÃO

Cuidado com os terrenos irregulares que podem gerar maior instabilidade e favorecer as entorses. Faça sempre um trabalho de fortalecimento preventivo e de equilíbrio para evitar o famoso 'torceu sozinho'.

DICAS

Se não melhorar/ aliviar dentro de cinco dias  procure um especialista para que seja feita uma avaliação clínica e se necessário um exame de imagem complementar para se certificar que não há danos estruturais ou ligamentares do seu joelho.


A condromalácia patelar (também conhecida como síndrome da dor patelo-femoral, ou "joelho de corredor") consiste em uma pato...

Prevenção da Condormalácia Patelar em Corredores



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A condromalácia patelar (também conhecida como síndrome da dor patelo-femoral, ou "joelho de corredor") consiste em uma patologia crônica degenerativa da cartilagem articular da superfície posterior da patela e dos côndilos femorais correspondentes, que produz desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. É comum em jovens adultos, especialmente jogadores de futebol, ciclistas, jogadores de tênis, corredores e inclusive mulheres devido a sua anatomia, com quadris mais largos.

Vamos ver algumas medidas para "combater" esse mal em corredores:

* Excluir exercícios e esportes de alto impacto (futebol, vôlei, basquete, corrida, ciclismo) ou atividades suspeitas de causarem a lesão. Natação é um bom exercício para manter o condicionamento físico sem afetar o joelho;

* Reforçar os músculos fracos, fazendo exercícios leves e de baixo impacto. Alguns autores sugerem ser especialmente importante reforçar o músculo vasto medial para equilibrar as forças atuantes sobre a patela – fazendo extensão de cada perna separadamente, por exemplo;

* É importante avaliar o limite de extensão e flexão do joelho durante os exercícios, para não agravar o quadro. Peça ao profissional para demonstrar. Evite a sobrecarga;

* Alongar quadríceps, banda iliotibial (lateral), posterior da coxa, tendões e panturrilha regularmente. Não deixar de lado o treinamento de flexibilidade;
* Colocar gelo no joelho após os exercícios;

* Evitar subir e descer escadas;

* Garantir lugar suficiente para a perna no carro ou no seu lugar de trabalho, evitando manter o joelho flexionado mais de 90 graus por muito tempo, além de não sentar com uma perna dobrada embaixo do quadril;

* Manter boa postura e evitar cruzar as pernas por longos períodos;

* Não sentar sobre as pernas com o joelho em hiperflexão;

* Quando estiver deitado, não deixar o peso do corpo pressionar ou mover a patela, usando um travesseiro para manter os joelhos levemente separados e as patelas no lugar;

* Usar sapatos confortáveis, principalmente durante os exercícios;

* Evitar aplicar peso excessivo na articulação afetada, perdendo peso se necessário;

* É imprescindível fazer uma avaliação com um reumatologista, um ortopedista, fisioterapeuta, para receber o tratamento correto, além de ter um
acompanhamento de um profissional de educação física dentro da academia.

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