Grande parte dos esportes tem a MÃO como instrumento para a prática. A mão é uma das partes mais exposta e vulnerável do corpo humano. Dad...

Lesões na mão no esporte


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Grande parte dos esportes tem a MÃO como instrumento para a prática. A mão é uma das partes mais exposta e vulnerável do corpo humano. Dados estatísticos comprovam que cerca de ¼ das lesões esportivas atingem a mão ou o punho. Algumas mais mais comuns são:

AVULSÃO DE TENDÃO FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS

É uma lesão geralmente encontrada nos atletas praticantes de judô e jiu-jitsu e também no rúgbi e futebol americano, freqüentemente não diagnosticadas de imediato. Ocorre durante a extensão forçada do dedo na máxima contração do músculo flexor profundo, como, por exemplo, quando o atleta agarra a camisa do outro. Isso ocasiona arrancamento do tendão flexor profundo dos dedos da sua inserção, na base da falange distal, podendo ou não haver fratura associada da falange distal.

FRATURA DO BOXER

As fraturas do colo do quinto metacarpiano são conhecidas como a fratura do “boxer”, na qual o desvio volar do fragmento distal é causado pelo impacto direto do punho fechado, como em um soco no boxe.

LESÃO DO PUNHO NO TÊNIS

Na região do punho existe uma estrutura triangular conhecida como ”o menisco do punho”, que é a fibrocartilagem triangular. Ela conecta os ossos do antebraço (rádio e ulna) ao punho com importante função de estabilização no movimento de rotação e amortecendo a força de preensão.

NEURITE DO CICLISTA

Os ciclistas adeptos de longo percurso podem apresentar formigamento nos dedos, especialmente no anular e mínimo. Isto ocorre, pois a mão apoiada em extensão sobre o guidão deixa o nervo ulnar exposto á compressão ao nível do punho. É importante encorajar o ciclista a alterar a posição da mão para evitar compressão crônica.

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O avanço da medicina esportiva tem visto crescer um componente que já se tornou inseparável de muitos jogadores, seja no basquete, no vôl...

Em alta no Brasil, uso de bandagem fisioterápica vira rotina entre atletas



O avanço da medicina esportiva tem visto crescer um componente que já se tornou inseparável de muitos jogadores, seja no basquete, no vôlei ou principalmente no futebol. Uma bandagem de cor é indicada por diversos fisioterapeutas para prevenir e amenizar lesões musculares e de articulação. Como no Fluminense, em que o profissional da área, Fábio Marcelo, já desfilou por grande parte do elenco.

- Estou surpreso. Nem eu imaginava que haveria tanta receptividade. Não tive nenhum jogador que disse depois que não serviu para nada - disse o fisioterapeuta do Tricolor, citando Fred, Conca e Deco, entre outros, como os beneficiados pela bandagem, usada muito nas coxas.

A técnica, no entanto, é antiga. No Brasil, só foi introduzida na década de 1990, mas até hoje siofre resistência e jamais teve o destaque atual.

- Se aplicar sem a devida técnica, pode causar problema osteoarticulares e até de pele. Em algum momento, pode haver um processo alérgico - alertou o fisioterapeuta Mauricio Garcia.


As lesões no tornozelo ocorrem em 15 a 60% nos voleibolistas, principalmente quando tocam no solo após um salto (BRINER JUNIOR & KACMAR,...

Lesões de tornozelo em atletas de voleibol


As lesões no tornozelo ocorrem em 15 a 60% nos voleibolistas, principalmente quando tocam no solo após um salto (BRINER JUNIOR & KACMAR, 1997). As contusões mais comuns após o bloqueio acontecem por supinação e no ataque por inversão (BRINER JUNIOR & BENJAMIN, 1999). Segundo CHIAPPA (2001) as lesões mais comuns no tornozelo acontecem por entorse (entorse: distensão articular que ocasiona lesão no tornozelo). Podendo ser por um simples estiramento - espessamento do tendão até uma ruptura do ligamento (CHIAPPA, 2001). GHIROTOCC & GONÇALVES (1997) informam que a entorse de tornozelo acontece uma vez por ano em voleibolistas.

As lesões no tornozelo nos atletas de voleibol também ocorrem por causa de instabilidade, ruptura de ligamento, dor o tornozelo e outras (CHIAPPA, 2001). As contusões no tornozelo dos atletas de voleibol acontecem com mais freqüência no sexo feminino, dos 15 a 19 anos, no masculino, dos 30 a 39 anos (GERBERICH et at., 1987). Sendo que muitas das lesões no tornozelo estão associadas com interrupção da prática do voleibol (GHIROTOCC & GONÇALVES, 1997).

GROSS & MARTINI (1999) informam que a instabilidade do tornozelo e a entorse são comuns em voleibolistas porque esta modalidade é muito intensa e possui longa duração, colaborando com essas contusões. Um dos motivos da instabilidade do tornozelo são as várias entorses ocorridas nos desportistas do voleibol proveniente do impacto da queda do salto principalmente (GROSS & MARTINI, 1999). AAGAARD et al. (1997) escreveram que as lesões no tornozelo dos jogadores de quadra tem uma freqüência de 22%, enquanto nos desportistas do vôlei na areia competido em dupla, acontece 2%. Para AAGARD et al. (1997) o principal motivo de todas as contusões dos voleibolistas no tornozelo, é o uso excessivo (overuse) desses componentes anatômicos durante sessões e jogos.

Para prevenirmos as lesões no tornozelo de qualquer modalidade, recomenda-se o uso de um suporte (tornozeleira) no tornozelo para dar mais estabilidade nesta região anatômica quando usamos o tênis (THACKER et al., 1999). O tênis deve ser de solado baixo para a tornozeleira ter mais eficácia (SITLER & HORODYSKI, 1996). Tênis de solado alto possibilita maiores chances de lesão no tornozelo. Para THACKER et al. (1999), sessões de agilidade e flexibilidade reduzem as lesões no tornozelo. A AMERICAN VOLLEYBAL COACHES ASSOCIATION (AVCA) (1997) indica exercícios específicos para o fortalecimento do tornozelo com o intuito de amenizar a possibilidade de lesão, mas não nos fornece exemplos de atividades.

CHIAPPA (2001) recomenda sessões de dorsiflexão e flexão plantar para a fortificação do tornozelo, com o objetivo de diminuir as contusões ou recuperar o atleta da lesão.

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